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Está cada vez mais difícil, mas fizemos uma seleção de carros, de diferentes segmentos, abaixo dos três dígitos que valem a pena
Ficou bem mais difícil falar em carro popular após os sucessivos aumentos de preços nos últimos três anos. E não é apenas impressão. Com algumas exceções, a inflação dos carros novos supera com folga índices como IGP-M, que no acumulado de 2020 ao fim de 2022 foi de 53%.
Para se ter uma ideia, nos dois modelos de entrada as altas batem em 97% para o Fiat Mobi e 91% para o Renault Kwid, comparando preços de janeiro de 2020 x janeiro de 2023.
Pandemia, valorização do dólar, escassez de componentes e novas regras de segurança e emissões foram fatores que colaboraram para essas altas, que também afetaram o segmento de carros usados.
Se nos meses pré-pandemia era possível sair de uma concessionária pagando perto de R$ 100 mil por um Toyota Corolla ou até mesmo R$ 85 mil num Volkswagen T-Cross, hoje a situação é outra. O sedã não sai por menos de R$ 150 mil, enquanto o SUV bate a casa dos R$ 137 mil.
Fato é que hoje está mais difícil encontrar carros zero-km abaixo dos três dígitos. Para consumidores que fazem questão de dirigir um carro novo e não querem gastar tanto, montamos uma lista de indicação de 10 carros até R$ 100 mil que mais valem a pena comprar. Confira!

Parece até uma contradição que o Mobi, um dos carros mais acessíveis do Brasil, esteja em último nesta lista, mas nem tudo que é “barato” é melhor. E considere o “barato” como eufemismo.
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O que o hatch de entrada da Fiat tem de melhor mesmo é preço e consumo. O motor é o 1.0 de 74 cv que trabalha com o câmbio manual de 5 marchas. O conjunto lhe permite chegar a 15,5 km/l com gasolina na estrada e 14,2 km/l na cidade, segundo as medições do Inmetro.
Porta-malas é bem pequeno (200 litros), assim como o espaço no banco de trás. A versão Like custa R$ 68.990 e traz ar, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos e rodas de aço de 14”. Não tem nem rádio.
Para segurança, oferece os obrigatórios duplo airbag e freios ABS. Por mais R$ 3.300 (R$ 72.290) eu sugiro que você leve a versão Trekking, que adiciona a central multimídia de 7” com Android Auto e Apple Car Play. Na revenda isso vai fazer diferença.

Estar à frente do Mobi se justifica por ter preço ligeiramente menor (o que pode mudar a qualquer momento), porta-malas um pouco maior (290 l) e ter sido atualizado em 2022, quando recebeu um upgrade de segurança.
Por a partir de R$ 66.590, o Kwid traz como diferenciais direção elétrica, sistema Start&Stop (que desliga o carro em paradas e ajuda na economia de combustível), controle eletrônico de estabilidade (ESP) com auxílio de partida em rampa (HSA), luzes de circulação diurna em LED (DRL) e monitoramento da pressão dos pneus (TPMS).
A versão superior a essa, a Intense, custa R$ 70.540 e acrescenta multimídia de 8” com câmera de ré e ajustes elétricos dos retrovisores. Seu motor de 1 litro e 3 cilindros gera até 71 cv, tem um pouco mais de torque que o Mobi e seu consumo, pelo Inmetro, é de 15,3 / 15,7 km/l com gasolina, cidade/estrada. Pelo entretenimento, vale mais essa segunda opção.

Visual esportivo e muito estiloso, o Peugeot 208 só peca pelo espaço apertado do banco de trás e porta-malas de apenas 265 litros. Por isso, ele é a antítese do C3, além de custar mais caro. Para quem não se importa com espaço, o 208 entrega um pacote arrojado.
O motor é o mesmo de outros carros da Stellantis: 1.0 de até 75 cv com câmbio manual (M5) de relações de marcha mais curtas e trocas precisas, com o bom consumo de 13,6 e 15,5 km/l com gasolina (cidade e estrada).
Seu design é inegavelmente atraente, ainda mais com a luzes diurnas de LED que “imitam” dentes de sabre.
Vem bem completinho já na versão de entrada Like, com volante reduzido e base achatada, vidros elétricos, 4 airbags, direção elétrica, ajuste de altura do banco do motorista e do volante, controles de estabilidade e tração e ar digital, por R$ 79.990.
Nossa sugestão é a versão superior Style, que por R$ 84.990 acrescenta rodas de liga leve de 16”, teto solar fixo panorâmico, faróis full LED, câmera de ré e carregador sem fio.

Esse modelo nos gerou uma grande dúvida: 1.0 ou 1.6? A diferença de potência é expressiva, mas pelo custo-benefício, este compacto atende bem com o motor de entrada que gera 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O consumo é de 12,9 / 14,1 km/l (cidade e estrada, com gasolina).
Já o motor 1.6 de 120 cv é um projeto mais antigo da PSA e eleva o preço do C3 de uma forma que não justifica o pacote (R$ 89.490 manual e R$ 95.990 automático).
Espaço interno é o forte do Citroën, por causa do teto alto, junto com o bagageiro de 315 litros. O C3 começa em R$ 69.990 na versão Live, que já vem bem completinha: ar, direção elétrica, sensor de pressão nos pneus, controles de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa, vidros dianteiros e travas elétricos e painel de instrumentos digital.
Pode até te doer no bolso gastar mais R$ 8 mil para a versão Live Pack (R$ 77.990), mas leve em consideração: traz de mais importante o multimídia de 10”, junto com alto-falantes, comando do som no volante, chave canivete, regulagem de altura do banco do motorista e limpador e desembaçador de vidro traseiro.
Para quem aprecia rodas nos carros, a versão seguinte, Feel, a R$ 81.490 acrescenta em relação à anterior as rodas de liga de 15”.

