Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Menos pior

Economia global talvez não tenha ano tão ruim como o esperado – mas não há motivo para otimismo

Inverno menos rigoroso na Europa e reabertura da China tem contribuído para melhorar previsões para o PIB global

Economia global
Imagem: Pixabay

A economia global pode não ter um ano tão ruim como o esperado há alguns meses. A reabertura da China - com o fim da política de covid zero -, o inverno menos rigoroso na Europa e a sinalização de que a fase mais aguda da inflação nos principais países pode ter ficado para trás têm contribuído para melhorar as previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) do mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar das projeções melhores, os economistas ponderam que o cenário não é de otimismo. No caso do Brasil, por exemplo, os números globais mais positivos ajudam, mas não o suficiente para mudar o cenário de fraco crescimento esperado para 2023.

Na última revisão, o Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a estimativa para o PIB global deste ano de 2,7% para 2,9%, mas ainda abaixo da média observada desde 2000 (3,8%). "As perspectivas globais estão melhores do que há alguns meses, mas eu diria que a foto ainda é de um cenário desafiador", diz Eduardo Jarra, economista-chefe da Santander Asset Management.

Na China, a reabertura da economia tem sido mais rápida do que o previsto com o fim da política de covid zero. Isso contribuiu para que o FMI aumentasse a previsão de crescimento da economia do país de 4,4% para 5,2%.

Leia mais:

Menos frio

Na Europa, o inverno menos rigoroso do que o previsto também trouxe um alívio para o cenário econômico, bastante afetado pelo conflito entre Ucrânia e Rússia. Havia uma preocupação de que o frio intenso pudesse aumentar a demanda por gás e levasse a região a enfrentar uma falta do produto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O inverno mais ameno na Europa reduziu muito a necessidade de utilização de gás para fins de aquecimento", afirma Alexandre Bassoli, economista-chefe da Apex Capital. "O temor era de que, se o inverno se mostrasse rigoroso, seria necessário implementar um racionamento."

Leia Também

IATE DE LUXO

Na mira das autoridades, antigo iate de Daniel Vorcaro (no qual ele nunca pisou) tem heliponto, cinema, academia, sauna e tem valor estimado em R$ 2 bilhões

AS FILHAS FAVORITAS DE MUSK

Edifício “mais valioso da Terra” segundo Elon Musk será construído pela SpaceX e Tesla em parceria bilionária

Riscos à economia

Na virada do ano, muitos economistas enxergavam um risco de que a Europa pudesse enfrentar uma recessão profunda, expectativa que parece mais distante hoje. O Goldman Sachs chegou a prever um PIB de -0,1% para a região. Hoje, estima 0,8%.

Na economia americana, o cenário de um pessimismo exacerbado com a inflação começa a ficar para trás. Em dezembro, no acumulado de 12 meses, o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) subiu 5%, abaixo dos 5,5% de novembro.

O PCE é acompanhado de perto pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). No seu último encontro, o Fed reduziu o ritmo de alta das taxas de juros, para 0,25 ponto porcentual, alcançando a faixa entre 4,50% e 4,75% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diretor de pesquisa macroeconômica para América Latina do Goldman Sachs, Alberto Ramos, no entanto, pondera que o nível de desemprego baixo ainda pode pressionar a inflação nos próximos meses. Por outro lado, há fatores que já aliviam a alta dos preços, como a regularização das cadeias logísticas globais.

Efeito limitado na economia brasileira

O crescimento da economia global maior do que o esperado deve ter um efeito positivo - ainda que limitado - no Brasil. Com a China avançando mais do que se projetava inicialmente, a tendência é de que os preços das commodities avancem, o que favorece o Brasil.

"A recuperação da China é uma excelente notícia, porque o país é o maior destino das exportações brasileiras", afirma Alexandre Bassoli, economista-chefe da Apex Capital.

Os analistas esperam uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de 0,8% neste ano. A expectativa de um cenário global mais aquecido, porém, não fez com que bancos e consultorias promovessem grandes alterações nos seus cenários. O diretor de pesquisa macroeconômica para América Latina do Goldman Sachs, Alberto Ramos, destaca que a China deve movimentar principalmente os mercados de petróleo e cobre. No ano passado, o banco projetava um crescimento para o país oriental de 4,5%. Agora, a estimativa é de alta de 5,5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ramos pondera, porém, que o crescimento chinês não terá o mesmo impacto aqui como no passado. Isso porque, antes, o crescimento do país era baseado em investimento em infraestrutura, o que demandava, por exemplo, mais minério de ferro, commodity amplamente produzida no Brasil. Agora, a China está impulsionando a economia através do consumo interno.

"Esse tipo de crescimento chinês ajuda o Brasil, mas não beneficia tanto como o modelo baseado em infraestrutura", afirma Ramos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
perez hilton blogueiro 6 de agosto de 2026 - 11:11
carros elétricos 5 de agosto de 2026 - 16:16
Whittier, no Alaska 5 de agosto de 2026 - 13:24
Homem branco, na faixa dos 50 anos, com cabelos fartos e escuros, usando um blazer cinza e camisa azul claro. 5 de agosto de 2026 - 6:15
PISPasep Carteira de trabalho brasileira. Trabalho registrado CLT e dinheiro do Brasil. Salário mínimo Dinheiro real brasileiro. 5 de agosto de 2026 - 5:48
Robert Kiyosaki, autor de 'Pai Rico, Pai Pobre' 4 de agosto de 2026 - 16:29
Tesouro em moedas de um centavo. 4 de agosto de 2026 - 14:06
Calendário BPC 2026 4 de agosto de 2026 - 5:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar