O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O pagamento dos proventos da estatal deve acontecer em 20 de fevereiro do ano que vem para os acionistas com papéis negociados na B3; veja quem terá direito a receber
O ditado diz que quanto maior a expectativa, maior o tombo — e não era pouca espera pelo resultado da Petrobras (PETR4) no terceiro trimestre deste ano. Ainda mais depois que a estatal divulgou o relatório de produção trimestral no final de outubro mostrando a expansão de alguns segmentos.
Nesta quinta-feira (9), a Petrobras informou que seu lucro líquido caiu 42,2% entre julho e setembro em base anual, para R$ 26,7 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, a queda foi de 7,5%.
O lucro líquido recorrente, por sua vez, foi de R$ 27,2 bilhões, uma baixa de 41,5% em base anual. Em relação ao trimestre anterior, a queda foi de 7,3%.
Já a receita com vendas somou R$ 124,8 bilhões no período, resultado 26,6% menor do que o obtido em igual intervalo do ano anterior. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, no entanto, houve alta de 9,7%.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado encolheu 27,6% ano a ano, para US$ 66,2 bilhões. Em base trimestral, no entanto, subiu 16,8%.
A dívida líquida da Petrobras caiu para US$ 43,7 bilhões, um resultado 7,9% menor do que o registrado no terceiro trimestre de 2022 e 3,7% maior do que o registrado no segundo trimestre deste ano.
Leia Também
Já os investimentos da estatal no terceiro trimestre do ano subiram 59,2% ante o mesmo período de 2022, para US$ 3,4 bilhões.
Apesar dos ganhos operacionais, o lucro líquido da Petrobras foi impactado principalmente pela desvalorização do real frente ao dólar, considerando a base trimestral.
Já em termos anuais, comparação na qual a queda do lucro líquido foi mais acentuada, o resultado é justificado pela estado com a queda do Brent — usado como referência no mercado internacional — e também pela redução das margens dos derivados no exterior.
"Os números do ano passado refletiram um cenário atípico de preço alto de Brent que levaram a resultados financeiros recordes para as companhias de petróleo", diz a Petrobras.
A Petrobras explicou ainda que o aumento das receitas no terceiro trimestre em comparação com segundo trimestre se deve, em grande medida, pela valorização de 11% do Brent — usado como referência no mercado internacional — e por maiores volumes de vendas de derivados no mercado interno e de exportações de petróleo.
Como é de praxe, junto com a divulgação dos resultados trimestrais, a Petrobras anunciou também o pagamento de dividendos bilionários — cuja política de distribuição mudou em julho deste ano.
A estatal informou que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento de R$ 17,5 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas.
A distribuição, segundo a companhia, está alinhada à nova política de remuneração aos acionistas, que prevê que, em caso de endividamento bruto igual ou inferior ao nível máximo de endividamento definido no plano estratégico em vigor (atualmente US$ 65 bilhões), a Petrobras deverá pagar 45% do fluxo de caixa livre.
Vale lembrar que os dividendos propostos já levam em consideração o valor de ações recompradas no terceiro trimestre de 2023 de R$ 974 milhões.
Com isso, a distribuição ficou assim:
As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos na B3 e na NYSE a partir de 22 de novembro de 2023. Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito aos proventos.
Para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3, o pagamento da primeira parcela será realizado no dia 20 de fevereiro de 2024 e o da segunda parcela, no dia 20 de março de 2024.
Os detentores de ADRs receberão os pagamentos a partir de 27 de fevereiro de 2024 e 27 de março de 2024, respectivamente.
A primeira parcela de pagamento será realizada da seguinte forma:
A Petrobras alcança esses resultados em meio à recente proposta da administração de mudar alguns pontos do estatuto social da companhia — que causou polêmica e fizeram as ações da estatal terem fortes quedas nas últimas semanas.
A proposta de alteração será votada em assembleia geral extraordinária (AGE), marcada para o dia 30 de novembro.
Entre as mudanças que serão votadas neste dia e trouxeram preocupação estão a criação de uma reserva de remuneração do capital e a exclusão de restrições para indicar administradores que tenham ocupado cargos públicos, como previsto na Lei das Estatais (Lei nº 13.303/2016).
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar