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O projeto ainda está na fase inicial de testes de estresse de rede e usabilidade, portanto é difícil saber se o Banco Central manterá esse modelo ou tentará outra solução
O projeto piloto do real digital (RD) foi apresentado nesta semana pelo Banco Central. A criptomoeda brasileira — também conhecida como CDBC (Central Bank Digital Currency) — conta com diversos desenvolvedores locais e um protocolo que visa o dinamismo das transações entre instituições — ou, como foi apresentado, o “PIX do atacado”.
Nesta matéria, nós contamos para você as principais perguntas e respostas sobre a CDBC brasileira. Uma delas diz respeito à corrosão do balanço dos bancos devido a desintermediação criada pelo real digital.
Em outras palavras, um usuário não precisaria ter uma conta em banco para ter acesso ao RD, diferentemente do que acontece hoje com o real. O acesso à CDBC poderia ser feito diretamente por carteiras digitais privadas (wallets).
Acontece que as instituições financeiras dependem desses depósitos para fazer operações e manter seus balanços saudáveis — retirar esses intermediários, ou seja, os bancos, causaria uma crise no atual sistema.
Entretanto, esse não será um problema — pelo menos é o que entende a Moody’s. Em um relatório recente, a agência de avaliação de risco entende que o desenho do projeto, com uso de tokens específicos para o varejo, ajudem a conter esse tipo de situação.
O foco do modelo do real digital sempre foi o de dinamizar transações institucionais. Em um primeiro momento, o modelo prevê seu uso apenas para as operações no atacado, ou seja, entre as instituições reguladas pelo BC e a própria autarquia.
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Já para evitar a corrosão do balanço dos bancos, no varejo, as próprias instituições poderão tokenizar seus fundos e oferecer o real digital com lastro em depósitos bancários.
Assim, para obter o RD, os usuários teriam que comprar diretamente com essas instituições financeiras.
O projeto ainda está na fase inicial de testes de estresse de rede e usabilidade, portanto é difícil saber se o Banco Central manterá esse modelo ou tentará outra solução.
"Ao não permitir que clientes de varejo tenham acesso direto à CBDC, o Banco Central amortece o risco de saídas de depósitos dos bancos que poderiam reduzir a disponibilidade de financiamento para o sistema financeiro", destaca a agência de classificação de risco.
Vale lembrar que as propostas de CDBC da União Europeia, do Reino Unido e da China preveem que o cidadão custodie suas próprias CBDCs, "com maior risco de desintermediação" para os bancos incumbentes.
A Moody's observa que o foco principal do BC brasileiro é usar a estrutura blockchain e sua natureza programável para reduzir os custos de transação e fomentar a inovação na oferta de produtos ao consumidor.
A agência de classificação de riscos ainda destaca que o BC pretende alavancar a infraestrutura do PIX.
Segundo a agência, a tecnologia blockchain também visa reduzir o tempo de registro, que é um "obstáculo particular" no Brasil. "Uma redução nos custos de transação também reduzirá as barreiras de entrada para novas empresas, incluindo fintechs e neobanks."
Por fim, a Moody's também observa que o real digital é mais uma das iniciativas de inovação do BC brasileiro, depois do Pix e do Open Finance. "O Banco Central garantirá segurança da informação do sistema e estabilidade financeira”.
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