🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Cinco insights de investimentos das maiores gestoras de fundos brasileiras

Conheça cinco diferentes visões sobre o cenário atual de gestoras que gostamos, sugerimos e alocamos na série Os Melhores Fundos de Investimento

9 de outubro de 2023
11:09 - atualizado às 16:54
Dedo aponta para gráfico de ações de tecnologia
Mercados - Imagem: Shutterstock

Em comemoração aos cinco anos do Seu Dinheiro, preparamos este artigo especial para você que nos acompanha desde o início aqui na coluna Linha D’Água – próxima de seu aniversário de um ano, daqui a dois meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como homenagem a esse marco importante para o portal, e como agradecimento a você, leitor, comento hoje os cinco insights mais importantes das conversas que tivemos nas últimas semanas com cinco gestores das maiores casas brasileiras: Marco Freire, da Kinea; Carlos Woelz, da Kapitalo; Felipe Guerra, da Legacy; Fabiano Rios, da Absolute; e Mário Torós, da Ibiuna.

Todas elas representam alocações importantes nas carteiras sugeridas aos assinantes da série Os Melhores Fundos de Investimento, estes que poderão acompanhar as conversas completas no relatório de amanhã – você é meu convidado para conhecer todos os detalhes desses papos.

Marco Freire (Kinea): juros americanos devem ficar mais pressionados por mais tempo, o que implica em emergentes com juros mais altos

De acordo com Freire, o fato de os EUA permanecerem com juros mais altos por mais tempo impede cortes mais expressivos em outras regiões, principalmente emergentes.

“Reduzir a inflação de 8% para 3% é uma coisa. De 3% para 2% é outra completamente diferente, muito mais difícil”, comenta o gestor, reforçando a dificuldade de convergência da inflação americana à meta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ele, se o Brasil, por exemplo, tentar cortar muito os juros, terá sérios problemas. O relatório Focus de hoje precifica uma taxa Selic de 9% ao final de 2024. Assim, se a taxa americana ficar acima de 5,5% – o que o mercado atribui probabilidade considerável –, ninguém irá comprar a moeda brasileira, em um ambiente fiscal instável e com um prêmio de risco tão baixo em relação à economia americana, “safe haven” (“porto seguro”, em tradução livre) em momentos de disfuncionalidades globais.

Leia Também

O portfólio atual da estratégia macro do Kinea Atlas, principal multimercado da casa, é composto de uma carteira “bear” (ou seja, mais pessimista com o mercado) de modo geral. Com isso, Freire reforça a convicção em posições compradas em dólar contra moedas de países europeus e a moeda chinesa e tomadas em juros de emergentes, como África do Sul e Chile.

“Se os EUA permanecem com juros altos e o mundo está bem, está tudo certo. Porém, se os EUA têm juros altos e o mundo não está bem, é um problema”, reforça o gestor.

ONDE INVESTIR EM OUTUBRO? Analistas da Empiricus Research revelam suas principais recomendações para o mês em entrevista completa para o Youtube do Seu Dinheiro. Assista agora:

Carlos Woelz (Kapitalo): janela possivelmente (mas não muito) boa para o Brasil à frente 

Woelz acredita que há atualmente uma janela possivelmente boa para o Brasil. A chance de um soft landing – convergência da inflação à meta sem prejuízo significativo à atividade – nos EUA, na sua opinião, ainda que seja em torno de 30%, é maior do que ele acreditava há seis meses, cenário que seria favorável para a economia brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como, porém, sua maior probabilidade está atribuída a uma desaceleração global, o gestor está hoje com posições levemente aplicadas em juros no Brasil.

Entretanto, ele lembra que para os ativos brasileiros terem boa performance, o título americano de 10 anos precisa parar de subir. “No fim, é tudo uma posição aplicada em Treasury de 10 anos”, comenta.

Felipe Guerra (Legacy): nunca houve um ciclo de cortes menor do que 450 pontos-base, será mesmo que dessa vez será diferente?

O principal cavalo da carteira de Guerra hoje é a posição aplicada em juros no Brasil. De acordo com o gestor, o mercado está precificando cortes em patamares de até 50 pontos-base, porém nunca houve um ciclo de cortes menor do que 450 pontos-base no passado, do pico ao vale da taxa. 

Por isso, Guerra acredita ser difícil a taxa terminal da Selic ficar em patamares muito maiores do que 10,5% ou 11%, o que abre oportunidade para as posições aplicadas em seu portfólio – classe em melhor momento para operar do que a renda variável na sua opinião.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fabiano Rios (Absolute): expectativa de bons resultados trimestrais para as empresas, apesar do cenário desafiador

Apesar do cenário aparentemente ruim para ativos de risco e de ter reduzido as posições compradas em Bolsa nos últimos dois meses, Fabiano acredita ser um momento favorável para a classe, mantendo o viés comprado.

“As grandes empresas americanas apresentarão resultados do terceiro trimestre surpreendentemente bons, mais do que o mercado imagina, além da sazonalidade positiva para o fim do ano”, conta.

A posição comprada em bolsa americana é carregada por bastante tempo — enquanto muitos multimercados operaram na ponta vendida —, permanecendo mesmo nesse cenário de juros mais altos, sendo sua principal convicção contra a tendência de mercado, apesar de em menor nível em relação ao passado recente.

