O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mesmo que as notícias sobre o arcabouço fiscal tenha acalmado parte dos gestores, solução fiscal ainda parece algo distante
Ainda que as últimas notícias vindas do Ministério da Fazenda tenham acalmado um pouco os ânimos do mercado, o cenário ideal ainda está longe de ser formado. Até lá, caso ele chegue, empresas continuarão castigadas e os juros seguirão elevados, segundo importantes gestores locais.
A avaliação foi dada durante o evento 9th Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI nesta terça-feira (4) em São Paulo. O encontro reuniu, entre outros nomes, o sócio-fundador e CIO da Absolute Investimentos, Fabiano Rios; o também sócio-fundador e CIO da Constallation Investimentos, Florian Bartunek; e Leonardo Linhares, diretor na SPX Investimentos.
De maneira geral, o grupo de gestores acredita que não há milagre capaz de resolver os problemas de maneira simples, por mais que os instrumentos necessários para lidar com juros e inflação alta estejam sendo aplicados aqui e no mundo.
E, ainda que haja uma melhora capaz de trazer de volta a confiança dos investidores, especialmente no mercado de renda variável, nenhum deles acredita que será o grande momento de ver o Brasil deslanchar.
"Ainda que a gente pense num cenário menos pessimista, o Brasil tem peculiaridades que vão torná-lo underperform porque precisamos de uma série de mudanças que não virão", disse Fabiano Rios, da Constallation Investimentos, a despeito até mesmo da empolgação dos investidores estrangeiros com o Brasil.
"Não consigo pensar em outro período tão difícil para as empresas brasileiras como esse", completou o gestor, ao comentar como os efeitos dos juros altos e má fase do mercado de crédito afetam o ambiente de negócios.
Leia Também
A alta dos juros também esteve presente na discussão do painel, com um tom pessimista inevitável por parte dos gestores.
Para Leonardo Linhares, da SPX Investimentos, esse ainda é um tema distante de ser solucionado. Ele elogiou os esforços de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, para encontrar soluções e ter diálogo com o Banco Central.
“Mesmo com o arcabouço fiscal funcionando, a queda de juros vai ser mais difícil do que as pessoas esperam”, disse.
Linhares acredita que discussões sobre desaceleração do crescimento serão inevitáveis, especialmente quando olha-se para o momento do mercado de trabalho e o próprio crescimento global.
Os gestores concondaram que para que haja queda de juros é necessário um processo de desinflação, mas que no momento ele ainda não é visível ou, pelo menos, não acontece no ritmo necessário.
"Não vejo os juros caindo nos próximos seis meses, pelo menos, essa é uma discussão para o segundo semestre só", disse Fabiano Rios, CIO da Absolute Investimentos.
Mas, apesar de todas essas preocupações, Florian Bartunek, da Constallation Investimentos, pondera que as reações recentes do mercado tem sido bastante desmedidas. O gestor brincou dizendo que acorda com medo de que um papel esteja caindo 30%, coisas que ele classifica como "emoção demais" do mercado.
O gestor aproveitou, ainda, para reforçar sua tese de que o investidor deve avaliar empresas individualmente, especialmente aquelas que ganham mais fatias do mercado durante uma crise. Afinal, são elas que sobreviverão e sairão da escuridão ainda melhores do que entraram. Citou, entre alguns nomes, Arezzo (ARZZ3) e Raia Drogasil (RADL3).
"Tenho muito mais convicção de que essas empresas estarão mais fortes daqui 10 anos do que onde vai estar a bolsa, se o Ibovespa estará em 110 ou 115 mil pontos", afirmou.
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger