Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

ENTREVISTA EXCLUSIVA

No Grupo Vamos (VAMO3), as ações já saltaram mais de 100%; a meta, agora, é fazer a empresa dobrar de tamanho

O Grupo Vamos (VAMO3) tem a meta de chegar a 100 mil ativos sob gestão até 2025 e, para isso, quer popularizar a locação de caminhões no país

Victor Aguiar
Victor Aguiar
13 de março de 2023
6:28 - atualizado às 15:03
Gustavo Couto, CEO do Grupo Vamos (VAMO3), num escritório da rede; ele segura uma miniatura de um caminhão da empresa nas mãos
Gustavo Couto, CEO do Grupo Vamos - Imagem: Grupo Vamos (VAMO3)

Quem pega a rodovia Ayrton Senna rumo ao interior, encontra um enorme galpão na altura do quilômetro 39. Ali está um dos centros logísticos intermodais da JSL (JSLG3) — a irmã mais velha do Grupo Vamos (VAMO3), digamos assim. Não há muitas informações no exterior do imóvel; a exceção é o slogan, em letras garrafais:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entender para atender

Um lema que é levado bastante a sério pelo Grupo Vamos: entre as 75 empresas que fizeram IPO na bolsa brasileira entre 2019 e 2021 — de lá para cá, não houve novas aberturas de capital —, a companhia focada na locação de caminhões, máquinas e equipamentos é a que tem o melhor desempenho.

As ações VAMO3 acumulam alta de 121% desde a estreia na B3, sendo um dos poucos destaques positivos em uma safra particularmente problemática de novatas no mercado brasileiro. Apenas 12 das 75 calouras — ou 16% do universo de IPOs no país desde 2019 — têm performance positiva desde o debute na bolsa.

E olha que a abertura de capital da companhia quase não saiu: ainda em 2019, a JSL não quis baixar o piso da faixa indicativa de preço e desistiu da operação; no ano seguinte, a holding SIMPAR também interrompeu os planos em meio à deterioração da economia com a pandemia de Covid-19.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
EmpresaCódigoData do IPOPreço do IPOPreço em 10/03Variação
Grupo Vamos*VAMO3jan/216,5014,40+121,5%
PetrorecôncavoRECV3mai/2114,7528,23+91,4%
OrizonORVR3fev/2122,0038,96+77,1%
IntelbrasINTB3fev/2115,7526,75+69,8%
CuryCURY3set/209,3512,90+38,0%
3R PetroleumRRRP3nov/2021,0028,91+37,7%
Grupo VittiaVITT3set/218,6011,81+37,3%
Locaweb*LWSA3fev/204,315,78+34,1%
Boa SafraSOJA3abr/219,9012,94+30,7%
Track&FieldTFCO4out/209,2511,30+22,2%
3TentosTTEN3jul/2112,2513,06+6,6%
Grupo GPSGGPS3abr/2112,0012,62+5,2%
*Fizeram desdobramentos na proporção de 1:4 (o preço do IPO foi ajustado para refletir esse evento). Levantamento: Seu Dinheiro

Outros dados da mais recente classe de aberturas de capital trazem ainda mais destaque às empresas com desempenho positivo: quatro ações amargam perdas de mais de 90% desde o IPO (Dotz, Espaçolaser, Westwing e Enjoei); outras duas companhias, Focus Energia e Mosaico, foram compradas e já deixaram a bolsa.

Leia Também

"Estamos satisfeitos, mas com o pé no chão", diz Gustavo Henrique Couto, CEO do Grupo Vamos, em entrevista ao Seu Dinheiro, destacando a meta de atingir 100 mil ativos sob gestão até 2025; ao fim de 2022, a empresa tinha cerca de 44 mil veículos em sua frota — 80% são caminhões e 20% são máquinas pesadas, como empilhadeiras e tratores.

Ou seja: se as ações VAMO3 já se valorizaram 100% pouco mais de dois anos, a empresa também quer dobrar de tamanho — e numa janela temporal não muito maior.

