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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo
O Ibovespa iniciou a semana com dificuldades, vitimado pelo pesadelo dos introvertidos: uma agenda cheia de compromissos importantes para os próximos dias.
O principal índice acionário da B3 operou sem direção definida durante a maior parte desta segunda-feira (30), com o mercado avaliando as perspectivas para os grandes eventos macroeconômicos e corporativos previstos — incluindo reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central e balanço do Santander (SANB11).
O calendário lotado não é exclusividade da bolsa brasileira. Em Wall Street, a tensão antes da reunião de política monetária do Federal Reserve, da divulgação de dados sobre o mercado de trabalho e de diversos balanços de grandes companhias também penalizou as cotações.
A piora dos índices de Nova York, aliás, foi uma das responsáveis por definir o rumo do pregão por aqui.
Pressionado pela forte queda das bolsas dos EUA, o Ibovespa firmou-se em terreno negativo próximo ao final do pregão e anotou leve recuo de 0,04%, aos 112.273 pontos. O dólar à vista também enfrentou a volatilidade ao longo do dia, mas registrou uma alta modesta de 0,06%, cotado a R$ 5,1150.
O grande destaque negativo da sessão foi a queda de mais de 14% da CVC (CVCB3). A empresa sofreu um ajuste depois da forte alta registrada na semana anterior e os investidores também repercutiram a desistência das negociações para a compra da Ōner Travel, startup de viagens.
Leia Também
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
PRESSÃO VENDEDORA
Na Raízen (RAIZ4), um investidor importante dá adeus e os papéis vão às mínimas históricas. O que explica? A Hédera Investimentos, veículo da Louis Dreyfus, vai vender sua fatia de 24,3% das ações PN da empresa.
PROCURA-SE COMPRADOR
Natura (NTCO3) pode vender parte da Aesop para LVMH ou L’Oreal — ações chegar a subir 12%. Desde o ano passado, a empresa avalia se desfazer de uma fatia da marca de luxo ou promover um IPO.
TEMPORADA ABERTA
Sob a sombra da Americanas, grandes bancos divulgam lucro do quarto trimestre a partir desta semana; veja o que esperar. Coletivas de resultados devem ser tomadas não pela análise dos números passados, mas sim pelo que é possível mensurar de possíveis impactos após a debacle da varejista.
‘NOVO PETRÓLEO’ ENCONTRADO EM MINAS GERAIS
Esta companhia brasileira encontrou a ‘commodity do futuro’ em terras brasileiras e disparou mais de 1900% nos últimos anos por causa disso. Clique aqui e descubra detalhes.
NOVIDADE PARA O FUTURO
De olho na aposentadoria, título Tesouro RendA+ estreia pagando mais de 6% acima da inflação. Nova linha tem como meta complementar a aposentadoria e começa com oito datas de vencimento diferentes.
EXILE ON WALL STREET
Felipe Miranda: Riders on the storm — como ganhar da Bolsa em 2023? O Ibovespa subiu 4,69% em 2022. Não bateu o CDI, mas foi um desempenho bastante razoável se julgarmos a indisposição geral a risco no ano, quando o portfólio 60/40 teve sua sétima pior performance desde 1900, de acordo com a Goldman Sachs.
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
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A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
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