O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Meta depende muito de arrecadação, que tem profunda relação com preços das commodities e juros nos EUA, que restringem ciclo de cortes na Selic, que afetam o mercado financeiro…
A semana traz uma carga significativa para os preocupados com a situação fiscal brasileira, uma questão que frequentemente abordo em minhas colunas aqui no Seu Dinheiro, dada sua natureza de ponto fraco para o Brasil. Acredito que é uma temática válida e recorrente.
Está programada a apreciação de três projetos que podem ser decisivos para melhorar a percepção fiscal, especialmente a taxação de fundos offshore e exclusivos.
Essa proposta é parte do pacote do governo para aumentar a arrecadação e é considerada vital pela equipe econômica para zerar o déficit das contas públicas em 2024, junto com a tributação dos "super-ricos" e a extinção dos juros sobre capital próprio (JCP).
A Câmara dos Deputados deve votar nesta semana o projeto de lei do Marco das Garantias, que facilita o acesso ao crédito.
O texto já passou pela Casa, mas foi alterado no Senado e, por isso, voltou para análise dos deputados.
No Senado, ontem, tivemos a aprovação do projeto de Lei do Desenrola.
Leia Também
Além de regulamentar o programa de renegociação de dívidas, a proposta limita os juros do rotativo do cartão de crédito a 100% caso não seja apresentada uma proposta de autorregulação.
Apesar de algumas vitórias, o governo ainda precisa de uma base de apoio mais robusta no Congresso.
Portanto, muitas das propostas necessárias para atingir a meta fiscal de 2024 parecem estar longe de se concretizar.
Naturalmente, à medida que nos aproximamos do fim do ano, os investidores ficam cada vez mais preocupados com a situação fiscal do Brasil.
Isso se refere à diferença entre o que foi contratado no arcabouço, indicando o equilíbrio fiscal no ano que vem, e o que será efetivamente executado.
Quanto maior essa diferença, mais provável que a meta precise ser revisada nos últimos momentos.
Outro aspecto é que o novo arcabouço depende excessivamente de receitas, que parecem ser difíceis de alcançar.
Assim, para cumprir a meta, será necessário um aumento significativo nas receitas no próximo ano (requerendo um acréscimo de R$ 169 bilhões em receitas ou 1,5% do PIB).
Até agora, do pacote de propostas para equilibrar o orçamento, apenas aquela que altera as regras do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) foi aprovada.
Embora seja uma movimentação relevante, muitos agentes de mercado acreditam que boa parte dessas medidas foi superestimada.
Assim, muitos apontam que apenas algo entre R$ 50 bilhões e R$ 75 bilhões, dos R$ 169 bilhões almejados, serão alcançados, o que seria bastante frustrante.
Como resultado dessa incerteza, as taxas de juros dos títulos locais voltaram a subir.
Fontes: Banco Central e BTG Pactual.
A receita tributária no Brasil está profundamente relacionada à dinâmica dos preços internacionais das commodities. Essa relação explica em grande parte o déficit de R$ 100 bilhões.
Em 2022, até agosto, testemunhamos um aumento extraordinário nos preços das commodities, atribuído à guerra na Ucrânia.
Isso impulsionou as receitas do governo em 2022 e, consequentemente, provocou a subsequente queda em 2023. Assim, apesar do crescimento do PIB, a arrecadação está em declínio.
Para complicar, enfrentamos uma alta histórica nas taxas de juros nos Estados Unidos. A taxa do título de 10 anos, por exemplo, está atualmente próxima de 4,70% ao ano.
A incerteza fiscal interna e o aumento das taxas no exterior estão exercendo maior pressão sobre nossa curva de juros.
Uma complicação adicional é que essas condições estabelecem um tipo de piso para o ciclo de redução de juros adotado no Brasil, restringindo o ciclo de cortes da Selic e criando um ambiente pouco atrativo para os investidores.
Seria o suficiente para destravar o tão sonhado rali de final de ano.
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira