O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Comparamos as estimativas da primeira edição da Focus em 2023 com a última — e o ano caminha para terminar muito melhor do que se esperava
Os erros nas estimativas para a economia brasileira têm chamado a atenção — e não é de hoje. A mais nova evidência dessa constatação é a última edição da pesquisa Focus.
Os principais indicadores macroeconômicos do Brasil chegam ao fim de 2023 muito melhores do que esperavam os economistas de mercado consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) para a elaboração da Focus.
Se as projeções da primeira Focus de 2023 tivessem se confirmado, a economia brasileira estaria hoje numa situação bem pior do que a realidade de momento.
Quando o ano começou, as estimativas dos economistas para o fim de 2023 indicavam inflação em 5,36% (ante um teto da meta de 4,75%), expansão do PIB de 0,78%, dólar a R$ 5,28 e a taxa Selic a 12,25% ao ano.

Fonte: Banco Central.
O pessimismo generalizado começou a diminuir a partir da divulgação do PIB do primeiro trimestre de 2023.
Leia Também
O quadro a seguir mostra com clareza esse ponto de virada nas projeções.

Fonte: Banco Central.
Nas últimas semanas, o avanço de uma agenda econômica complicada, incluindo a aprovação de uma reforma tributária discutida havia décadas, ajudou a consolidar a melhora das expectativas.
De todas as projeções, a que menos ficou fora da curva foi a da Selic, que entrou em 13,75% com o BC já pressionado a promover um corte na taxa básica de juros.
Na mais recente edição da Focus, com data de 22 de dezembro, a inflação encontra-se dentro da meta para 2023, a previsão do PIB é de alta de 2,92%, o dólar posiciona-se para fechar o ano em R$ 4,90 e a taxa Selic caiu para 11,75%.

Antes de prosseguir, é preciso notar que, à exceção da Selic, os números finais do IPCA, do PIB e da taxa de câmbio ainda devem passar por ajustes.
Além disso, a Focus ainda terá mais uma edição com data de coleta de 2023 — embora a divulgação esteja programada apenas para 2 de janeiro de 2024.
De qualquer modo, diante do que já se sabe, pouco deve mudar até lá.
Agora o foco se volta para as projeções referentes ao ano que vem.
As projeções para as taxas de câmbio e juros em 2024 são melhores hoje do que se observava há um ano.
“Chama atenção a queda da projeção de Selic para 2024, que saiu de 9,25% para 9%”, disse o economista André Perfeito.
De acordo com ele, essa queda reflete a melhora nas projeções de inflação, bem como a perspectiva de juros mais baixos nos EUA.
Já a projeção para o IPCA acumulado do próximo ano é pior agora do que no início de 2023.
Mas são as projeções do PIB que mais têm saltado aos olhos. Desde a pandemia, os especialistas têm subestimado o desempenho da economia brasileira.
Uma das ponderações feitas pelos economistas é de que os modelos ainda não foram adequadamente adaptados à nova realidade.
Mesmo com o bom resultado observado em 2023, as projeções para 2024 permaneceram praticamente inalteradas, tendo passado de 1,50% na primeira Focus do ano para 1,52% agora.
No entanto, alguns pesos-pesados do mercado já têm apresentado projeções bem melhores do que a mediana da Focus.
O Bank of America, por exemplo, trabalha com uma expansão de 2,2% do PIB brasileiro em 2024.
Data de 25 de janeiro marca os 472 anos da capital, mas feriado municipal no domingo não garante descanso extra para todos os trabalhadores
Propostas iniciais do leilão da Receita Federal começam em R$ 20. O maior valor é de R$ 256 mil.
Ações da Toto subiram 11% na OTC Markets na quinta-feira (22) com aumento de receita com componente de chips
São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro na sede do fundo e também contra gestores
A partir de agora, o conselho de administração do FGC poderá propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas quando julgar necessário
Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na quinta-feira. Dia de Sorte também fez novos milionários. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 63 milhões.
Especulações cresceram após troca na equipe jurídica de Vorcaro; veja o que diz a defesa do banqueiro
Os ganhadores do concurso 3593 da Lotofácil efetuaram suas apostas em casas lotéricas estabelecidas praticamente na beira do mar
Mesmo com um ciclo de corte de juros, Frederico Catalan, membro do time de gestão do Opportunity Income, e Laís Costa, analista da Empiricus Research, avaliam que a renda fixa não vai perder o brilho neste ano
Fundo garantidor confirma acionamento da garantia após liquidação do banco, mas limite pode deixar investidores de fora; entenda
Lei 14.224 cria a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício e transforma doação de comida em estratégia econômica
Centro Histórico de Blumenau terá uma megaloja da Havan em breve; inauguração está prevista para o fim de abril
Mais de 15 anos depois de sua fundação, Policlínica Naval de Manaus tem uma mulher no comando pela primeira vez
Em evento do Seu Dinheiro, Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, diz como decifrar o cenário econômico em 2026
Pagamentos começam em 26 de janeiro; sistemas do Meu INSS ficam indisponíveis por três dias para atualização
Gabriel Bortoleto revelou o design que usará em seu segundo ano na Fórmula 1, mantendo as cores verde, amarelo e azul e inspiração em Ayrton Senna
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na terça-feira. O bilhete premiado foi um bolão com dezenas de participantes.
Valorização da xAI impulsionou o patrimônio de Elon Musk, que chegou a se aproximar dos US$ 800 bilhões antes de nova atualização dos números.
Imunizante totalmente nacional, de dose única, estreia em municípios-piloto e pode mudar a estratégia do Brasil contra uma das doenças mais persistentes do país