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Brasília ainda lida com o rastro de destruição deixado por radicais no último domingo (08) e encaminha os procedimentos legais para encontrar e punir os responsáveis pelos ataques, mas o mercado financeiro já parece ter virado a página.
Desde ontem (09), a leitura de que o governo federal conseguiu impedir uma crise institucional e deve seguir tentando trabalhar para manter o ritmo de normalidade na apresentação das metas e planos do novo governo dão fôlego ao Ibovespa.
O cenário internacional também fez a sua parte. Os investidores seguem animados com a reabertura chinesa, injetando capital no mercado de commodities, e Jerome Powell, presidente do banco central americano, não deu sinais de que a instituição pode voltar a acelerar o seu ritmo de elevação de juros.
Nem mesmo dados de inflação muito acima do esperado seguraram a recuperação dos ativos locais. O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,55%, aos 110.816 pontos, e o dólar à vista foi ao menor nível desde dezembro, ao recuar 1,06%, a R$ 5,2020. A curva de juros também viveu um dia de alívio.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
O MERCADO PEGOU PESADO DEMAIS COM LULA?
Os repórteres especiais do Seu Dinheiro Julia Wiltgen e Victor Aguiar discutem se as medidas que o novo presidente tomou até agora foram realmente ruins ou se houve certo exagero por parte dos investidores. A resposta está aqui, clique e assista ao debate.
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