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Como de costume, com a eleição presidencial cada vez mais próxima, os candidatos já começaram a anunciar seus planos para a estatal — e as ideias se dividem

Não existe ano eleitoral que se preze sem que os principais candidatos à presidência manifestem suas posições em relação à privatização da Petrobras.
Contra ou a favor? Tanto faz. Desde 1989, não se passou nenhuma eleição presidencial sem que o assunto entrasse na pauta dos candidatos.
Fundada pelo então presidente Getúlio Vargas em 1953, a Petrobras passou décadas como uma empresa exclusivamente estatal. Chegou à bolsa em 2000, quando foi lançado o IPO de PETR3, tornando-se então uma empresa de economia mista.
O que talvez mais tenha mudado com o passar dos anos é a quantidade cada vez maior de candidatos em posição de destaque defendendo que a petrolífera seja totalmente vendida à iniciativa privada.
Compilamos a seguir os comentários públicos mais recentes dos principais candidatos segundo as pesquisas disponíveis de intenção de voto.
Líder nas pesquisas, o ex-presidente Lula vem sinalizando a intenção de reverter a política de desinvestimentos — o eufemismo da moda para privatizações — da Petrobras.
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Ele também parece disposto a usar seu capital político na busca por mudanças na atual política de preços da Petrobras.
“Nós não vamos manter o preço da gasolina dolarizado. É importante que o acionista receba seus dividendos quando a Petrobras der lucro, mas eu não posso enriquecer o acionista e empobrecer a dona de casa que vai comprar um quilo de feijão e paga mais caro por causa da gasolina”, declarou Lula recentemente.
Em segundo lugar nas pesquisas, Bolsonaro assumiu a presidência prometendo levar a cabo o plano de seu então todo-poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes, de privatizar tudo o que visse pela frente. Na prática, porém, a teoria foi outra.
O atual governo conseguiu levar adiante a alienação da participação da Petrobras na BR Distribuidora, atual Vibra, e vender a Refinaria Landulpho Alves (RLAM) para o fundo de investimentos Mubadala Capital.
Simultaneamente, Bolsonaro viu-se às voltas com uma disparada dos preços dos combustíveis.
A situação se deve em grande parte à mudança na política de preços da Petrobras, levada a cabo pelo antecessor de Bolsonaro, Michel Temer.
A atual política de preços de combustíveis privilegia a paridade com os preços internacionais do petróleo, o que é bom para os acionistas, mas complica bastante a vida dos consumidores nesses tempos de dólar alto e petróleo ainda mais caro.
Incomodado com as cobranças, Bolsonaro chegou a chamar a Petrobras de monstrengo, reclamou que a empresa “só dá dor de cabeça” e disse em diversas ocasiões que o governo estudava alguma forma de privatizá-la.
O ex-juiz Sergio Moro desponta como principal expoente entre os que buscam uma alternativa a Lula ou a Bolsonaro. Pré-candidato pelo Podemos, Moro vinha guardando silêncio sobre o tema.
Afinal, seus críticos o acusam de ter usado a Operação Lava Jato como trampolim para a política. E o alvo principal da Lava Jato, cujas sentenças vêm sendo agora revertidas por causa da Vaza Jato, era a corrupção em altos postos da Petrobras.
No decorrer da semana, Moro rompeu o silêncio declarando-se a favor da privatização.
“A Petrobras teve papel importante para o país, mas é uma empresa atrasada, que ainda vive da exploração do petróleo, um combustível que o resto do mundo já não está mais usando. Hoje estamos discutindo outras formas de energias limpas, mais ambientalmente corretas, energias limpas como a energia solar", disse ele.
O governador de São Paulo, João Doria, é outro pré-candidato abertamente favorável à privatização da Petrobras. Ele afirma inclusive ter uma estratégia para a venda.
Caso seja eleito, Doria promete fatiar a Petrobras em três ou quatro empresas diferentes antes de oferecê-la à iniciativa privada.
Cada uma dessas empresas teria donos diferentes e elas teriam que contribuir com um fundo de compensação para "uso de mercado", prosseguiu Doria.
Ex-ministro nos governos Fernando Henrique e Lula, o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, tem planos diferentes, caso vença a eleição.
“Esse lucro especulativo da Petrobras se transfere tudo para meia dúzia de acionistas minoritários que são banqueiros e seus sócios estrangeiros. Isso tudo vai acabar no meu governo”, afirmou o pré-candidato.
Ele disse também que pretende acabar com a paridade internacional de preços e fazer com que a Petrobras cobre um custo de produção no Brasil. Tudo isso para que o lucro da Petrobras mantenha-se em linha com os resultados das petroleiras internacionais.
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