🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Hora do “risk-on” no Brasil: nosso processo de alocação e por que aumentamos o risco nas carteiras dos fundos

Conheça os bastidores da série Melhores Fundos e o processo de investimento que levou ao aumento tático de risco nas carteiras multiestratégia de fundos sugeridas

17 de julho de 2023
8:37 - atualizado às 14:55
lucro carteira de ação ações oportunidades de uma vida risco e retorno ações btg bbas3 banco do brasil vale vale3
Imagem: Adobe Stock

Desde o mês passado, o mercado tem acompanhado movimentos importantes dos investidores no sentido de uma maior exposição ao risco (“risk-on”, no financês). Nós, da equipe Os Melhores Fundos de Investimento da Empiricus, compartilhamos desse movimento no processo de alocação tática de nossas carteiras de fundos tradicionais e de previdência, o Melhores Fundos e a SuperPrevidência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para entrar nos detalhes dessa visão mais construtiva com os ativos locais, permita-me uma breve introdução sobre o funcionamento do nosso processo de investimento para os portfólios de fundos sugeridos.

A “gestão ativa” por trás da gestão ativa

Se você já nos acompanha há mais tempo, seja aqui no Linha D’Água ou na série Melhores Fundos, provavelmente já está familiarizado com o processo de investimento de nossa equipe.

Desde abril de 2020, bem perto do auge de incertezas nos mercados naquele início de pandemia da Covid-19, inauguramos a atual política de investimentos de todas as carteiras multiestratégia da série, aquelas que inspiram os FoFs Melhores Fundos (local), SuperPrevidência (previdência) e Melhores Fundos Global (global).

Nosso processo, emprestado dos maiores private banks e gestores de patrimônio do mundo, separa uma carteira bem diversificada em três decisões completamente independentes entre si.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A primeira delas é a decisão da alocação estratégica das carteiras. Trata-se definição de pesos neutros de longo prazo para cada classe de ativos. Neste primeiro momento, não importam a direção do mercado nos próximos meses ou em que fundos investir, apenas qual deve ser o mais provável prêmio de risco de cada classe acima do CDI nos próximos três a cinco anos.

Leia Também

A segunda está relacionada à alocação tática, ou seja, a definição dos pesos táticos de curto e médio prazo para cada classe acima. Aqui, o cenário importa e a decisão é de aumentar ou reduzir a exposição a alguma classe, em uma escala que vai de -2 a +2 (mais pessimista até mais otimista) em relação ao seu ponto neutro (justamente o peso definido para a alocação estratégica). 

Por fim, para preencher a composição de cada uma das classes entra a seleção de fundos, etapa em que incluímos os melhores gestores, estratégias e estilos de gestão em cada uma delas, com o objetivo principal de entregar um retorno acima do benchmark de cada classe de maneira diversificada.

“Virada de mão”: o que levou ao recente aumento de risco nas carteiras

Em 20 de junho do mês passado, os assinantes da série Melhores Fundos receberam o relatório acima, em que fizemos mudanças na alocação tática das carteiras Melhores Fundos e SuperPrevidência, aumentando a exposição em crédito privado de “under” -1 (subalocada) para o neutro e a exposição em ações do neutro para “over” +1 (sobrealocada).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja como ficou a alocação tática da carteira Melhores Fundos após as alterações (a SuperPrevidência, apesar de ter algumas diferenças em classes e fundos investidos, possui essencialmente a mesma alocação tática abaixo, de acordo nossas convicções de curto prazo):

Gráfico

Descrição gerada automaticamente

Basicamente, três fatores principais fundamentaram nossa decisão:

1) Proximidade do início do ciclo de corte de juros

A queda da inflação com consistência e a aprovação de pautas importantes para a economia e para o cenário fiscal levaram a uma sinalização pelo Copom (Comitê de Política Monetária) de um provável corte de 0,25 ponto percentual (ou 25 pontos-base, como falam os financistas) nos juros para a reunião de agosto. 

Tanto a queda dos juros quanto o próprio início do ciclo podem melhorar a situação financeira das empresas, reduzindo o custo de capital, aumentando sua capacidade de tomar crédito e melhorando a análise do valor de mercado (valuation) das empresas e, claro, de sua ação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2) Valuation atrativo para os ativos de crédito e Bolsa

Na indústria de crédito, desde o evento Americanas, o spread médio dos ativos de crédito privado subiu mais de 100 bps (pontos-base), saindo de aproximadamente CDI + 1,7% ao ano para o nível máximo de CDI + 2,9% ao ano em março deste ano. 

Atualmente, esse nível permanece em 2,7%, como demonstrado no gráfico do Idex-CDI da JGP a seguir, o que representa um ótimo carrego em ativos de qualidade e cria espaço para ganhos com o fechamento dos spreads à frente.

