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Enquanto Lula e Bolsonaro agem para costurar acordos e montar palanques desde o ano passado, outros candidatos sequer têm uma definição para o cargo de vice
A duas semanas do início da campanha para as eleições, as principais candidaturas à presidência ainda têm indefinições que exigem solução rápida, antes de ser dada a largada para a corrida presidencial.
A temporada das convenções partidárias, eventos nos quais as agremiações formalizam seus afiliados na disputa, vai até o dia 5 deste mês, e as legendas têm até o dia 15 para aparar todas as arestas e registrar suas chapas na Justiça Eleitoral.
Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), os dois primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto, agem para costurar acordos e montar palanques desde o ano passado, outros candidatos sequer têm uma definição para o cargo de vice.
Há, ainda, quem tenha desistido da disputa a poucos dias da realização da convenção partidária, caso de Luciano Bivar (União Brasil), e quem sinalize desistir mesmo depois de ser oficializado, como André Janones (Avante). Ambos dialogam com Lula, e o PT ainda busca formalizar acordos.
Além de determinar quem de fato vai disputar o quê, essas decisões podem impactar diretamente no tempo de TV e recursos para financiar a campanha.
O União Brasil de Bivar, por exemplo, é a legenda hoje detém a maior fatia dos fundos partidário e eleitoral, além do maior tempo de exposição no rádio e na TV.
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A senadora Simone Tebet (MDB) tinha tratativas avançadas para ter Tasso Jereissati (PSDB) como vice de sua chapa, mas viu recentemente o colega do Congresso desembarcar de seu projeto.
Agora, alguns nomes são ventilados para ocupar o posto. Um deles é o da senadora Eliziane Gama (Cidadania). Essa possibilidade, porém, enfrenta resistência do PSDB, que deseja ter primazia na indicação para a vaga.
Vale lembrar que o MDB tem apoio da federação entre PSDB e Cidadania.
A senadora Mara Gabrilli (PSDB) desponta como principal cotada para o cargo. Segundo sua assessoria, ela participa das conversas com o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, Simone, Tasso e Eliziane para buscar o nome mais indicado para a vice, "analisando todo o cenário".
Mas não tem martelo batido por enquanto, e uma decisão deve ser tomada nos próximos dias. A tendência mais forte, hoje, é a confirmação de Mara Gabrilli.
O candidato Ciro Gomes (PDT) também ainda não tem vice. Desde o início do ano, diversos nomes já foram cotados para assumir a vaga, como Marina Silva (Rede) e José Luiz Datena (PSC).
Hoje, a executiva do partido tenta atrair uma mulher para o posto, mas ainda não há definição de nome. O que está claro é que Ciro não conseguiu fechar apoio de outras siglas, e a indicação da vice deve ficar dentro do próprio PDT.
O deputado federal Luciano Bivar anunciou no domingo (31) que desistiu de ser candidato à Presidência e vai tentar se reeleger para a Câmara. A convenção nacional do partido está marcada para o dia 5 de agosto, no limite do prazo.
A senadora Soraya Thronicke (União Brasil), ex-aliada do presidente Jair Bolsonaro (PL), pode ser a candidata da legenda ao Palácio do Planalto.
Apesar de Bivar ter anunciado a candidatura de Soraya Thronicke, seguem ainda nos bastidores conversas para que Bivar se alinhe a Lula em troca de uma ajuda informal do PT em Pernambuco na tentativa de reelegê-lo deputado federal e, depois, auxiliá-lo numa eventual disputa pela presidência da Câmara, no ano que vem.
O deputado federal André Janones (Avante) foi oficializado candidato à Presidência no dia 23 de julho.
Na semana passada, contudo, aceitou dialogar com Lula para eventual união com o petista no primeiro turno e admitiu que pode desistir da disputa.
"Sim (estou disposto a retirar a candidatura para apoiar Lula). Se não, eu não iria conversar. Tenho total consciência do meu tamanho do ponto de vista eleitoral, que é micro: um ou dois pontos (nas pesquisas). Mas ao mesmo tempo tenho noção do simbolismo da minha candidatura nessa eleição", disse Janones na sexta-feira (29).
Se desistir da corrida presidencial, Janones sinalizou que vai disputar a reeleição para a Câmara em Minas Gerais, apesar do seu partido no Estado estar no palanque do governador Romeu Zema (Novo), que é aliado de Bolsonaro.
O senador Alvaro Dias (Podemos) deixou para o último dia do prazo, 5 de agosto, a definição sobre o cargo ao qual deve concorrer este ano.
Se decidir disputar novamente o Senado, ele terá de rivalizar no Estado com seu antigo apadrinhado no partido, o ex-juiz Sérgio Moro, agora no União Brasil.
Durante convenção nacional neste domingo (31), o Podemos fez convite para Dias se lançar à presidência da República. Se aceitar, será um nome incluído "de última hora" na corrida pelo Planalto.
Vale lembrar que o Podemos tinha Moro como pré-candidato às eleições até o fim de março, quando o ex-juiz migrou para o União Brasil e abdicou da disputa. Agora, ele deve tentar o Senado pelo Paraná.
Veja calendário
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