  • O Seu Dinheiro acaba de liberar um treinamento exclusivo e completamente gratuito para todos os leitores que buscam receber pagamentos recorrentes de empresas da Bolsa. [LIBERE SEU ACESSO AQUI]

Grupo Vamos (VAMO3): solidez pré-IPO

Mas o que faz exatamente o Grupo Vamos (VAMO3)? Em linhas gerais, a companhia atua na locação e gestão de frotas de veículos pesados, como caminhões ou máquinas agrícolas — pense numa locadora de automóveis, mas voltada ao setor de infraestrutura e logística.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, o IPO feito em janeiro de 2021 não foi a estreia do Grupo Vamos enquanto empresa independente: a separação formal da JSL ocorreu na virada de 2015 para 2016; a companhia, portanto, passou pelo menos cinco anos operando de maneira fechada, de modo a chegar ao mercado em um estágio mais maduro de seu desenvolvimento.

E grande parte da estratégia de atuação da empresa passa por uma constatação simples: o Brasil tem uma imensa e envelhecida frota de veículos pesados. Dados de 2022 da Secretaria Nacional de Trânsito indicavam que havia 3,5 milhões de caminhões em circulação no país; cerca de 26% deles — ou mais de 900 mil — têm mais de 30 anos.

É fácil entender as razões por trás desse fenômeno: se um carro de passeio já é uma dor de cabeça e tanto — IPVA, manutenções, combustível e uma lista enorme de questões a serem lidadas —, imagine um veículo pesado. E mais: um caminhão novo, via de regra, custa ao menos R$ 500 mil, a depender das especificações.

O Grupo Vamos quer atuar nesse ponto da cadeia e apresentar uma alternativa nova às empresas: o aluguel de veículos pesados. E, segundo o CEO da companhia, essa opção representa uma economia de mais de 30% às companhias de transporte, considerando um fluxo de caixa de cinco anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A frota brasileira é uma das mais antigas do mundo, e precisa ser renovada", diz Couto, ressaltando que essa modernização não pode ser postergada indefinidamente. "O cliente se vê pressionado, precisa renovar, mas também vê uma escassez de crédito crescente. Aí entra o nosso modelo".

Demanda crescente

Hoje, o Grupo Vamos (VAMO3) conta com cerca de 35 mil caminhões em sua frota, respondendo por cerca de 1% do total de veículos desse tipo que circulam pelas estradas brasileiras. Um número ainda tímido e que mostra o potencial do crescimento do segmento de locação de pesados, pelo menos ao analisarmos outros mercados.

Couto destaca que, nos EUA, cerca de 25% da frota de caminhões é alugada — por lá, gigantes da logística como a Maersk e outras empresas do ramo atuam no mercado de locação. O CEO ainda ressalta que, em determinados países da Europa, essa taxa pode ultrapassar os 30%.

Sendo assim, a meta de expansão rumo aos 100 mil ativos sob gestão até 2025 parece relativamente tímida — se for mantida a proporção de 80% de caminhões na frota total, chegaríamos a cerca de 2,2% do total de veículos do país, considerando o montante de 3,5 milhões em circulação em 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A conclusão, segundo Couto, é simples: há amplo espaço para crescer — e a demanda para renovação é farta, apesar do ambiente macroeconômico mais duro, com juros altos e menor consumo.

"Essa é um pouco da beleza do nosso modelo de negócios: é positivo quando a economia está favorável, mas também tem um viés anticíclico", diz o CEO — em tempos mais duros, a locação de caminhões aparece como alternativa para a modernização da frota e redução do consumo de combustível, representando uma alocação mais eficiente do capital das transportadoras rodoviárias.

De fato, a demanda tem sido elevada no atual ambiente macroeconômico: dados do balanço do Grupo Vamos no quarto trimestre de 2022 mostram que a companhia tinha R$ 3,5 bilhões de ativos em estoque, sendo R$ 2,8 bilhões com disponibilidade imediata — o restante já está com contratos confirmados.