Mario Torós (Ibiuna): o Brasil e sua “contabilidade criativa”

De acordo com Torós, “o Brasil é o país com a maior dívida e o pior déficit dentre os emergentes sistematicamente relevantes”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Localmente, as condições externas têm impactado a trajetória das contas públicas e o mercado permanece em dúvida sobre o atingimento da meta de déficit primário zerado para 2024 — na prática, ninguém mais acredita nesse objetivo.

Dessa forma, a Ibiuna acredita que as discussões em torno do relaxamento da meta em seu primeiro ano de vigência comprometem a credibilidade da nova âncora fiscal já na largada. A consideração sobre a retirada dos precatórios do resultado primário ao classificá-los como despesas financeiras faz parte da “contabilidade criativa” do governo, de acordo com a casa, já vista em suas administrações anteriores.

O portfólio da estratégia hoje concentra sua exposição em operações aplicadas em países emergentes, principalmente nos que possuem maior perspectiva de relaxamento monetário neste terceiro trimestre, diante dos prêmios de risco presentes ao final do mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empresas brasileiras fazem fila em Wall Street, e investidores aguardam dados dos EUA e do Brasil

7 de janeiro de 2026 - 8:25

Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Venezuela e a Doutrina Monroe 2.0: Trump cruza o Rubicão

6 de janeiro de 2026 - 9:33

As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A janela para o mundo invertido nos investimentos, e o que mais move o mercado hoje

6 de janeiro de 2026 - 8:16

Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: Notas sobre a Venezuela

5 de janeiro de 2026 - 14:01

Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação do mês, o impacto do ataque dos EUA à Venezuela no petróleo, e o que mais move os mercados hoje

5 de janeiro de 2026 - 7:58

A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity

TRILHAS DE CARREIRA

O ano novo começa onde você parou de fugir. E se você parasse de ignorar seus arrependimentos em 2026?

4 de janeiro de 2026 - 8:00

O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

FIIs de logística agitaram o ano, e mercado digere as notícias econômicas dos últimos dias

2 de janeiro de 2026 - 8:28

China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado

RETROSPECTIVA

As ações que se destacaram e as que foram um desastre na bolsa em 2025: veja o que deu certo e o que derrubou o valor dessas empresas

31 de dezembro de 2025 - 8:51

Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empreendedora já impactou 15 milhões de pessoas, mercado aguarda dados de emprego, e Trump ameaça Powell novamente

30 de dezembro de 2025 - 8:43

Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: 10 surpresas para 2026

29 de dezembro de 2025 - 20:34

A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como cada um dos maiores bancos do Brasil se saiu em 2025, e como foram os encontros de Trump com Putin e Zelensky

29 de dezembro de 2025 - 8:13

Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)

DÉCIMO ANDAR

FIIs em 2026: gatilhos, riscos e um setor em destaque

28 de dezembro de 2025 - 8:00

Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O Mirassol das criptomoedas, a volta dos mercados após o Natal e outros destaques do dia

26 de dezembro de 2025 - 9:01

Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

De Volta para o Futuro 2026: previsões, apostas e prováveis surpresas na economia, na bolsa e no dólar

23 de dezembro de 2025 - 8:33

Como fazer previsões é tão inevitável quanto o próprio futuro, vale a pena saber o que os principais nomes do mercado esperam para 2026

EXILE ON WALL STREET

Tony Volpon: Uma economia global de opostos

22 de dezembro de 2025 - 19:41

De Trump ao dólar em queda, passando pela bolha da IA: veja como o ano de 2025 mexeu com os mercados e o que esperar de 2026

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Esquenta dos mercados: Investidores ajustam posições antes do Natal; saiba o que esperar da semana na bolsa

22 de dezembro de 2025 - 8:44

A movimentação das bolsas na semana do Natal, uma reportagem especial sobre como pagar menos imposto com a previdência privada e mais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O dado que pode fazer a Vale (VALE3) brilhar nos próximos dez anos, eleições no Brasil e o que mais move seu bolso hoje

19 de dezembro de 2025 - 8:31

O mercado não está olhando para a exaustão das minas de minério de ferro — esse dado pode impulsionar o preço da commodity e os ganhos da mineradora

SEXTOU COM O RUY

A Vale brilhou em 2025, mas se o alerta dessas mineradoras estiver certo, VALE3 pode ser um dos destaques da década

19 de dezembro de 2025 - 6:08

Se as projeções da Rio Tinto estiverem corretas, a virada da década pode começar a mostrar uma mudança estrutural no balanço entre oferta e demanda, e os preços do minério já parecem ter começado a precificar isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As vantagens da holding familiar para organizar a herança, a inflação nos EUA e o que mais afeta os mercados hoje

18 de dezembro de 2025 - 8:55

Pagar menos impostos e dividir os bens ainda em vida são algumas vantagens de organizar o patrimônio em uma holding. E não é só para os ricaços: veja os custos, as diferenças e se faz sentido para você

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: De Flávio Day a Flávio Daily…

17 de dezembro de 2025 - 20:00

Mesmo com a rejeição elevada, muito maior que a dos pares eventuais, a candidatura de Flávio Bolsonaro tem chance concreta de seguir em frente; nem todas as candidaturas são feitas para ganhar as eleições

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar