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Grupo dos países mais industrializados do mundo destaca que sistema financeiro é apoiado por reformas implementadas após a crise de 2008
O grupo dos países mais industrializados do mundo, o G7, afastou riscos do sistema financeiro global em meio à quebradeira de bancos e disse que continuará a trabalhar em colaboração com as autoridades reguladores para monitorar os desenvolvimentos do setor financeiro.
Em comunicado após reunião de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais, o G7 destacou que os países estarão prontos para tomar as medidas apropriadas para manter a estabilidade financeira e a resiliência do sistema financeiro global.
"Reafirmamos que nosso sistema financeiro é resiliente, apoiado pelas reformas regulatórias financeiras implementadas após a crise de 2008, incluindo aumentos consideráveis nos níveis de capital e liquidez dos bancos, uma estrutura internacional para lidar de forma efetiva com quebras de instituições e um fortalecimento regulatório", diz o documento.
Nos últimos meses, casos de bancos quebrando estamparam o noticiário e acenderam alerta no mercado. No caso mais emblemático, o tradicional Credit Suisse revelou "fragilidades materiais" que levaram a uma derrocada das ações. O banco acabou sendo comprado pelo concorrente UBS.
O G7 reforçou também o compromisso com uma combinação de políticas macroeconômicas de crescimento que apoie a sustentabilidade fiscal e de preços no médio prazo.
Para isso, defende que a política fiscal deve continuar a fornecer, conforme apropriado, apoio temporário para grupos vulneráveis impactados pelo aumento do custo de vida.
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"A atuação fiscal deve garantir a sustentabilidade no médio prazo e ser coerente com a orientação da política monetária em meio a pressões inflacionárias", aponta o comunicado.
Nesse sentido, os líderes destacam que a inflação permanece elevada e os bancos centrais continuam "fortemente comprometidos em atingir a estabilidade de preços".
Dessa forma, buscam garantir que as expectativas inflacionárias permaneçam bem ancoradas, enquanto comunicam claramente as posições políticas para ajudar a limitar os impactos negativos em outros países.
O G7 reafirmou os compromissos cambiais de maio de 2017 e enfatizou a importância de promover reformas do lado da oferta, especialmente aquelas que aumentam o abastecimento e produtividade.
Sobre o confronto entre Rússia e Ucrânia, o G7 reforçou o apoio a Kiev contra a "agressão ilegal e injustificável" russa. O grupo destaca que o orçamento do apoio econômico à Ucrânia para 2023 e início de 2024 foi elevado a US$ 44 bilhões, o que permitiu a aprovação de um programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Ucrânia no valor de US$ 15,6 bilhões.
"Continuamos comprometidos em combater qualquer tentativa de evadir e minar nossas medidas de sanção", dizem. As estratégias incluem fortalecer o monitoramento das transações econômicas entre Rússia e outros países, tomar novas medidas em relação ao setor russo e monitorar de perto a eficácia dos limites de preços do petróleo produto russo e seus derivados.
Os ativos soberanos da Rússia em jurisdição dos países do G7 permanecerão bloqueados, segundo a declaração realizada pelas autoridades em 24 de fevereiro.
As informações são do Estadão Conteúdo.
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