E, tão importante quanto os estoques em si é o valor de mercado desses ativos ainda não locados: segundo a empresa, o valor desses caminhões é 45% maior que o preço de aquisição, mostrando o poder de negociação do grupo junto às montadoras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fato de termos estoque de forma planejada nos deixa numa posição de tomar decisões sem ter pressão

Gustavo Henrique Couto, CEO do Grupo Vamos
Desempenho das ações VAMO3 desde o IPO, em janeiro de 2021. Fonte: B3

Grupo Vamos: crédito difícil?

Se os ativos em estoque garantem a continuidade do modelo de negócio do Grupo Vamos (VAMO3) no curto prazo, há quem levante dúvidas quanto a sua sustentabilidade. Afinal, falamos de uma empresa intensiva em capital — comprar caminhões em larga escala exige investimentos vultuosos.

Mas, num ambiente de crédito mais restrito por causa da Selic elevada — e em meio à seletividade dos bancos quanto à concessão de financiamentos, dado o potencial calote da Americanas —, como conseguir levantar essas cifras grandiosas de tempos em tempos?

Parte da resposta já foi dada pela própria companhia: em setembro do ano passado, o Grupo Vamos concluiu uma oferta subsequente de ações (follow on) reservada a investidores profissionais, embolsando cerca de R$ 640 milhões; foram emitidos 48 milhões de papéis, ao valor unitário de R$ 13,25, sem demanda pelo lote adicional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação, somada a uma antecipação de recebíveis, gerou um reforço de caixa da ordem de R$ 2 bilhões à companhia; Couto destaca que, no passado, a empresa já fez emissões de CRAs (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), além de buscar constantemente novas linhas de financiamento com bancos de desenvolvimento.

O Grupo Vamos, afinal, atua intimamente com os setores automotivo e de agronegócios — o escoamento da produção agrícola pelas estradas em direção aos portos faz da empresa um ente importante na cadeia de exportação brasileira, o que dá a ela acesso a ferramentas de financiamento em condições mais favoráveis.

Ao fim de 2022, o grupo tinha pouco mais de R$ 1,7 bilhão em caixa e aplicações financeiras, enquanto a dívida bruta era de R$ 7,67 bilhões, o que resulta numa dívida líquida de R$ 5,9 bilhões — um salto de 32,5% em relação ao fim do terceiro trimestre e de mais de 150% na comparação com dezembro de 2021.

Ainda assim, Couto não se diz particularmente preocupado com as métricas de endividamento. "Nosso perfil de dívida tem prazo médio de 6,2 anos, é bem alongado. Não há pressão para fazer rolagem, não temos nenhuma negociação em andamento nesse sentido".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Do endividamento total do Grupo Vamos, pouco menos de R$ 600 milhões possuem vencimento ainda em 2023. Fonte: Grupo Vamos

Falando do 4T22

Quanto ao resultado do quarto trimestre em si, o Grupo Vamos (VAMO3) apresentou números bastante elogiados pelo mercado como um todo. A companhia teve lucro líquido de R$ 254,3 milhões nos três últimos meses de 2022, mais que o dobro dos R$ 117 milhões contabilizados há um ano.

A receita líquida avançou 72,4% na base anual, para R$ 1,39 bilhão; os custos totais, por sua vez, se expandiram num ritmo menos veloz, de 60%, para R$ 770 milhões; com isso, tanto o lucro operacional (Ebit) quanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) saltaram perto dos 90%.

Em termos de margens, o Grupo Vamos encerrou o quarto trimestre de 2022 com os seguintes indicadores:

  • Margem operacional (Ebit): 34,7% (+5,4 p.p.)
  • Margem Ebitda: 42,7% (+5,1 p.p.)
  • Margem líquida: 18% (+4 p.p.)

