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RESUMO DO DIA: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto e também os votos válidos, de acordo com a pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada hoje (10). Confira os números da segunda pesquisa do instituto desde o primeiro turno das eleições na nota publicada às 18h20.
O eleitor já pode voltar a emitir a certidão que comprova estar quite com as obrigações eleitorais. O documento pode ser emitido pela internet, no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos tribunais regionais eleitorais, bem como nos celulares, por meio do aplicativo e-Título.
A emissão ficou suspensa na semana posterior ao primeiro turno das eleições, de 3 a 9 de outubro, conforme as normas eleitorais. Isso ocorrerá de 31 de outubro a 7 de novembro, após o segundo turno de votação.
Sem estar quite com a Justiça Eleitoral, o eleitor pode ficar impedido de se inscrever em concurso ou de tomar posse em cargo público, por exemplo.
Quem já tem emprego público pode ficar sem receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos, entre outras vedações. A emissão de passaporte, por exemplo, também exige a regularidade eleitoral, embora não seja necessário apresentar a certidão.
Para ficar quite com a Justiça Eleitoral é preciso ter votado em todas as eleições passadas ou justificado as ausências. O eleitor também não pode ter deixado de atender aos chamados para trabalhar como mesário. Caso esteja irregular, é necessário regularizar a situação por meio de multas.
Para emitir a certidão basta entrar no portal do TSE e, no menu à direita, clicar em Quitação Eleitoral, na aba Todos os Serviços. Em seguida, é só preencher alguns dados pessoais e emitir a certidão, que é sempre gratuita.
O TSE alerta que alguns sites aplicam golpes e cobram pelo serviço, violando o Código de Defesa do Consumidor.
No e-Título, basta clicar em Minhas Opções e depois em Quitação Eleitoral. A certidão aparecerá automaticamente caso tudo esteja regular. (Agência Brasil)
O primeiro debate do segundo turno para o governo de São Paulo será realizado a partir das 22 horas desta segunda-feira (10). O ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) vão se encontrar no estúdio da TV Bandeirantes para o evento organizado em parceria com um pool de veículos de comunicação.
O resultado do primeiro turno foi favorável a Tarcísio, que venceu com 42,32% dos votos, ante 35,7% de Haddad. Desde então, o ex-ministro — que é a aposta do presidente Jair Bolsonaro (PL) no Estado — manteve-se à frente nas pesquisas de intenção de voto. O resultado surpreendeu, já que o petista vinha aparecendo na liderança em todos os levantamentos regionais.
Na última pesquisa Datafolha, divulgada na sexta-feira (7) Tarcísio apareceu com 50% das intenções de voto, enquanto Haddad teve 40%. Brancos, nulos e indecisos somaram 10%.
Confira o que esperar do debate de hoje entre Tarcísio e Haddad.
O empresário Paulo Marinho, ex-aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL) e suplente do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), declarou apoio público ao petista Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições.
Marinho disse ainda que o desejo de “tirar Bolsonaro é tão grande” que votou em Lula inclusive no primeiro turno.
O empresário participou da campanha de Bolsonaro em 2018 e hoje é desafeto do presidente. Este ano, ele colaborou na pré-campanha do então pré-candidato à Presidência André Janones (Avante), deputado federal reeleito, que se aliou a Lula no primeiro turno e integra o núcleo de campanha do petista.
A segunda pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta segunda-feira (10) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as intenções de voto com 51% contra 42% do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Considerando apenas os votos válidos — ou seja, excluindo votos brancos, nulos e indecisos — a vantagem do petista no segundo turno das eleições é ainda maior: 55% contra 45%.
O Ipec também mediu o nível de rejeição dos candidatos. Nesse quesito, Bolsonaro aparece na frente com 48%, enquanto Lula tem 42%.
No primeiro turno, Lula recebeu 57,2 milhões de votos (48,4%), e Bolsonaro, 51,07 milhões (43,2%). O segundo turno está marcado para 30 de outubro.
O Ipec entrevistou 2.000 pessoas entre sábado (8) e segunda-feira (10), em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
A partir do próximo sábado (15), e até 48 horas após o pleito marcado para o dia 30 deste mês, nenhum dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições poderá ser preso, a não ser que seja pego em flagrante delito.
A outra exceção é se pesar condenação por crime inafiançável, caso no qual a polícia poderá cumprir a ordem de prisão determinada pela Justiça. Também pode ser preso quem descumprir o salvo-conduto dos candidatos.
A regra que veda a prisão de candidatos nos 15 dias antes das eleições vale também para fiscais eleitorais, mesários e delegados de partidos. A norma também se aplica a eleitores, porém, com intervalo menor, de cinco dias antes até 48 horas após o pleito.
Neste ano, participarão do segundo turno das eleições gerais os candidatos a presidente da República, Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, além de 24 candidatos que disputam os governos de 12 estados. (Agência Brasil)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende dar enfoque à sua campanha no Rio de Janeiro, berço político do presidente Jair Bolsonaro (PL), e reverter para o segundo turno o desempenho que teve no Estado no dia 2 de outubro.
O petista tem agenda no Complexo do Alemão esta semana, onde participará de ato chamado “Favelas com Lula”. Ele também fará caminhadas em Belford Roxo e pela favela da Rocinha.
“Eu vou tentar ganhar mais votos no Rio de Janeiro, porque a minha disposição é ganhar as eleições de Bolsonaro no Rio de Janeiro”, disse ele nesta segunda-feira (10) à Rádio Tupi.
