O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presente na coletiva desta sexta-feira (10) junto com o ministro da Fazenda, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, afirmou que há interesse dos Estados a aprovação da reforma tributária pelo Congresso
As negociações entre o governo e os Estados em torno do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) durou semanas, mas chegou ao fim – abrindo caminho para a reforma tributária. Nesta sexta-feira (10), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou um acordo de R$ 26,9 bilhões para compensar as perdas estaduais com o tributo.
“Esse acordo é importante para dar sustentabilidade fiscal aos estados. Estados saudáveis significam contas públicas saudáveis”, disse Haddad, acrescentando que o acerto não afeta as projeções econômicas apresentadas pela Fazenda.
Segundo o ministro, parte dos R$ 26,9 bilhões já foi compensada porque os Estados conseguiram no Supremo Tribunal Federal (STF) liminares que obrigavam a União a fazer a compensação com as perdas pela redução na alíquota do imposto para combustíveis, telecomunicações e energia. "O restante será diluído no tempo", disse.
Haddad afirmou ainda que o acordo é fruto de um "esforço monumental" com as unidades da federação. Ele lembrou que havia prometido não terminar o mês com o assunto pendente.
O ICMS é a principal fonte de arrecadação estadual, já que incide sobre bens essenciais, como combustíveis, energia e telecomunicações.
No ano passado, o então presidente Jair Bolsonaro sancionou as leis complementares que trouxeram impactos na arrecadação dos Estados.
Leia Também
A Lei 192 diz respeito à uniformidade, em todo o território nacional, das alíquotas do ICMS sobre combustíveis, e a 194 limitou a cobrança do imposto sobre bens essenciais, como combustíveis, energia elétrica e telecomunicações, a um teto máximo entre 17% e 18%.
Presente no anúncio do acordo feito por Haddad, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, afirmou que os termos acertados serão apresentados ao Congresso e ao STF e devem abrir caminho para a reforma tributária.
“Os Estados também estão muito interessados na reforma tributária. O Brasil está muito atrasado na questão tributária e esperamos que ela seja aprovada ainda este ano. Era importante levar o acordo antes de aprovar a reforma tributária”, disse.
Fonteles lembrou ainda que, no âmbito de uma reforma tributária, o ICMS é um dos tributos mais complexos.
“O ICMS é o imposto que precisa ser reformado de verdade. Confio que uma reforma tributária pode ser aprovada no Congresso”, afirmou.
Junto com o valor do acordo, o Ministério da Fazenda também divulgou o planejamento para repor as perdas dos Estados com o ICMS. Confira a lista com os principais pontos:
Segundo Haddad, o acordo é menos uma preocupação para o governo diante de um cenário fiscal que chamou de "desafiador".
"Temos muitos desafios pela frente. Economia em retração, cenário internacional bem desafiador com inflação e risco de crédito. A situação internacional é delicada", disse.
Para se chegar a um acordo foi necessário flexibilidade dos dois lados. No início das negociações, os Estados calculavam as perdas em R$ 45 bilhões e a União oferecia uma reposição de R$ 13 bilhões.
Em uma segunda rodada de conversas, a diferença foi estreitada: os governadores pediram R$ 37 bilhões e o Tesouro falou em R$ 22 bilhões.
Na última etapa de conversas, os dois lados já convergiam para um valor entre R$ 26 bilhões e R$ 30 bilhões.
A dificuldade em chegar a um acordo perpassou pelo desafio de obter consenso entre os estados. Para o acordo com a União ser concretizado, era preciso unanimidade entre os entes.
Após a sanção da lei complementar 194/2022 por Bolsonaro, os Estados tiveram que aplicar o teto máximo de 18% para o ICMS.
A norma acabou colocando combustíveis e serviços de energia elétrica, de telecomunicações e de transporte coletivo na lista de bens e serviços essenciais, atribuindo assim a todos a alíquota máxima de 18%.
A medida, no entanto, teve resistência dos Estados, que calculavam cortes violentos em suas receitas — na época, parlamentares oposicionistas e hoje governistas afirmavam que a iniciativa tinha caráter eleitoreiro, com foco na redução de arrecadação para dificultar a vida de quem não era aliado de Bolsonaro.
As perdas de arrecadação, argumentam governadores, também se dava em torno da lei complementar 192/22, que definiu que o ICMS vai incidir uma única sobre gasolina e etanol anidro; diesel e biodiesel; e gás liquefeito de petróleo (GLP).
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 5 de maio. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar quase R$ 40 milhões hoje.
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O valor cobrado é considerado o maior imposto sobre herança já pago na história da Coreia do Sul; herdeiros da Samsung consideram que “pagar impostos é um dever natural dos cidadãos”
Iniciativa do Desenrola Fies é reduzir a inadimplência e ajudar na regularização financeira dos participantes
Entre tensão no Oriente Médio e expectativa de cortes de juros, especialistas indicam como equilibrar risco e proteção; confira a última edição do programa Onde Investir
Falha pode apagar informações essenciais ao dirigir; confira os modelos da Volkswagen afetados e como resolver o problema gratuitamente
Para brasileiros com mais de 18 anos, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O Comitê de Política Monetária avaliou que o balanço de riscos para a inflação segue mais elevado do que o usual, refletindo principalmente as incertezas em torno dos conflitos no Oriente Médio
Com o avanço dos crimes cibernéticos, é importante entender o efeito de uma senha segura para proteção de dados
Prêmio em jogo na Lotofácil quase triplica depois de acúmulo, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores bem maiores nesta terça-feira (5).