O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com o último boletim publicado pelo governo de São Paulo, o estado contabiliza mais 1,7 mil desalojados, 766 desabrigados e 36 mortos.
O ministro-chefe da Secretaria da Comunicação Social, Paulo Pimenta, disse nesta segunda-feira (20) que são necessárias ações de curto prazo para lidar com a destruição causada pelas fortes chuvas no litoral norte de São Paulo. Segundo ele, o programa "Minha Casa, Minha Vida" (MCMV) é uma forma de evitar tragédias como esta.
"Não foi a casa de veraneio das pessoas que foi atingida", declarou o ministro. De acordo com o último boletim publicado pelo governo de São Paulo, o estado contabiliza mais 1,7 mil desalojados, 766 desabrigados e 36 mortos.
Pimenta fez as declarações à GloboNews a partir da base área de São José dos Campos (SP), a maior cidade do Vale do Paraíba, que fica a 100 km de São Sebastião, cidade litorânea mais atingida pelas chuvas.
O ministro e outros colegas aguardavam a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que pudessem sobrevoar a região e depois deslocar até os locais mais atingidos. Um gabinete de crise foi montado em São Sebastião.
Em coletiva realizada junto com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula também enfatizou o tema e prometeu ao prefeito da cidade que resolverá o problema habitacional: "Não podemos construir mais casas em local que possa ser afetado por outras chuvas".
Freitas confirmou que a construção de casas fora de áreas de risco foi discutida em reunião com o presidente e autoridades municipais.
Leia Também
O programa "Minha Casa, Minha Vida" foi relançado por Lula na semana passada. A meta é contratar, até 2026, dois milhões de moradias.
Vale relembrar que o MCMV foi uma das principais marcas dos governos petistas, ajudando famílias brasileiras de baixa renda a realizarem o sonho da casa própria.
Com a troca no comando do Executivo, porém, assumido por Jair Bolsonaro (PL) em 2019, minguaram os recursos destinados à fatia mais carente da população. O programa foi substítuido em 2020 pelo "Casa Verde e Amarela", que, segundo nota publicada pelo Planalto, excluía essa faixa de renda dos financiamentos.
Junto com a volta do tradicional nome, Lula também anunciou o retorno da Faixa 1 do programa, destinada para famílias com renda bruta de até R$ 2.640 por mês. O objetivo é que até 50% das unidades financiadas e subsidiadas sejam destinadas a esse público.
Ainda segundo o Planalto, entre outras novidades do novo MCMV estão "a ampliação da inclusão da locação social, a possibilidade de aquisição de moradia urbana usada e a inclusão de famílias em situação de rua no programa".
A ideia é que os empreendimentos sejam construídos próximos a comércios, serviços e equipamentos públicos, além de contarem uma infraestrutura desenvolvida no entorno.
*Com informações do Estadão Conteúdo
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo