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Putin volta a falar em desnazificação da Ucrânia e acusa Otan pela guerra; Zelenski acusa Rússia de emular nazistas
Muito se especulou sobre o teor do tradicional discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, para celebrar o aniversário do Dia da Vitória sobre os nazistas na Segunda Guerra Mundial.
Para quem esperava uma declaração de guerra total contra a Ucrânia - ou até algo pior -, a fala de Putin foi uma completa decepção. Também não foi divulgada nenhuma informação relevante quanto aos próximos passos de Moscou.
Em resumo, Putin não disse nada que os especialistas juravam que ele iria dizer. Já para quem esperava uma evocação de velhos fantasmas, o discurso foi um prato cheio.
Numa repetição do que vem afirmando nos últimos meses, Putin usou o palanque erguido na Praça Vermelha para acusar o Ocidente de ter usado a Ucrânia como ponta de lança para uma futura invasão da Rússia.
Putin qualificou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de "ameaça óbvia" a Moscou e disse que a operação militar contra o país vizinho, iniciada há dois meses e meio, era “necessária”.
Segundo ele, a invasão da Ucrânia foi a “decisão certa” a se tomar.
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Putin afirmou ainda que os soldados russos estão "lutando pela pátria, por seu futuro, para que ninguém esqueça as lições da Segunda Guerra Mundial, para que não haja espaço para os nazistas”.
Como ocorre todos os anos, o discurso do presidente na Praça Vermelha terminou sob uma salva de tiros de canhão e o hino nacional russo.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky aproveitou a data e divulgou sua própria versão de discurso do Dia da Vitória.
Em uma mensagem em vídeo, Zelensky disse que a Ucrânia não cederá “um único pedaço de nossa terra” à Rússia.
“Estamos lutando por uma nova vitória. O caminho para isso é difícil, mas não temos dúvidas de que vamos vencer”, disse ele.
Assim como no Ocidente, a celebração da vitória sobre os nazistas na Segunda Guerra Mundial é tradicional na Rússia e em diversas ex-repúblicas soviéticas.
Este ano, muito antes do Dia da Vitória, o “nazismo” voltou à pauta.
Uma das justificativas de Putin para a invasão foi a “desnazificação” da Ucrânia.
Ele se referia às ações do Batalhão Azov, milícia de ultradireita incorporada pelas forças regulares ucranianas.
Desde 2014, o grupo é acusado de promover ações violentas contra a população russa do leste do país.
Os integrantes do Batalhão Azov ganharam fama nos últimos anos por ostentarem símbolos e saudações nazistas.
No discurso de hoje, Putin voltou a chamar a atenção para o grupo ao defender que não se deixe espaço para os nazistas.
Zelensky, por sua vez, acusou a Rússia de "imitar precisamente o mal que os nazistas trouxeram para a Europa”.
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