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A picape pequena teve 112 mil unidades emplacadas em 2022; analisamos os motivos pelos quais a Fiat Strada tem deixado tantos outros carros comendo poeira
A Fiat Strada tem sido por mais de 20 anos a picape pequena mais vendida do Brasil. Tendo como concorrentes a Chevrolet Montana (a antiga, que saiu de linha) e a Volkswagen Saveiro, a Strada sempre dominou sua categoria e só cresceu em participação. Hoje, a picape da Fiat detém 83% de market share em seu segmento.
Desde quando foi renovada, em plena pandemia em 2020, a picape virou o jogo. Deixou para trás a irmã Toro, então a mais vendida, para liderar entre os comerciais leves e também passou a ser o veículo mais vendido do Brasil desde 2021.
Em 2022, a Strada mais uma vez encerrou o ano como a #1 absoluta. Liderou com folga ao ter 112.390 unidades emplacadas. Atrás dela, o Hyundai HB20 é o segundo, com 96.255 unidades.
A ampla gama de variedades da Fai Strada permite que ela atenda a diferentes perfis de usuários.
Enquanto as versões de cabine dupla representam 40,7% de suas vendas, as de cabine Plus (ou estendida, mas que não leva passageiros atrás) são responsáveis por quase 60% de seus licenciamentos.
Ou seja, a Strada, majoritariamente, é um carro voltado ao trabalho, enquanto as versões automáticas, sempre de cabine dupla, agregaram volume à linha.
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Mas a fila anda e a Chevrolet deve chamar a atenção com sua nova Montana, que pode “roubar” mercado das Stradas mais equipadas. Será que o modelo da Fiat mantém o fôlego nas vendas?
O mercado especula que este ano a Strada deve ganhar uma atualização visual, mais e modernos itens de segurança e até uma versão com o desejado motor turbo 1.0 de até 130 cv (o mesmo que equipa Pulse e Fastback). Seria um upgrade e tanto!
Ao mesclar um carro de passeio com 5 lugares com a utilidade de um comercial leve com caçamba, a Strada traz aquilo que um consumidor que trabalha com carro precisa. Espaço para carga e também espaço para levar sua família.
Assim, não precisa ter dois carros, já que a Strada é um 2 em 1. E para atender a consumidores de variadas necessidades, a Fiat coloca seis versões que combinam diferentes cabines (simples e dupla), motores (1.4 ou 1.3) e câmbios (manual ou CVT).
Todas as Stradas trazem ainda um recurso que é acionado por uma tecla no painel, o TC+, que otimiza o controle de tração em situações de terrenos escorregadios, o que evita que uma das rodas patine. A suspensão elevada também lhe confere robustez.
A versão que mais vende, a de cabine simples Endurance, é a única equipada com o antigo motor Fire 1.4 de até 88 cv, de configuração mais simples e manutenção de menor custo.
O câmbio é manual de 5 marchas. Seu consumo (medição do Inmetro), usando gasolina, é de 11,9 km/l na cidade e 13,3 km/l, boas marcas.
As demais versões da Strada trazem o motor Firefly 1.3 que rende até 107 cv de potência com etanol e opção de transmissão manual de 5 marchas ou CVT.
Trata-se de um motor mais esperto e adequado para transportar carga na caçamba ou encarar uma estrada. Seu consumo com câmbio manual é de 12,4 e 14 km/l (cidade e estrada).
E olha que curioso: mesmo equipada com câmbio CVT, seu consumo continua quase o mesmo 12,4 e 13,9 km/l.
Na era dos SUVs com porta-malas que se equivalem aos de hatches pequenos, a Strada é a rainha do espaço.
Na configuração de cabine simples, ela oferece 1.354 litros de volume e capacidade para levar até 650 kg de peso.
Nas de cabine dupla, a área do compartimento cai para 844 litros e 600 kg.
Mesmo assim, atende bem a pequenos comerciantes, além de aceitar com folga bikes, patinetes, malas e outros tipos de bagagem.
Exceto na versão de entrada, a Strada traz capota marítima de série e todas contam com revestimento que protege a caçamba de riscos e outros danos.
Focando nas opções de cabine dupla, a Strada leva com bom nível de conforto 4 pessoas.
Por causa do túnel alto, o quinto passageiro (central) não consegue acomodar bem as pernas, mas para trajetos curtos funciona. Os outros dois passageiros, de estatura média, vão bem atrás, em espaço de cabeça e pernas.
O motorista não conta com luxo ou sofisticação, mas a cabine atende bem.
A versão CVT Volcano, por exemplo, não deixa nada a desejar aos automóveis de passeio: suspensão bem acertada, conforto de um câmbio automático e conteúdos modernos, como a central multimídia de 7” que pareia Android ou Apple sem fio, câmera de ré, ar-condicionado que gela a cabine em instantes, comandos do som no volante, direção elétrica e bancos de couro e tecido, entre outros itens.
O quinto motivo pelas boas vendas da Fiat Strada tem a ver com a falta de concorrentes à altura (a Volkswagen Saveiro sobrevive, mas ficou para trás, principalmente em espaço para passageiros), dos altos preços de picapes acima dela (a Toro começa em R$ 147 mil) e de uma situação que se acentuou no pós-pandemia: para que ter um carro de trabalho e outro de lazer, se tudo pode ser feito em um carro só, um IPVA, um licenciamento, um seguro?
Um carro que entrega conforto, desempenho adequado, baixo consumo e versatilidade.
(Preços e versões da Fiat Strada 2023, valores de São Paulo, em janeiro de 2023)
| Endurance Cabine Simples | 44,5% |
| Freedom Cabine Simples | 14,8% |
| Freedom Cabine Dupla | 14,8% |
| Volcano Cabine Dupla manual | 13,6% |
| Volcano Cabine Dupla CVT | 4,9% |
| Ranch Cabine Dupla CVT | 7,4% |
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