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Agenda de indicadores será enxuta no Brasil, em grande parte por causa do feriado de 7 de setembro, mas traz indicadores importantes lá fora
Há momentos em que as agendas simplesmente não batem. Você está indo embora, alguém está chegando. Você começa, a outra pessoa termina.
Mais ou menos como o funcionário e a dançarina da canção de Chico Buarque.
A semana que começa hoje nos mercados financeiros será um pouco assim, mas terá um destaque claro: o Livro Bege do Fed.
O feriado de Dia do Trabalho nos Estados Unidos em plena segunda-feira (4) tende a drenar consideravelmente a liquidez nas bolsas do resto do mundo.
A expectativa é de que o resultado mais forte do que o esperado do PIB do segundo trimestre, divulgado na última sexta-feira, traga alterações apenas residuais nas projeções econômicas contidas na pesquisa Focus do Banco Central.
Wall Street volta a funcionar na terça-feira (5), horas depois da divulgação de uma série de PMIs na Europa e dos números da produção industrial de julho no Brasil.
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O destaque da quarta-feira (6) — e também da semana — fica por conta do Livro Bege do Fed, mas ele só sai depois da balança comercial dos Estados Unidos em julho.
E se na quinta-feira (7) os mercados funcionarão normalmente no resto do mundo todo, a B3 permanecerá fechada por causa do Dia da Independência do Brasil.
Isso não impede a divulgação de indicadores econômicos importantes lá fora. Os mais relevantes são o saldo da balança comercial da China e os PIBs da zona do euro e do Japão no segundo trimestre.
Mas esses números só devem repercutir aqui na sexta-feira (8), quando a bolsa brasileira vai reabrir no meio de um feriado prolongado, reforçando uma expectativa de liquidez reduzida na B3.
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