Em relatórios divulgados logo após a divulgação do balanço, o Itaú BBA se mostrou positivamente surpreso com os números mostrados pelo Grupo Vamos e, como consequência, elevou suas estimativas para a companhia nos próximos anos; o banco tem recomendação de compra para VAMO3, com preço-alvo de R$ 23,00.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outras casas de análise têm opiniões semelhantes. O Inter destacou o lucro obtido pela empresa no trimestre; o Bank of America classificou os resultados como "fortes" e manteve a recomendação de compra, prevendo um primeiro semestre de 2023 positivo, dados os estoques já consolidados.

O Santander é outro que recomenda a compra das ações VAMO3; segundo o banco, o trimestre do grupo foi "sólido", com elogios à execução estratégica e à implantação de novos contratos.

Grupo Vamos (VAMO3), JSL e SIMPAR: ordem na casa

Voltando ao início deste texto: o slogan "entender para atender" é da JSL, apresentada como "irmã mais velha" do Grupo Vamos. A companhia de locação de caminhões e outros veículos pesados, no entanto, não é a única da família.

Originalmente, a JSL dedicava-se a uma série de atividades dentro do setor de infraestrutura: do transporte de cargas à locação de automóveis, da gestão logística à terceirização de frotas — uma empresa de amplo escopo. Em 2015, o grupo chegou a participar do leilão da ponte Rio-Niterói, por meio da subsidiária CS Brasil, mas saiu derrotado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse leque bastante diverso fez com que inúmeras empresas passassem a se desenvolver dentro da JSL, cada vez mais especializadas. Surgiu o Grupo Vamos, focado no aluguel de caminhões e equipamentos; a CS Brasil, voltada ao setor público, e muitas outras; em 2013, foi adquirida a Movida (MOVI3), locadora de automóveis.

Assim, foi necessária uma reorganização estrutural dentro da empresa. Foi criada a SIMPAR (SIMH3), que controla as diversas companhias do grupo — além da própria holding, a JSL, a Movida e o Grupo Vamos têm capital aberto na bolsa, enquanto a CS Brasil, a Automob (antiga Original) e a BBC seguem como subsidiárias integrais:

Fonte: Simpar (SIMH3)

Grupo Vamos e o futuro

E como atingir a meta de 100 mil ativos sob gestão até 2025? Segundo Couto, o grosso do crescimento da empresa se dará de maneira orgânica — eventuais aquisições não estão fora do radar, mas as possíveis compras que possam surgir pelo caminho são vistas como "acessórias" à estratégia de expansão.

A implantação de uma rede de concessionárias que esteja localizada em regiões de alta demanda por caminhões e equipamentos pesados, como o Centro Oeste, é uma das apostas do Grupo Vamos. Ao fim de 2022, eram 43 lojas sob administração da empresa, com marcas como Volkswagen/Transrio, Fendt, Valtra, Komatsu e Toyota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Nas áreas em que eu atuo hoje [com as concessionárias], há um número mágico: nos próximos cinco anos, a área de plantio deve dobrar, de 14 milhões de hectares para 30 milhões, sem que os agricultores precisem derrubar uma árvore", diz Couto. "É a área mais promissora do Brasil, talvez do mundo".

Além das perspectivas animadoras quanto ao aumento da área plantada e, consequentemente, a maior demanda por caminhões para escoar a produção, Couto também destaca a chegada de um novo executivo à diretoria do Grupo Vamos: Adriano Ortega, vindo da Raízen, ocupa o cargo de CFO desde fevereiro deste ano.

