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UM SONHO MAIS DISTANTE

Está mais caro comprar imóveis no Brasil: preços sobem 17,14% em 2025, mostra Abecip — mas há sinais de desaceleração

Considerando só o mês passado, na média, os preços subiram 1,15%, depois de terem registrado alta de 2,52% em outubro

homem entrega chave da casa própria
Imagem: shutterstock

Quem realizou o sonho da casa própria no fim deste ano sentiu um peso maior no bolso. Os preços dos imóveis residenciais no Brasil ficaram 17,14% mais altos nos últimos 12 meses encerrados em novembro, segundo o Índice Geral do Mercado Imobiliário (IGMI-R), calculado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

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Considerando só o mês passado, na média, os preços subiram 1,15%, depois de terem registrado alta de 2,52% em outubro.

Apesar do aumento nos últimos 12 meses, há uma boa notícia: a velocidade de alta dos preços na margem registrou uma desaceleração quase generalizada no período entre outubro e novembro.

A leitura regional do IGMI-R mostra que nove das dez capitais avaliadas registraram queda do indicador de um mês para outro.

A exceção foi Goiânia, no Centro-Oeste, que apresentou aceleração: saiu de uma alta de 0,70% para 1,13% no período. Já Brasília acompanhou a tendência nacional, registrando forte recuo de 4,73% para uma alta de apenas 0,89%.

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A alta dos preços dos imóveis por região

As menores variações, em comparação às demais regiões, foram registradas no Sudeste, de acordo com o IGMI-R.

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No Rio de Janeiro, a taxa caiu de 2,15%, em outubro, para 0,29%. Em Belo Horizonte, recuou de 2,14% para 0,56%. Já em São Paulo, conhecida por ser uma região de preços mais elevados, também houve desaceleração, com a variação caindo de 2,41% para 1,11%.

No Nordeste, a desaceleração foi generalizada, com Recife vendo os preços dos imóveis residenciais desacelerando de 3,43%, em outubro, para 2,19% em novembro. Em Salvador, os preços que haviam subido 3,05% em outubro variaram 2% no mês passado. Em Fortaleza, a desaceleração foi menor, de 1,07% para 1,01%.

As capitais do Sul seguiram o mesmo movimento de desaceleração: Porto Alegre, de 2,81% para 1,49%; e Curitiba, de 2,46% para 2,13%.

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*Com informações do Estadão Conteúdo.

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