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Mesmo após a disparada do BTC, essa métrica ainda está em zona de oversold, o que significa que as cotações podem voltar a subir no curto prazo
O mercado global de criptomoedas vem escalando pouco a pouco desde o início do ano. Em 2023, o bitcoin (BTC) já acumulou alta de 43,5% após os dois primeiros meses de alta do maior ativo digital do mundo.
Naturalmente, os demais tokens do mercado também tiveram valorizações expressivas — ainda que estejam distantes das máximas históricas.
Mas o momento é de olhar o “copo meio cheio”. Afinal, os indicadores internos das redes (blockchains) e outras métricas indicam que o movimento de alta tem tudo para continuar em março.
Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:
| # | Name | Price | 24h % | 7d % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 23.743,88 | 1,26% | -1,83% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 1.654,92 | 1,36% | 0,51% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | 0,00% | 0,00% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 303,17 | 0,04% | -1,75% |
| 5 | USD Coin (USDC) | US$ 0,999 | -0,01% | -0,03% |
| 6 | XRP (XRP) | US$ 0,3806 | 0,85% | -2,97% |
| 7 | Cardano (ADA) | US$ 0,3625 | 0,30% | -6,20% |
| 8 | Polygon (MATIC) | US$ 1,25 | 2,13% | -8,06% |
| 9 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,8216 | 0,51% | -4,41% |
| 10 | Binance USD (BUSD) | US$ 1,00 | 0,02% | -0,04% |
De acordo com o fear & greed index (“índice de medo e ganância”, em tradução livre) do bitcoin, os investidores adotaram uma postura de maior exposição frente ao cenário que se apresentou em fevereiro.
Já para o mês que se inicia, março começa com uma postura mais neutra. Os investidores ainda acompanham o desempenho das principais economias do mundo para decidir se é hora de comprar ou de fugir dos ativos de maior risco.
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Apesar de alguns tokens terem apresentado um desempenho de chamar a atenção — a Polygon (MATIC), por exemplo, disparou 65,3% nos primeiros meses do ano —, vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e arriscado e o investidor não deve manter uma parcela maior do que 5% do seu portfólio em ativos digitais.
Dito isto, existe um outro indicador que os investidores devem permanecer de olho: o índice de força relativa (RSI, na sigla em inglês).
Mesmo após a disparada do BTC, essa métrica ainda está em zona de oversold, o que significa que as cotações podem voltar a subir no curto prazo.
Não se sabe ao certo até onde essa alta pode ir ou mesmo se ela irá acontecer. Contudo, vale lembrar que o BTC está 65,4% abaixo do preço das máximas históricas — estas que os analistas sempre achavam baixas para o potencial da criptomoeda.
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