Gráfico, Gráfico de linhas

Descrição gerada automaticamente

Fonte: Idex-CDI Geral, JGP

Na Bolsa, o gráfico de P/E (do inglês, preço sobre lucro) do Ibovespa, após retirar a influência de Petrobras e Vale do indicador – dada a exposição de quase 30% somente a essas duas empresas de setores voláteis, distorcendo a representatividade do índice em relação ao mercado brasileiro –, mostra um dos menores patamares históricos dos últimos 18 anos:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gráfico, Gráfico de linhas

Descrição gerada automaticamente

Fonte: BTG Pactual

O mesmo se aplica para o índice de small caps:

Gráfico, Gráfico de linhas

Descrição gerada automaticamente

Fonte: BTG Pactual

Com oportunidades atrativas nas empresas e considerando um cenário econômico e fiscal favorável, além do próprio re-rating do Brasil pelo S&P – a agência aprimorou recentemente a classificação do risco-país do Brasil para BB- –, as perspectivas se tornam cada vez mais positivas para uma retomada do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3) Redução no fluxo de resgates em fundos

No gráfico a seguir, monitoramos o fluxo de aplicações menos resgates de 330 fundos de crédito da indústria que somam R$ 688 bilhões, desde o início do ano (que sucederam a fraude contábil nas Americanas e a situação financeira delicada da Light):

Gráfico, Gráfico de linhas

Descrição gerada automaticamente

A mensagem é clara: os resgates foram concentrados nos fundos com liquidez em D+0 ou D+1 e a recuperação acontece continuamente desde abril, com investidores ficando mais sensíveis ao retorno de curto prazo, observando vários fundos de crédito voltarem a entregar retornos acima do CDI.

Acreditamos que esse fluxo está bem próximo de se tornar novamente positivo para a indústria, com mais aplicações do que resgates e isso deve normalizar as taxas de mercado.

Para a renda variável, com a Selic a 13,75% ao ano, a pessoa física ainda deve levar um tempo para voltar a aportar mais dinheiro em ações e, talvez, só volte a fazê-lo quando o mercado andar ainda mais e o “fomo” (medo de ficar de fora, do inglês “fear of missing out”) bater à porta do investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por enquanto, apesar de os resgates em fundos multimercados e de ações persistirem, acreditamos que o investidor local continuará a aumentar sua abandonada alocação em bolsa à medida que nos aproximamos do início do ciclo de corte de juros e, se os ventos internacionais forem positivos, uma pequena parcela do portfólio gringo pode mexer significativamente nos preços dos das ações brasileiras.

“Follow the money”: o sentimento dos maiores gestores de multimercados

No Linha D’Água de março comentamos sobre nossa pesquisa mensal com mais de 40 gestoras de multimercados da indústria que, juntas, somam mais de R$ 160 bilhões em patrimônio. Ela tem sido um importante termômetro de sentimento para diferentes indicadores, no Brasil e lá fora, em nosso acompanhamento.

Na semana passada divulgamos os resultados da pesquisa de julho, que indicaram a manutenção do viés construtivo para o Brasil pelos principais tomadores de decisão, diante dos fatores mencionados nesta coluna.

Para o cenário americano, entretanto, permaneceu o viés pessimista, considerando a economia americana ainda resiliente e as incertezas quanto aos próximos passos da política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira a seguir o heatmap (mapa de calor) consolidado de todas as informações mais importantes da pesquisa. No gráfico, a cor verde representa um maior otimismo (tratando-se de cenário) e um viés comprado (tratando-se de posicionamento). Já a cor vermelha, representa o inverso. Para as posições em juros e inflação, o verde indica um viés aplicado, enquanto o vermelho, tomado.

Linha do tempo

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Todo mês, aproveitamos ainda para trazer questões às casas sobre o tema mais relevante para o momento. Neste mês questionamos sobre as perspectivas para o início do próximo ciclo de corte de juros, assim como a taxa terminal ao final do ciclo:

Gráfico, Gráfico de barras, Gráfico de cascata

Descrição gerada automaticamente
Gráfico, Gráfico de barras

Descrição gerada automaticamente

No primeiro gráfico, fica evidente a expectativa de queda para a próxima reunião do Copom de agosto, provavelmente de 25 bps.

É interessante notar, entretanto, como as respostas divergiram para a taxa terminal – ou seja, o patamar mais baixo que os juros devem atingir durante esse ciclo –, variando principalmente entre 9% e 10,25%, sendo que alguns ainda acreditam em níveis abaixo de 9%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De todo modo, o Brasil parece caminhar para um ambiente de céus mais claros e as perspectivas econômicas trazem otimismo (ou, como preferem alguns, “reduzem o pessimismo”) para o curto e médio prazo.

Entretanto, apesar de flertarmos com os extremos (tanto para cima quanto para baixo), sempre há uma persistência da economia brasileira em seu retorno à mediocridade (no sentido de voltar à “média”).

Resta acompanharmos de perto para aproveitarmos as oportunidades nos momentos certos.

Um abraço,

Alê Alvarenga

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A incerteza que vem de Trump, as armas do Mercado Livre (MELI34), e o que mais move os mercados hoje

24 de fevereiro de 2026 - 10:09

Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Derrota de Trump, volatilidade no mundo: a guerra comercial entra em nova fase 

24 de fevereiro de 2026 - 7:15

Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A carta curinga no jogo dos FIIs, a alta do petróleo, e o que mais movimenta o seu bolso hoje

20 de fevereiro de 2026 - 8:46

Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como saber seu perfil e evitar erros ao abrir uma franquia, a queda da Vale (VALE3) na bolsa, e o que mais movimenta o mercado hoje

19 de fevereiro de 2026 - 8:46

Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão

EXILE ON WALL STREET

Ruy Hungria: Não tenha medo da volatilidade 

18 de fevereiro de 2026 - 20:00

Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quando as small caps voltarão a ter destaque na bolsa, liquidação do banco Pleno e o que mais afeta os mercados hoje

18 de fevereiro de 2026 - 8:39

Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos mais “fora da caixa” da bolsa, propostas para a Raízen, Receita de olho no seu cartão, e o que mais você precisa ler hoje

16 de fevereiro de 2026 - 8:08

Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval

VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

SEXTOU COM O RUY

Por que Einstein seria um grande investidor — e não perderia a chance de colocar Eneva (ENEV3) na carteira?

13 de fevereiro de 2026 - 6:03

Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar