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Com quatro lançamentos de filmes caros programados para este ano, o estúdio precisará lidar com um prejuízo de bilhões na conta caso o desempenho nos telões siga abaixo do esperado
Sem Mach 3 ou qualquer outra medida de velocidade espantosa: as corridas de Barry Allen parecem não estar sustentando o título de “homem mais rápido do mundo” — ao menos, não no que diz respeito à bilheteria. A arrecadação mais fraca que o imaginado de The Flash jogou luz em uma ferida aberta na Warner.
Vale lembrar que a produção arrecadou US$ 55 milhões nos Estados Unidos nos primeiros dias de exibição e somou US$ 139 milhões globalmente, de acordo com o site Box Office Mojo.
O desempenho frustrou as projeções já mais conservadoras, que apontavam para uma arrecadação de US$ 70 milhões nos EUA.
Em uma primeira análise, isso significa que The Flash precisará correr (muito mais) para dar lucro à Warner, já que a produção custou cerca de US$ 200 milhões para ser produzida, sem contar os custos com divulgação.
Ainda que os números de estreia da produção nos cinemas por si só já tenham decepcionado, a derrocada da arrecadação global nos dias seguintes escancararam novos problemas para a DC Comics.
Se sairmos da linha do tempo focada apenas em Flash e olharmos para o panorama geral do “multiverso” da DC Comics e da Warner, os desafios são ainda maiores — e mais custosos, também.
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Isso porque a gigante dos quadrinhos programou quatro lançamentos extremamente caros para este ano — e, depois do fracasso de Shazam 2: Fúria dos Deuses nas telonas, o filme protagonizado por Ezra Miller parece confirmar o mau agouro para a empresa.
Para fins de comparação, Shazam! 2 arrecadou somente US$ 133,7 milhões nos cinemas mundiais, enquanto The Flash atualmente conta com uma bilheteria global de US$ 135,7 milhões desde a estreia, na última quinta-feira (15).
Mas além das duas produções, a Warner conta com outras duas quatro adaptações de quadrinhos da DC com mega-orçamento marcadas para este ano: Besouro Azul e Aquaman 2.
Segundo especialistas em cinema consultados pela Variety, os orçamentos de produção e os prováveis gastos com marketing para os quatro filmes custarão entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,2 bilhão no total.
Ou seja, caso as coisas sigam percorrendo o caminho das pedras de Shazam! 2 e The Flash, o estúdio precisará lidar com um prejuízo bilionário na conta.
É importante destacar que, apesar de Ezra Miller estar em foco nas telonas ao dar vida a Barry Allen nos cinemas, o ator ficou praticamente de fora dos holofotes promocionais da Warner para o filme.
Isso porque a produção enfrenta dificuldades causadas justamente por Miller, que foi preso mais de uma vez nos últimos anos por acusações de agressão e abuso. Ele atribuiu o comportamento a "problemas complexos de saúde mental".
Exceto por uma aparição em um evento de estreia para fotos este mês, o artista está totalmente fora dos olhos do público desde agosto do ano passado.
Apesar do protagonismo problemático, a Warner luta para convencer o público de que The Flash é “um dos maiores filmes de super-heróis já feitos”.
Para compensar a ausência do protagonista em diversas propagandas, o estúdio não hesitou em desembolsar dinheiro em comerciais de TV durante as finais da NBA.
Não bastasse as preocupações com bilheteria ou com a reputação do ator principal, a questão temporal também se mostra como um problema para a DC.
Isso porque o aval para a produção dos quatro filmes programados para este ano partiu da equipe executiva que já deixou o estúdio.
Agora, os novos chefes da DC — James Gunn, recém saído da rival Marvel, e Peter Safran — decidiram reiniciar por completo a franquia da DC em 2025, começando por Superman: Legacy.
Isso significa que histórias como Flash e Besouro Azul ficarão “órfãos”, sem previsão de continuidade das histórias ou desenvolvimento futuro em outras produções do universo cinematográfico da DC.
*Com informações de Variety
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