O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da decisão de juros dos Bancos centrais brasileiro e norte-americano, dados de inflação e o novo arcabouço fiscal do país são destaques na semana
Os bailes do século XVIII e XIX costumavam ter algumas danças antes e depois da valsa principal. E a Super Quarta desta semana promete ser um divisor de águas na agenda da semana para a política monetária internacional — por isso, os investidores devem reduzir o passo para esperar por ela.
A quarta-feira (22) recebe o prefixo “super” porque conta com a decisão de juros aqui no Brasil e lá nos Estados Unidos. Enquanto o Copom deve acertar o passo e manter as taxas em 13,75% ao ano, o Fomc (comitê responsável pela decisão monetária nos EUA) pode pisar em alguns pés no meio do caminho.
Existe uma grande expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) reduza o ritmo de alta e eleve a taxa em 0,25 ponto percentual. Porém, como já sinalizado em bailes — digo, reuniões — dos últimos dias, é possível que o BC dos EUA também resolva parar a dança.
Os motivos para isso são claros: de um lado, a mais nova crise dos bancos nos Estados Unidos é uma pedra no sapato do Fed desde a semana passada e pode exigir um alívio instantâneo no aperto monetário. Porém, a inflação ainda machuca o calo dos norte-americanos — e elevar os juros é o remédio clássico contra a alta nos preços.
Por isso, a decisão de quarta-feira é tão importante: o BC dos EUA pode fazer um aceno aos bancos em crise, interrompendo o ciclo de alta nas taxas — ou seguir fielmente dançando com seu compromisso em conter a inflação.
Seja como for, as valsas menores, antes e depois de quarta-feira, ficam ofuscadas. Sem maiores indicadores nos Estados Unidos nos demais dias da semana, as atenções do investidor brasileiro continuam divididas.
Leia Também
Logo nesta segunda-feira (20), o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, será divulgado após o Boletim Focus, que traz as expectativas para dados macroeconômicos brasileiros.
Os destaques só voltam na quarta-feira, quando, além da decisão de juros nos EUA, no meio da tarde, será realizada a tradicional coletiva de imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell. A decisão da Selic, como de costume, só é divulgada depois do fechamento dos mercados.
Perto do fim de semana e chegando no final da festa, a prévia da inflação de março será divulgada pelo IBGE na sexta-feira (24). Os investidores, agora munidos dos dados do IPCA-15 e dos juros, poderão recalibrar as expectativas para a economia local.
Serve de pano de fundo para tudo isso, por fim, um desafinado violino chamado “nova âncora fiscal”. Os investidores anseiam por uma nota correta e mais detalhes de como funcionará o arcabouço que substituirá o teto de gastos no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Acompanhe esta dança com o calendário da semana. Todos os horários são de Brasília:
| Horário | País / Região | Evento |
| 7h | Zona do euro | Balança comercial em janeiro |
| 8h30 | Brasil | Boletim Focus |
| 9h | Brasil | IBC-Br |
| 18h30 | Estados Unidos | Saldos de reservas com bancos do Federal Reserve |
*Balanços: Brisanet, Iochpe Maxion, Itaúsa e Unipar (depois do fechamento).
| Horário | País / Região | Evento |
| 7h | Zona do euro | Índice ZEW de sentimento econômico em março |
| 11h | Estados Unidos | Vendas de residências usadas em fevereiro |
| 11h30 | Estados Unidos | Estoques de Petróleo Bruto na semana |
*Balanços: Allied, Copasa, Copel, CSU, Hidrovias do Brasil, JBS, Positivo, Santos Brasil, Taurus, Vibra Energia e Westwing (depois do fechamento).
| Horário | País / Região | Evento |
| 4h | Reino Unido | Inflação ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI) em fevereiro |
| 15h | Estados Unidos | Decisão de juros do FOMC |
| 15h30 | Estados Unidos | Coletiva de imprensa do FOMC |
| 18h | Brasil | Decisão da Selic |
*Balanços: Afya Educacional, Braskem, Estapar, LPS Brasil, PetroRecôncavo, Sequoia e Unifique (depois do fechamento).
| 9h | Reino Unido | Decisão de juros do BoE |
| 9h30 | Estados Unidos | Novos pedidos de auxílio-desemprego na semana |
| 11h | Estados Unidos | Vendas de novos imóveis residenciais em fevereiro |
| 12h | Zona do euro | Confiança do consumidor em março |
*Balanços: Aliansce Sonae, Alliar, Armac, Biomm, Cogna, Dimed/Panvel, Eletromidia, Eneva, Eucatex, HBR, Locaweb, Oi, Sabesp Tecnisa, Triunfo, Vasta Educação, Viver e Wilson Sons (depois do fechamento).
| 4h | Reino Unido | Vendas no varejo em fevereiro |
| 6h30 | Reino Unido | PMI Composto, Industrial e de Serviços em março |
| 9h | Brasil | IPCA-15 em março |
| 9h30 | Estados Unidos | Pedidos de Bens Duráveis em fevereiro |
*Balanços: Portobello, Ser Educacional, Cemig, Hercules, Mundial e PDG (depois do fechamento).
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir