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A partir de amanhã (16), a Petrobras vai cobrar R$ 0,41 a mais no preço médio de venda do litro da gasolina A para as distribuidoras, para R$ 2,93 por litro

A Petrobras (PETR4) anunciou nesta terça-feira (15) um novo reajuste nos preços da gasolina e do diesel, resultado da nova estratégia comercial da estatal.
No caso da gasolina, a partir de amanhã (16), o preço médio de venda do litro da gasolina A vai ficar R$ 0,41 mais caro para as distribuidoras, subindo para R$ 2,93 por litro.
Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,14 a cada litro vendido na bomba.
Vale destacar que, no ano, a variação acumulada do preço de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras ainda é de uma redução de R$ 0,15 por litro.
Já para o diesel, a Petrobras vai elevar em R$ 0,78 por litro o seu preço médio de venda de diesel A para as distribuidoras, que passará a ser de R$ 3,80 por litro.
Desse modo, como a mistura obrigatória para a composição do diesel vendido nos postos é de 88% de diesel A e 12% de biodiesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,34 a cada litro vendido na bomba.
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Em 2023 como um todo, o preço de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras recuou R$ 0,69 por litro.
É importante lembrar que o valor passado aos consumidores nas bombas é afetado por outros fatores além do preço da Petrobras, como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro de distribuição e revenda.
De acordo com a Petrobras, a nova estratégia comercial que substituiu a antiga política de preços da petroleira incorporou parâmetros que “refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”.
Por isso, a princípio, a companhia conseguiu reduzir os preços dos combustíveis e minimizar os efeitos da volatilidade e da alta dos preços externos nas últimas semanas.
Porém, a consolidação dos preços de petróleo em outro patamar tornou “necessário realizar ajustes de preços para ambos os combustíveis”.
Tais reajustes nos preços dos combustíveis buscam o reequilíbrio com o mercado internacional e com os valores marginais para a Petrobras, segundo a petroleira.
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