O Estado é considerado estratégico para o bolsonarismo e recebeu pelo menos uma visita do chefe do Executivo a cada semana da campanha eleitoral de 2022.
Ao contrário do que indicavam as pesquisas eleitorais, Lula terminou o primeiro turno atrás do presidente Bolsonaro no Rio de Janeiro. O petista teve 40,68% dos votos válidos, enquanto o presidente teve 51,09%.
Reverter esse quadro é importante para o candidato do PT, dado que ele também perdeu em outros dois Estados do Sudeste, Espírito Santo e São Paulo, e venceu com margem apertada (563 mil votos) votos em Minas Gerais. (Estadão Conteúdo)
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (10) que desconhece ter “desvetado” o orçamento secreto.
A primeira tentativa de viabilizar o orçamento secreto foi realmente do Congresso e Bolsonaro a vetou. O presidente, porém, recuou do próprio veto logo depois e encaminhou para análise dos parlamentares, em dezembro de 2019, o texto que criou o orçamento secreto.
O projeto é assinado por Bolsonaro e a exposição de motivos que o justifica leva a assinatura do general Luiz Eduardo Ramos, então ministro da Secretaria de Governo. Todo esse processo está documentado.
Bolsonaro esteve em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília na manhã desta segunda-feira (10).
Ao ser questionado pelo Estadão sobre ter recuado do veto, Bolsonaro respondeu: “Por favor, você não aprendeu orçamento secreto ainda, que não é meu?”, disse. “Pelo amor de Deus, para com isso. Orçamento secreto é uma decisão do Legislativo que eu vetei, depois derrubaram o veto. Quem recuou do veto? Ah, eu desvetei? Desconheço desvetar”.
Na época, Ramos era o responsável por fazer a ponte entre o governo e o Congresso. Na prática, Bolsonaro abriu mão de decidir o que fazer com o dinheiro público em troca de apoio no Legislativo e de preservar seu mandato de pedidos de impeachment.
Apesar de o presidente jogar a responsabilidade para o Congresso, todo o pagamento é controlado pelo governo, que escolhe quando pagar e qual parlamentar será beneficiado naquele momento.
O congressista, nesse caso, indica para onde vai o dinheiro e, até mesmo, o que deve ser comprado com o montante — deputados chegaram a definir inclusive o valor que o governo deveria pagar por um bem público, como tratores, e com preços superfaturados.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a prometer a retomada do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa Minha Vida, se eleito.
“Vamos voltar a fazer muito investimento em infraestrutura com PAC. Inauguramos 13 mil obras do PAC e vamos recuperar financiamentos para retomar 14 mil obras do PAC”, disse Lula em entrevista concedida hoje à rádio Super Rádio Tupi, do Rio de Janeiro.
O PAC foi criado em 2007, durante o segundo mandato de Lula, voltado a investimentos em infraestrutura, saneamento, habitação, transporte e energia.
O candidato do PT à Presidência da República falou novamente sobre a retomada do Minha Casa Minha Vida e criticou o atual programa habitacional do governo Bolsonaro, o Casa Verde e Amarela.
Lula afirmou que a retomada do Minha Casa Minha Vida será destinada, principalmente, à população de baixa renda.
“Vamos retomar o programa subsidiando a camada mais pobre que não pode pagar. Isso está na Constituição e vamos garantir que todo mundo tenha direito a morar”, defendeu o ex-presidente.
Voltado ao público carioca, o candidato petista prometeu também recuperar a indústria naval com a construção local de sondas para a Petrobras com componentes nacionais a fim de estimular a geração de emprego e renda.
“O Brasil vai voltar a ser espelho do mundo. Minha eleição é a primeira chance de trazer investimento do exterior ao Brasil não para comprar nossas empresas, mas para trazer empresas novas ao País”, afirmou Lula.
Ainda na ponta da geração de emprego, Lula citou como medidas para estímulo retomar obras paralisadas, apoio na digitalização e incentivo ao empreendedorismo com financiamentos de bancos públicos, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
Lula também comentou sobre aumento anual real do salário mínimo conforme for o crescimento do PIB, correção da tabela do imposto de renda e redução da fila de pedidos de aposentadoria do INSS.
A Band promove nesta segunda-feira os primeiros debates entre os candidatos aos governos dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Amazonas com vistas ao segundo turno das eleições.
Em São Paulo, o debate oporá Tarcísio de Freitas (Republicanos) a Fernando Haddad (PT).
No Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) e Onyx Lorenzoni (PL) debatem pelo voto dos gaúchos.
No Amazonas, a disputa do segundo turno está entre o governador Wilson Lima (União), candidato à reeleição, e Eduardo Braga (MDB).
Os debates estão marcados para as 22h, no horário de Brasília.
O dia, a hora e o local do primeiro debate entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) com vistas ao segundo turno estão confirmados.
Lula e Bolsonaro ficarão frente a frente a partir das 20h do próximo domingo, 16 de outubro, nos estúdios da TV Bandeirantes.
O debate será promovido em conjunto pela Band, pela TV Cultura, pelo UOL e pelo jornal Folha de S. Paulo.
Confira a agenda atualizada de debates para o segundo turno.
Confira a agenda dos candidatos qualificados para a disputa do segundo turno da eleição deste ano à Presidência da República nesta segunda-feira, 10 de outubro.
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
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Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”