Recente melhoria do hatch (que foi levemente reestilizado em 2022), o câmbio CVT é seu forte diferencial. Por R$ 90.990, o Argo traz motor 1.3 de até 107 cv e 13,7 kgfm de torque (com etanol) e é o automático mais em conta do mercado.
Com essa nova transmissão, o consumo do modelo pelo Inmetro na cidade é de 12,6 km/l e 13,9 km/l na estrada (gasolina). Atrás, o compacto tem razoável espaço e o porta-malas abriga 300 litros.
Entre os itens de série, controles de tração e estabilidade, travas elétricas nas portas e porta malas, direção elétrica, piloto automático, hill holder, ar-condicionado, central multimídia de 7”, monitoramento de pressão dos pneus e rodas de aço de 15”.

Como a proposta é chegar até R$ 100 mil, vamos ter de declinar do ótimo motor 1.0 turbo, cuja versão parte de R$ 108.800.
Mas este 1.0 aspirado não decepciona: rende até 80 cv e 10,2 kgfm de torque acoplado ao câmbio manual de 5 marchas, além do bom consumo: 13,4 e 14,6 km/l com gasolina (cidade e estrada).
O HB20 é um carro bem acertado, com design renovado recentemente e razoavelmente equipado. Atrás acomoda bem dois adultos (mas tem um terceiro lugar no meio, mais apertado) e o bagageiro comporta 300 litros.
A versão Comfort, a R$ 82.790, é a mais vantajosa entre os aspirados: traz 6 airbags, rodas de aço de 15”, ar-condicionado analógico, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricos, piloto automático, ajuste altura do banco do motorista, assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e tração e multimídia de 8”.
Se fizer questão de rodas de liga leve de 15”, a versão acima Limited sai a R$ 88.190 com alguns outros conteúdos.

Quem procura um veículo mais familiar por menos de R$ 100 mil tem algumas opções de sedãs. O Hyundai é uma das melhores opções, embora para atender ao limite de preço de até R$ 100 mil, só está disponível com motor aspirado.
Renovado em 2022, traz desenho mais harmonioso, com destaque à faixa que interliga os faróis na traseira e fica iluminada. A versão Comfort, a R$ 88.790, traz motor 1.0 aspirado de até 80 cv e 10,2 kgfm.
Espaço razoável e porta-malas de 475 litros. Logo acima, o HB20S Limited 1.0, a R$ 94.490, oferece rodas de liga 15” com acabamento diamantado, câmera de ré e acendimento automático dos faróis.

A escolha pelo compacto leva mais em conta seu bom conjunto de motor e câmbio do que pelo acabamento ou conteúdos.
Com ligeiras mudanças na dianteira, a linha 2023 do Volks passou a trazer a inédita configuração do motor 1.0 turbo de 3 cilindros que rende até 116 cv e 16,8 kgfm de torque com o câmbio manual de 5 marchas.
Divertido de dirigir, faz com gasolina, segundo o Inmetro, 14 km/l na cidade e 16,4 km/l na estrada.
Por fora, as rodas de liga leve de 15” e faróis e luzes diurnas em LED são de série. Interior é bem simples, bancos e encostos em peça única, central multimídia defasada, pequena e sem touch screen.
A Volks faz economias desnecessárias para um carro de R$ 94 mil: o Polo não traz sequer tapetes ou alças de apoio. Espaço atrás é bom para 2 pessoas e o porta-malas comporta 300 litros.

O Chevrolet Onix Plus leva vantagem sobre o maior rival (HB20S) por ainda ter a versão turbo abaixo do valor limite proposto pela reportagem.
Por R$ 96.750, o interessado leva o sedã mais vendido do país. O Onix Plus conta com amplo porta-malas de 500 litros e tem um dos melhores consumos de carro flex: 13,6 e 17,5 km/l (cidade e estrada), bebendo gasolina, de acordo com o Inmetro.
O motor 1.0 turbo rende até 116 cv e 16,8 kgfm. Entre os conteúdos, 6 airbags, controle eletrônico de estabilidade e tração e multimídia com tela de 8” sensível ao toque.

No limite do valor proposto para os carros novos nesta reportagem, o Pulse é o único utilitário-esportivo atualmente abaixo de R$ 100 mil e olhe lá. Sua escolha como melhor entre os 10 se dá porque o modelo da Fiat entrega um pacote aceitável e por fazer parte da categoria mais vendida atualmente, a dos SUVs.
Equipado com motor 1.3 de até 107 cv, esta é a única versão manual (de 5 marchas), que consome 12,6 e 14,7 km/l com gasolina.
A versão acima é a Drive CVT, que só bebe um pouquinho mais e custa R$ 105.990 – ou R$ 7 mil a mais. Trata-se de um alto preço pelo conforto de não trocar as marchas e que infelizmente é uma realidade de média de valor de nosso mercado.
O porta-malas leva 370 litros de bagagens (mais do que os hatches e outros SUVs) e o espaço atrás é apenas razoável. Direção elétrica, ar-condicionado automático digital, faróis e lanternas de LED, barras longitudinais no teto, rodas de aço de 16”, 4 airbags, monitoramento de pressão dos pneus e central multimídia com tela de 8,4″ estão entre os principais itens de série.
Para quem faz questão de ter um SUV zero, esta é uma das escolhas mais viáveis.
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