🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O que Charlie Munger pode nos ensinar sobre o próximo bull market

O escudeiro de Warren Buffett deixou vários ensinamentos, mas os mais importantes para mim são sobre a inveja

Charlie Munger, vice-presidente da Berkshire Hathaway e braço direito de Warren Buffett
Charlie Munger, vice-presidente da Berkshire Hathaway e braço direito de Warren Buffett. - Imagem: Shutterstock

Nesta semana, o mundo dos investimentos ficou mais triste. Perdemos Charlie Munger, um dos maiores investidores de todos os tempos e, mais do que isso, uma grande pessoa.

Em seus quase 100 anos de vida – ele iria completar um século no dia 1º de janeiro – o escudeiro de Warren Buffett nos ensinou muita coisa, e seria impossível tentar colocar tudo aqui.

Mas os ensinamentos mais importantes dele para mim são sobre a inveja. Mais especificamente, duas citações memoráveis sobre sobre o assunto:

"A inveja é um pecado extremamente estúpido, porque é o único dos sete pecados capitais dos quais você não tem nenhuma diversão."

"Aqui vai uma verdade que provavelmente o seu assessor de investimentos discordará: se você está ficando rico e um conhecido está ficando rico mais rápido que você, por exemplo, investindo em ativos arriscados, e daí?! Alguém sempre estará ficando mais rico mais rápido do que você. Isso não é uma tragédia."

Por que isso é importante? No mundo dos investimentos, sempre estaremos rodeados de comparações, que por vezes podem escalar para a inveja ou a sensação que estamos sendo passados para trás.

Leia Também

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O caso dos CEOs bumerangue, a disputa eleitoral e o que movimenta os mercados hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O voto na curva de juros, o plano de R$ 1 bilhão da SkyFit e o que mais movimenta as bolsas hoje

"Tal fundo subiu X%, enquanto o outro valorizou Y% no período", "uma ação subiu 10% no período, enquanto aquela outra cresceu o dobro", "um determinado título de renda fixa ganhou Z% de valor no ano, enquanto o Tesouro Selic rendeu W%", e por aí vai…

Como investidores, sempre estaremos reféns dessas comparações, que na verdade podem se tornar perigosas e nos levar a conclusões equivocadas.

Não necessariamente o que subiu mais é melhor, porque muitas vezes os riscos associados são omitidos nessas comparações.

Um exemplo simples e fácil de entender é a escolha entre o Tesouro Selic ou uma debênture de uma empresa que não está muito bem das pernas.

Entre um retorno de 12% sem risco no Tesouro Selic e 12,5% na tal debênture, você não deveria ter dúvidas de que é melhor investir no primeiro, ainda que o retorno do segundo pareça maior.

Munger e a volta das comparações

Eu trouxe esse assunto à tona não apenas para lembrar desse ensinamento de Munger, mas porque se o ciclo de corte de juros no Brasil realmente começar a acelerar e as taxas pararem de subir nos Estados Unidos, há grandes chances de estarmos caminhando para um período favorável para a renda variável.

E isso significa que, em breve, você começará a se deparar com aquele vizinho, ou aquele parente contador de vantagem, todos dizendo que estão ganhando rios de dinheiro com o mercado de ações.

Em um cenário que o Ibovespa estiver subindo 50% em 12 meses, você começará a ficar desconfortável em ver sua carteira rendendo "apenas" 40%, especialmente se a rodinha de amigos e amigas estiver com retornos melhores do que os seus.

Mas será que isso é realmente um problema? Poxa, se mesmo investindo em empresas boas e com parte do seu portfólio seguro em renda fixa você está vendo o patrimônio crescer 40%, por que sofrer com o ganho de 50% dos outros?

Você não sabe onde eles estão se metendo, quais riscos estão assumindo e, mais importante, quanto eles estão arriscando do patrimônio se o mercado virar de uma hora para outra.

Não sei você, mas entre uma viagem tranquila de duas horas e outra que dura a metade do tempo, mas com sérios riscos de um acidente grave, eu escolho a primeira, muito obrigado!

"Agressivar" é diferente de fazer loucura

Não precisa ser como Munger para saber que, dependendo da melhora do ambiente, pode ser necessário fazer algumas alterações na carteira.

Reduzir um pouco a posição em renda fixa, alocar um pouco mais em ações de empresas cíclicas, que se beneficiam mais da queda de juros e aumento do PIB, são alterações que ajudam a aproveitar a melhora do mercado. Mas isso não significa entrar em qualquer bolha que você encontrar por aí.

Mas não se preocupe, quando elas começarem a aparecer, eu voltarei para alertar você.

Até lá, ainda dá para aproveitar bastante a valorização das ações brasileiras, que seguem descontadas e com muito potencial caso realmente estivermos diante de um período de juros mais baixos.

Outra classe de ativos que deve se beneficiar dessa queda de juros são os Fundos Imobiliários (FIIs), cujos rendimentos começam a ficar mais atrativos à medida que a Selic diminui, o que também deve começar a gerar maior procura por essa classe de ativos.

Aliás, preparamos um relatório gratuito para você acessar os melhores FIIs para gerar renda com imóveis em 2024. Se quiser conferir a lista, deixo aqui o convite.

  • As empresas que estão descontadas na Bolsa e podem valorizar muito em breve: veja 10 ações recomendadas para você investir AGORA e poder surfar o próximo bull market brasileiro. O relatório GRATUITO está disponível aqui.

Um grande abraço e até a próxima semana!

Ruy

Montagem que traz um fundo de gráficos de ações. Do lado direito, uma lupa e dentro da lupa, urna eletrônica 25 de setembro de 2026 - 7:10
24 de setembro de 2026 - 8:18
Dólar diante de uma bandeira do Brasil e um gráfico da bolsa de valores 23 de setembro de 2026 - 20:00
23 de setembro de 2026 - 8:30
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 23 de setembro de 2026 - 7:05
Imagem gerada por inteligência artificial mostra fantasmas ao redor de um cofre público, cheio de notas de real, sacos de dinheiro e pilhas de moedas 22 de setembro de 2026 - 8:38
Presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, apertam as mãos após encontro na Coreia do Sul 22 de setembro de 2026 - 7:48
Fachada de uma agência do Bradesco com arquitetura moderna, destacando painéis vermelhos e brancos, logotipos do banco em ambas as laterais do prédio, amplas paredes de vidro na entrada, corrimãos de acessibilidade e paisagismo com árvores e arbustos ao redor. 21 de setembro de 2026 - 8:15
18 de setembro de 2026 - 8:11
vale vale3 18 de setembro de 2026 - 7:20
Imagem mostra duas pessoas, vestindo macacões amarelos, em um barquinho no meio de uma tempestade no mar. É possível ver ondas altas, nuvens escuras e relâmpagos. A pessoa à frente está com binóculos, olhando para a frente 17 de setembro de 2026 - 8:21
Imagem gerada por inteligência artificial de uma tempestade com raios e nuvens escuras ao redor do banco central em Brasília 16 de setembro de 2026 - 8:22
15 de setembro de 2026 - 8:22
acoes-ibovespa-bolsa-brasil-eua 15 de setembro de 2026 - 7:04

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Na Super Quarta, um banco sobe e outro corta

15 de setembro de 2026 - 7:04
Motorista dirige em meio à neblina, com pouca visibilidade à frente 13 de setembro de 2026 - 8:00
Touro e urso nos mercados financeiros ações bolsa 11 de setembro de 2026 - 7:31
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar