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As apostas do mercado para 2023 eram de bolsa para baixo, no Brasil e nos EUA. Mas eis que os desempenhos têm desafiado as previsões
Em seu famoso "concurso de beleza", Keynes sugere que precisamos saber escolher não a nossa candidata preferida, mas sim aquela que o mercado tende a eleger como preferida.
Ao nos despirmos do próprio ego e abrirmos mão de escolhas particulares, temos mais chance de fazer apostas rentáveis, lastreadas no consenso coletivo.
Quase 90 anos depois da publicação da Teoria Geral, essa lição keynesiana continua perfeitamente válida, sobretudo em sua abordagem ético-moral.
O bom investidor deve sempre partir de uma posição de humildade face ao mercado quase-eficiente, reconhecendo-se como um pingo no universo, como alguém que tem muito mais a aprender do que a ensinar.
No entanto, a receita de seguir fielmente o consenso também pode nos conduzir a grandes erros coletivos. Para entender isso melhor, vamos voltar um pouquinho no tempo.
Na virada de 2022 para 2023, poucas teses de investimento pareciam fazer mais sentido do que apostar na queda das bolsas americanas. Por outro lado, soava como loucura acreditar na alta da bolsa brasileira mediante tantas bravatas extremadas de um Lula recém-eleito.
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Sete meses depois, Nasdaq, S&P 500, Ibovespa e SMLL acumulam altas importantes no year to date.
Esse tipo de ocorrência, mais comum do que parece, exige que façamos sempre dolorosos testes de estresse sobre aqueles cenários que consideramos mais óbvios.
E exige também que investiguemos mais de perto a decomposição dos erros aparentes, de modo a avaliar seus graus de autenticidade.
No caso americano, por exemplo, um grupo restrito e seleto de ações ("7 Magníficas") acabou se comportando de maneira antifrágil, enquanto o restante da bolsa caiu ou ficou de lado.
Já no caso brasileiro, Lula foi se rendendo a um papel figurativo diante dos ditames do Congresso, e da feliz revelação de seu ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Em suma, precisamos dar conta da natureza contrafactual da História.
Eu não me animava tanto com estudar História na escola, nem na faculdade. Ter que decorar todas aquelas datas e ordens específicas de acontecimentos era um porre.
Só fui gostar muito mais tarde, ao fazer contato com historiadores que me mostraram que o grande ponto de se estudar História é justamente o de poder contemplar o absurdo de como as coisas aconteceram do jeito que aconteceram, e como poderiam tranquilamente ter acontecido de mil formas diferentes — e de mil formas óbvias.
Não à toa, alguns dos maiores investidores do mundo são historiadores natos. Mesmo sem dominar arrojadas técnicas quantitativas, eles possuem uma intuição probabilística muito superior à maioria dos matemáticos, acostumados com os túneis de causalidade das demonstrações formais.
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