"Obviamente não digo que estamos imunes a qualquer incerteza macroeconômica, mas como somos um negócio de longo prazo, que gera valor aos clientes e atua num ambiente praticamente que é um oceano azul [de demanda], temos a sensação que estamos só começando", diz o CEO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PORTO LUCRATIVO

Valor de mercado da Petrobras (PETR4) salta para R$ 673,22 bilhões, o décimo recorde com petróleo nas alturas

28 de março de 2026 - 8:30

No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização

MUDANÇA NO COMANDO

Saída relâmpago: CEO da Tupy (TUPY3) renuncia após menos de um ano no cargo

27 de março de 2026 - 19:23

Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor

ENDIVIDADA

Braskem (BRKM5) diz que o problema são os spreads; BTG e BB acreditam que o problema maior é outro

27 de março de 2026 - 16:40

O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários

TENDÊNCIA GLOBAL

BTG Pactual entra na disputa pelos mercados de previsão com nova plataforma; veja como vai funcionar

27 de março de 2026 - 16:08

BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado

CHECK-UP AMARGO

Dasa (DASA3) tem prejuízo de quase R$ 1 bilhão e ações vão para a UTI na maior queda da bolsa; papéis chegam a recuar 19%

27 de março de 2026 - 13:02

A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil

FINAL DOS RUMORES?

Petrobras (PETR4) afasta ruído político e diz que não há fato novo sobre recompra da Refinaria de Mataripe

27 de março de 2026 - 12:31

Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa

SKINS EM CRISE

A conta chegou para a Epic Games, criadora de um dos games mais jogados do mundo; por que a empresa que inventou o Fortnite demitiu mais de mil funcionários

27 de março de 2026 - 12:06

Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa

INCERTEZA SOBRE CONTINUIDADE

Braskem (BRKM5) tem prejuízo de R$ 10,28 bilhões no 4T25, alta de 82%, alavancagem dobra, e auditoria expressa preocupação

27 de março de 2026 - 9:10

O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.

NO RASTRO DA CRISE

Mais uma peça cai: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do conglomerado Entrepay em meio à crise do Banco Master

27 de março de 2026 - 8:44

Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações

RETORNO AO ACIONISTA

Dividendos à vista: Hypera (HYPE3) anuncia R$ 185 milhões em JCP e conclui aumento de capital

26 de março de 2026 - 19:47

Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica

PROVENTOS NO RADAR

Acionista da Copel (CPLE3) vai encher o bolso? BTG calcula bolada em dividendos e diz o que fazer com as ações

26 de março de 2026 - 19:36

Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor

NOVA ESTRUTURA

A nova aposta do Bradesco (BBDC4): como nasce a BradSaúde e o que muda no grupo segurador

26 de março de 2026 - 17:44

Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática

RESULTADOS PRESSIONADOS

JBS (JBSS32) encara custos altos no gado e no milho, mas ainda é preferida do BTG no setor; entenda o que move a ação

26 de março de 2026 - 17:01

A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário

MENOR E MAIS LEVE

Americanas (AMER3) sai da recuperação menor e com foco em lojas físicas; ela tem forças para correr atrás da concorrência?

26 de março de 2026 - 15:03

No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro

IMERSÃO MONEY TIMES

Como o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiu lucrar mais com IA do que a dona do ChatGPT e o próprio Google?

26 de março de 2026 - 11:54

Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista

VAI DECOLAR PARA LONGE

Adeus, Gol (GOLL54): empresa vai sair da bolsa nesta sexta-feira e tem data para ser extinta; relembre a ‘novela’ da companhia

26 de março de 2026 - 11:26

Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa

ADEUS, PENNY STOCK

Marisa (AMAR3) recebe enquadro da B3 por ação abaixo de R$ 1, e avalia fazer grupamento; presidente do conselho renuncia

26 de março de 2026 - 10:14

Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão

REESTRUTURAÇÃO EM CURSO

Casas Bahia (BHIA3) dá novo passo na virada financeira e levanta R$ 200 milhões com FIDC de risco sacado

26 de março de 2026 - 9:33

Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda

SAIU DO FUNDO DO POÇO?

Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%

26 de março de 2026 - 8:57

A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos

AINDA PRECISA VOTAR

A torneira dos dividendos vai fechar? A proposta da Equatorial (EQTL3) que pode mudar a distribuição aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:59

Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia