🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A CARTA DO BC

De Campos Neto para Haddad, com carinho: os grandes vilões do estouro da meta de inflação; saiba como será 2023

Em carta aberta, o presidente do Banco central listou as principais causas para não entregar a inflação dentro da meta estabelecida em 2022 de 3,5% com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central; o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne a cada 45 dias para definir a taxa básica de juros da economia, a Selic
Imagem: Raphael Ribeiro/BCB

A elevação dos preços das commodities, especialmente do petróleo, e a inércia deixada como herança por 2021 foram os principais vilões para que o Banco Central não tenha entregado a inflação dentro da meta no ano passado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os motivos estão em carta do presidente do BC, Roberto Campos Neto, para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A carta é uma determinação prevista em lei

A meta de inflação de 2022 era de 3,5%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (pp) para cima ou para baixo. A taxa, no entanto, encerrou o ano em 5,79%

De acordo com a metodologia utilizada pelo BC, o principal fator que contribuiu para o desvio da meta foi a inércia inflacionária do ano anterior, com impacto de 2,74 pp. Já as medidas tributárias tiveram o maior impacto desinflacionário, de 2,33 pp. 

Os desequilíbrios entre demanda e oferta de insumos e gargalos nas cadeias produtivas globais, choques em preços de alimentação, resultantes de questões climáticas, e a retomada na demanda de serviços e no emprego após o recrudescimento da pandemia de covid-19 são apontados como outros fatores que contribuíram para que a meta de inflação não fosse cumprida. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fatores que contribuíram com a desinflação

Na contramão, alguns fatores contribuíram com a desaceleração da inflação. São eles:

Leia Também

PERÍODO ÚMIDO

Chuva derruba preço da energia, mas El Niño acende alerta para dezembro; veja o que esperar até 2027

REGRA DE OURO

O que acontece com o prêmio de R$ 300 milhões se ninguém acertar os números da Lotofácil da Independência

  • Redução na tributação sobre combustíveis
  • Energia elétrica e telecomunicações
  • Bandeira de energia elétrica
  • Apreciação cambial 
  • Hiato do produto no campo negativo

Juros x inflação

O presidente do Banco Central alegou na carta a Haddad que o aumento da taxa de juros real no ciclo atual é o maior ocorrido durante todo o regime de metas para a inflação, iniciado em 1999.

A taxa Selic está em 13,75% ao ano, após o processo de alta de juros mais longo da história do Comitê de Política Monetária (Copom). No documento, Campos Neto também ressaltou que o BC tem definido a Selic e vai continuar a fazê-lo, com vistas ao cumprimento das metas de inflação.

Campos Neto destacou ainda que a política monetária passou do campo expansionista para o território contracionista, com o juro real neutro atingindo 7,8% no último trimestre de 2022, acima da taxa neutra considerada pela autoridade monetária, de 4,00%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Considerando as estimativas da última pesquisa Focus, o BC calcula que a taxa real de juros permanece em 7,8% no primeiro trimestre de 2023 e então inicia trajetória declinante, atingindo 6,9% ao final de 2023, 5,2% ao final de 2024 e 4,7% ao final de 2025, ainda acima da taxa real neutra.

O que esperar para 2023

Campos Neto reconheceu que a inflação em 2023 deve se manter superior à meta estabelecida, considerando a projeção condicional de 5,0% para este ano. 

O limite de tolerância superior em 2023 é de 4,75%. Mas, considerando as projeções para 2024 (3,0%) e 2025 (2,8%), o BC argumenta que o “cenário é de convergência da inflação para as suas metas”.

Apesar disso, o BC estima que a inflação deve continuar em trajetória de queda ao longo deste ano, terminando abaixo do resultado de 5,79% em 2022, que superou o teto da meta em 0,79 ponto porcentual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem gerada por inteligência artificial mostra muitos condôminos discutindo em um condomínio com diversas torres de prédios. Ao fundo, há ainda uma churrasqueira e uma piscina 10 de setembro de 2026 - 12:35
Botijões de gás de cozinha do programa Gás do Povo em destaque, com identidade visual do governo federal, representando benefício social para recarga gratuita de gás de cozinha destinado a famílias de baixa renda. 10 de setembro de 2026 - 9:01
Bomba de combustível diesel e gasolina 9 de setembro de 2026 - 19:15
Chuva forte em São Paulo 9 de setembro de 2026 - 16:02
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar o projeto da OpenAI, dona do ChatGPT, para Wall Street. 9 de setembro de 2026 - 15:04
ID da foto:1275677842 9 de setembro de 2026 - 10:10
Fim do feriado 7 de setembro. 8 de setembro de 2026 - 6:42
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar