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O PCE, o índice de inflação favorito dos dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), deve ser divulgado às 10h30
Todo mundo tem um prato favorito. Uma pesquisa - não muito recente, é verdade - elenca a lasanha, as combinações com arroz, a macarronada, a feijoada e a pizza como os pratos favoritos dos brasileiros.
O churrasco vem num distante sexto lugar. Tem até quem prefira se alimentar de luz. Mas os dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) trocam qualquer item desse cardápio pelo PCE.
O PCE é um índice de inflação que mede a variação dos gastos com consumo pessoal nos Estados Unidos.
Ele faz a cabeça dos dirigentes do Fed por não se limitar aos preços de produtos e serviços, como a inflação oficial medida pelo CPI. O PCE abrange também a renda e os gastos dos norte-americanos.
Na visão dos dirigentes do Fed, PCE harmoniza com condução de política monetária. É de olho nisso que os investidores aguardam ansiosamente a publicação do PCE de dezembro, que trará também os dados consolidados de 2022.
A divulgação do PCE ocorre apenas alguns dias antes da próxima decisão do FOMC, o comitê de política monetária do Fed.
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Pelo cheiro exalado da cozinha dos indicadores econômicos norte-americanos, os investidores acreditam que o Fed finalmente começará a desacelerar a alta dos juros a partir da próxima quarta-feira.
Ainda assim, eles preferem esperar o PCE sair do forno para ter certeza e os índices futuros de Nova York sinalizam abertura em queda. A apresentação da iguaria é esperada para as 10h30.
Enquanto o prato principal não chega à mesa, os investidores servem-se no balcão de aperitivos com um suflê de crise na Americanas, canapés de sucessão na Petrobras e canoles de política em Brasília.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
TÁ NA MODA
Erro de US$ 12 bilhões: fluxo cambial de 2022 passa do positivo para o negativo após Banco Central encontrar falha. O BC encontrou um erro na base de dados de fluxo cambial que vinha desde outubro de 2021, o que gerou uma correção expressiva nos números.
AJUSTE CONTÁBIL
EDP Brasil (ENBR3) reconhece imparidade de R$ 1,2 bilhão — como isso afeta os dividendos? O ajuste bilionário no balanço se refere ao cancelamento do leilão de reserva de capacidade que estava previsto para acontecer no final de 2022.
DÉBITO E CRÉDITO
Cielo (CIEL3) fecha 2022 com balanço estrelado que justifica alta das ações. Os papéis da empresa de maquininhas acumularam alta de 140% no ano passado, em meio à melhora operacional da companhia. Confira os números.
PERSPECTIVAS PARA FIIS
Gestores de fundos imobiliários estão confiantes com a indústria em 2023, revela pesquisa. A Empiricus Research realizou uma pesquisa com 30 gestoras brasileiras e descobriu que a maior parte delas apresenta um leve grau de otimismo com o mercado imobiliário brasileiro neste ano. Veja a classe de FIIs mais recomendada.
DIÁRIO DOS 100 DIAS
A hora e a vez da Petrobras: a reunião de Lula e Prates coloca em jogo política de preços dos combustíveis e dividendos. Jean-Paul Prates recebeu a luz verde do conselho de administração para comandar a estatal e horas depois já estava sentado à mesa com o presidente.
SEXTOU COM O RUY
Adeus, petróleo? Entenda por que uma Petrobras “do bem” não é necessariamente boa notícia para os acionistas. A estatal está entre as melhores do mundo em exploração e produção, com ativos de extrema qualidade e capacidade financeira. Porém, na visão do colunista Ruy Hungria, as vantagens competitivas somem quando o assunto é energia renovável.
Uma boa sexta-feira para você!
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