O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O metro quadrado subiu, em média, 5,79% em 50 cidades pesquisadas. A correção, entretanto, acompanhou praticamente a inflação geral da economia no mesmo período
Os 14 meses de aluguel atrasados de Seu Madruga só ficaram mais caros em 12 meses — isto, é claro, se ele vivesse no Brasil. Segundo o Índice FipeZap+, os aluguéis residenciais para novas locações subiram 17,05% em média em 25 cidades brasileiras, a maior alta em 11 anos para o período analisado.
Em dezembro de 2011, a variação nos 12 meses anteriores havia sido de 17,30%. A disparada dos juros básicos da economia e, por consequência, a das taxas dos financiamentos imobiliários, que tornaram a compra da casa própria inviável, provocaram esse aumento.
Do outro lado, o aumento pelos aluguéis pedidos é quase dez vezes a alta acumulada do IGP-M, conhecido popularmente como a “inflação do aluguel”. O indicador subiu apenas 1,86% em 12 meses até fevereiro deste ano.
"Com a taxa de juros elevada, quem não consegue comprar um imóvel aluga", diz Alison Oliveira, economista e coordenador da pesquisa. O aumento da demanda por locação é o principal motivo da alta dos aluguéis.
O enfraquecimento da compra e da venda de imóveis, diz Oliveira, teve reflexos nos preços de aquisição.
Isso porque o metro quadrado subiu, em média, 5,79% em 50 cidades pesquisadas. A correção, entretanto, acompanhou praticamente a inflação geral da economia no mesmo período.
Leia Também
Fabio Romão, economista da LCA Consultores, também aponta a escalada dos juros básicos, iniciada em março de 2021 e sua manutenção em níveis elevados desde agosto de 2022, em 13,75% ano, como fatores que estancaram a venda de imóveis e impulsionaram a locação.
Conforme especialistas, a volta ao trabalho presencial por causa do arrefecimento da pandemia é outro fator que tem impulsionado a demanda por locação de casas e apartamentos e ajudado na escalada de preços dos aluguéis residenciais.
Com o retorno ao escritório, a publicitária Rafaela Morselli, de 27 anos, e o marido, que moram em Guarulhos (SP), mas trabalham em São Paulo, têm gastado cerca de três horas diárias com deslocamento de ida e volta da casa para o serviço. Sem falar nas despesas com estacionamento e gasolina.
Para aliviar o bolso e reduzir a perda de tempo no trânsito, decidiram se mudar para um local mais próximo da empresa, na Zona Oeste da capital — mas se surpreenderam com os valores dos aluguéis que encontraram.
Desde janeiro a publicitária procura, sem sucesso, um apartamento de dois dormitórios, próximo do trabalho. Nos cálculos, a expectativa era gastar cerca de R$ 3 mil com aluguel.
Mas o imóvel mais barato que encontrou até agora foi um estúdio de aproximadamente 40 metros quadrados — que, na região, sai por R$ 4 mil, fora as despesas de condomínio, na faixa de R$ 500.
Moira Toledo, diretora de Risco e Governança da Lello Imóveis, uma das maiores imobiliárias da capital, e vice-presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, diz que o imóvel que Rafaela e o marido procuram é "como pão quente".
Isto é, quando está disponível no mercado, rapidamente é alugado, especialmente se tiver duas vagas de garagens.
A diretora da imobiliária explica que o antigo Plano Diretor da cidade de São Paulo incentivou a construção de microapartamentos e deixou a oferta de imóveis maiores mais restrita.
A volta ao trabalho presencial tem fomentado a procura de imóveis para alugar localizados perto das regiões de trabalho. Alguns deles, como a Vila Mariana, na zona Sul, e Jardins, Santa Cecília, na zona Oeste, e até o Centro da capital, são muito procurados neste momento para locação residencial na imobiliária.
Entre os motivos que puxaram para cima os aluguéis de imóveis, está a defasagem da correção que houve durante a pandemia. No auge da crise sanitária, os aluguéis foram mantidos em muitos casos porque a prioridade dos proprietários era ter o imóvel ocupado.
"Agora está havendo a recomposição dos valores, e isso acaba influenciando a subida de preços", observa Moira Toledo, diretora de Risco e Governança da Lello Imóveis, uma das maiores imobiliárias da capital paulista, e vice-presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação.
