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O lançamento da adaptação do videogame fica atrás apenas de “A Casa do Dragão”, que atraiu 9,98 milhões de espectadores na estreia

Baseada na franquia de videogame de sucesso da Playstation e da Naughty Dog, a série “The Last of Us” (TLOU) deu o que falar após sua estreia na plataforma de streaming HBO Max no último domingo (15).
Além da fidelidade espantosa às cenas vistas no jogo, o lançamento da série também surpreendeu com a audiência: o primeiro episódio atingiu 4,7 milhões de espectadores ao redor do mundo no domingo.
A série era um dos lançamentos mais esperados do calendário da HBO de 2023. Para se ter uma ideia, os trailers e teasers da produção somaram mais de 100 milhões de visualizações até a estreia de TLOU, segundo informações da WarnerMedia.
“Nosso foco era simplesmente fazer a melhor adaptação possível dessa amada história para o maior público possível”, afirmaram Craig Mazin e Neil Druckmann, produtores executivos da série, em nota à imprensa.
Com a audiência de milhões — literalmente —, a adaptação do jogo conquistou a coroa de segunda maior estreia da HBO desde o lançamento da série “Boardwalk Empire: O Império do Contrabando”, que contou com uma audiência de 4,81 milhões em 2010.
O lançamento de TLOU fica atrás apenas de “A Casa do Dragão”, série que explora o universo criado por George R. R. Martin cerca de duas centenas de anos antes dos acontecimentos retratados em “Game of Thrones” e que atraiu 9,98 milhões de espectadores na estreia.
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A audiência de 4,7 milhões não foi a única marca estonteante que The Last of Us conquistou. A série ainda ganhou avaliação de 99% dos críticos no site Rotten Tomatoes e de 9,6 no IMDB.
O sucesso de The Last of Us chegou ainda às redes sociais, com a série alcançando o primeiro lugar nos assuntos quentes (os famosos “trending topics”) do Twitter global na noite da estreia.
“Estamos emocionados em ver os fãs da série e do jogo vivenciarem essa história icônica de uma nova maneira e agradecemos a eles por ajudarem a torná-la um sucesso”, disse Casey Bloys, CEO da HBO.
Diferentemente de outras adaptações de jogos, que falharam em transformar as histórias originais para outros formatos devido à intensa busca pela jogabilidade dos usuários, a HBO conseguiu dosar as mudanças para até melhorar a experiência dos fãs.
A produtora trouxe o criador do jogo original, Neil Druckmann, para desenvolver o roteiro da série de The Last of Us junto ao produtor e roteirista Craig Mazin.
Desse modo, o roteiro da produção da HBO é extremamente fiel ao videogame, com a reprodução de falas dos personagens e cenas. Druckman chegou a garantir ao jornal The New Yorker que a produção seria a "melhor e mais autêntica adaptação de games” já feita.
Mesmo assim, o criador do jogo prometeu aos fãs da franquia mudanças pela frente. “Acho que a série vai mudar as coisas. Às vezes, adaptações não funcionam porque o material de origem não é forte o suficiente. Às vezes, elas não funcionam porque as pessoas que a fazem não entendem o material original.”
Na adaptação da HBO, Druckmann atuou como produtor, roteirista e até diretor de determinados episódios da série.
“Com eles no comando [Craig Mazin e Neil Druckmann] ao lado da incomparável Carolyn Strauss, esta série certamente vai agradar tanto os fãs dos jogos The Last of Us quanto os recém-chegados a esta saga. Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Naughty Dog, World Games, Sony e PlayStation para adaptar esta história épica e poderosamente envolvente”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva da HBO.
O jogo The Last of Us foi lançado para Playstation 3 em 2013, enquanto a sequência foi ao mercado em 2020 para Playstation 4.
Ao todo, a franquia vendeu mais de 37 milhões de cópias ao redor do mundo até dezembro do ano passado, segundo a Naughty Dog e a Sony.
Assim como o jogo, a adaptação retrata um futuro pandêmico que deixou os seres humanos à beira da extinção, se passando cerca de 20 anos depois da destruição da civilização devido ao fungo Cordyceps.
O primeiro episódio da série retrata a jornada de Joel, um sobrevivente contratado para contrabandear Ellie, uma jovem de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva.
A dupla deve encontrar um grupo de rebeldes que se voltou contra as autoridades, mas descobre que Ellie pode estar infectada com o vírus.
Os dois passam a questionar se a possível imunidade da jovem pode ser a chave para encontrar a cura do vírus e salvar a humanidade.
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