Alison Oliveira, economista e coordenador da pesquisa FipeZap+, concorda. Diz que, com a recuperação do mercado de trabalho e o aumento do emprego, há mais margem para renegociar a recomposição dos aluguéis.
Para conseguir captar um número maior de imóveis vagos para locação, a imobiliária tem contado com a tecnologia como grande aliada. "Produzimos conteúdo no nosso site, e as pessoas acabam cadastrando os imóveis", conta Moira.
A executiva observa que a elevação dos aluguéis é mais moderada em São Paulo, se for comparada a capitais como Florianópolis (SC) e Curitiba (PR), onde a oferta de imóveis para locação é menor.
De acordo com a pesquisa, a variação acumulada em 12 meses até fevereiro nos aluguéis na cidade de São Paulo foi de 15,14%.
Já Florianópolis registrou alta de 33,36%, liderando o ranking entre as capitais. Na sequência vêm Goiânia (GO), com 31,23%; Curitiba (PR), com aumento acumulado de 24,17%; Belo Horizonte (MG), com 21,73%; e Fortaleza (CE), com 21,32%.
Apesar do avanço no valor dos aluguéis, a rentabilidade da locação como negócio para os donos de imóveis ainda perde para os investimentos em renda fixa no mercado financeiro.
Nas contas da FipeZap+, o ganho com o aluguel residencial em fevereiro estava em 5,25% ao ano. A rentabilidade da locação é a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda do imóvel.
Esse resultado ainda é inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses, diz Oliveira. Ele observa que o futuro dos rendimentos depende da política monetária do Banco Central e até quando a Selic será mantida em 13,75%.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Briga entre o bilionário e o ministro do STF se estende desde 2024 com investigações sobre a plataforma X
Chocolate, batata-doce e café solúvel lideraram as altas do IPCA no período, enquanto arroz, azeite de oliva e frutas registraram as maiores quedas de preço.
Estas pessoas jogaram coisas no lixo achando que não valiam nada — e depois descobriram que estavam diante de verdadeiras fortunas
Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset e ex-Secretário do Tesouro Nacional, conta como o choque externo chega na inflação, nos juros e no seu bolso
O objetivo é conter os efeitos da alta da commodity no bolso do consumidor, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio
No total, já são 13 as estações de Metrô de São Paulo que adotaram o sobrenome de companhias
Lotofácil é dividida entre dois ganhadores. Quina desencanta e sai para bolão com dez participantes. Todas as demais loterias sorteadas pela Caixa Econômica Federal na noite de quarta-feira (11) acumularam.
Gigantes da tecnologia anunciam projetos bilionários de data centers no país, mas o consumo massivo de energia e água levanta alertas entre especialistas e ambientalistas
A surpreendente história de como George Clooney transformou gratidão em 14 malas com um milhão de dólares em cada para seus melhores amigos
O Mercado Livre ganhou os naming rights do estádio com uma proposta de aproximadamente R$ 1 bilhão para explorar o espaço por 30 anos.
Velha guarda de Wall Street diz estar constrangida com o ensaio fotográfico dos jovens banqueiros do Goldman Sachs
Com o fechamento do Estreito de Ormuz, as exportações de carne de frango e bovina brasileiras podem ser afetadas com multas por atraso, aumento no custo de combustível e até uma taxa extra para passar pela região
Mega-Sena saiu apenas duas vezes desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (11).
MacBook Neo no “precinho” poderá ser comprado no site oficial da Apple a partir desta quarta-feira (11)
Para diretor, disputa tributária envolvendo créditos de ICMS pode pressionar tarifas nos próximos anos; entenda
Também fazem parte da lista de bilionários os irmãos Batista e membros da família Salles
Outro ponto que chama atenção no top 10 dos bilionários é o domínio do setor de tecnologia entre os mais ricos do planeta.
Cerca de uma em cada quatro pessoas físicas e jurídicas brasileiras têm direto para resgatar dinheiro esquecido nos bancos
Se as estimativas estiverem corretas, o custo do preenchimento do álbum da Copa de 2026 vai passar de R$ 1.000 — isso sem nenhuma figurinha repetida.
Enquanto parte dos usuários das canetas emagrecedoras buscam perder peso, eles engordam as vendas da Lindt, afirma empresa