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RESUMO DO DIA: A primeira pesquisa Datafolha depois do primeiro turno das eleições presidenciais, realizado em 2 de outubro, mostra que a distância entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PT), que tenta a reeleição, é pequena, mas o petista segue na frente. Confira os números da sondagem na nota publicada às 17h16.
Dois dias após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) declarar voto em Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições, o petista visitou o tucano nesta sexta-feira (7).
“Neste segundo turno voto por uma história de luta pela democracia e inclusão social. Voto em Luiz Inácio Lula da Silva”, afirmou FHC no Twitter.
https://twitter.com/LulaOficial/status/1578503188713328640
O encontro aconteceu na residência de FHC depois de um ato público entre Lula e a senadora Simone Tebet (MDB) — que também declarou voto no petista e apareceu hoje pela primeira vez em público ao lado dele.
Nesta semana, além de FHC, Lula recebeu apoio de economistas que participaram da elaboração do Plano Real, como Persio Arida e Armínio Fraga. Todos justificaram a defesa da democracia como motivo de endosso ao PT no segundo turno.
A campanha de Lula prepara um evento em São Paulo para reunir todos esses novos apoiadores, incluindo os economistas e tucanos. Não há, no entanto, data definida.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Simone Tebet (MDB) finalmente selaram em público o apoio da senadora à campanha petista para o segundo turno das eleições presidenciais.
Juntos pela primeira vez após Tebet manifestar o voto em Lula, ela fez um pronunciamento durante evento conjunto na tarde desta sexta-feira (7) em São Paulo.
https://twitter.com/LulaOficial/status/1578471553620094977
“Estou aqui muito feliz para dizer que o presidente Lula, a sua equipe econômica, de assessores, que acaba de receber e incorporar todas as sugestões que fizemos no nosso programa de governo. Com isso, o que nós estamos dizendo aqui é que pensamos da mesma o Brasil que queremos”, disse Tebet.
Ao lado da senadora, Lula sinalizou que, se vencer as eleições, Tebet pode integrar as conversas para discutir a composição de ministérios.
“Depois que a gente ganhar, a gente vai sentar numa mesa para discutir como a gente vai montar a equipe para dar vazão àquilo que é nossa proposta.
A nova pesquisa Datafolha mostra que o presidente Jair Bolsonaro (PL) atingiu o maior patamar de confiança plena em suas declarações registrado ao longo do mandato.
Uma parcela de 28% disse acreditar sempre nas falas do mandatário, que tenta a reeleição no segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na semana passada, a taxa era de 21%.
Segundo o levantamento, 46% dos eleitores nunca confiam nas declarações do presidente, um recuo na comparação com a rodada anterior, finalizada no último dia 29, quando o índice estava em 51%.
Ainda de acordo com o instituto, 25% dizem acreditar às vezes nas falas de Bolsonaro (eram 26%). Um total de 1% não sabe (o percentual também que era de 1% na pesquisa anterior).
O auge da desconfiança sobre as declarações do presidente ocorreu no fim de 2021, quando atingiu 60% dos entrevistados.
No caso da confiança plena, o recorde anterior era de agosto de 2020, quando 22% responderam acreditar totalmente nas declarações do chefe do Executivo.
O Datafolha ouviu 2.884 eleitores em 179 municípios entre quarta-feira (5) e hoje (7). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para meno
Para 51% dos eleitores, o atual governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), deveria apoiar Tarcísio de Freitas (Republicanos) no segundo turno da disputa no estado.
Outros 39% dizem que ele deveria apoiar Fernando Haddad (PT), segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (7).
Há, ainda, 4% que defendem que o atual governador não apoie nenhum dos dois, e 6% que afirmam não saber.
Rodrigo já fez sua escolha e, na terça, declarou “apoio incondicional” a Tarcísio e ao padrinho político dele, o presidente Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição. Haddad, por sua vez, é afilhado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre quem votou em Garcia no primeiro turno, 57% dizem que ele deveria apoiar Tarcísio, e 32% defendem Haddad — 6% dizem nenhum dos dois, e 6% afirmam não saber.
Garcia amargou uma derrota histórica no estado que o PSDB governa desde 1995 — com breves interrupções. Ele ficou em terceiro lugar com 18,4% dos votos válidos, atrás de Tarcísio (42,32%) e Haddad (35,7%).
Segundo o Datafolha, Tarcísio tem 50% das intenções de votos ante 40% de Haddad. Outros 6% declaram voto branco ou nulo, além de 4% que não sabem. Nos votos válidos, Tarcísio tem 55%, e Haddad, 45%.
O apoio de Garcia a Bolsonaro e Tarcísio agravou a crise dos tucanos e isolou o governador, já que a decisão pegou de surpresa membros do partido e do governo. Três secretários pediram demissão.
O Datafolha ouviu 1.806 pessoas entre quarta-feira (5) e hoje (7) em 74 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a eleição para o governo de São Paulo, com 50% das intenções de voto. Fernando Haddad (PT) tem 40%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta (7). Brancos e nulos somam 6%. Há ainda 4% que não sabem.
Considerando os votos válidos — que excluem brancos, nulos e indecisos — Tarcísio tem 55% e Haddad, 45%.
Candidato de Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio terminou o primeiro turno na liderança, com 42,32% dos votos válidos. Haddad, apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), obteve 35,7%.
O Datafolha ouviu 1.806 pessoas entre quarta-feira (5) e hoje (7) em 74 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A maioria dos eleitores acredita que tanto a senadora Simone Tebet (MDB) como Ciro Gomes (PDT) fizeram a escolha certa: apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.
O Datafolha foi saber dos eleitores sobre o apoio de Tebet e de Ciro antes de ambos definirem as preferências no segundo turno. Segundo a pesquisa, 53% achavam que a senadora deveria apoiar Lula — como de fato o fez. Tebet teve 4,1% dos votos válidos no primeiro turno e ficou em terceiro lugar.
Outros 39% responderam que o apoio dela deveria ir para o presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela, no entanto, sempre deixou claro que jamais daria seu voto ao atual mandatário, o que deixava implícita a possibilidade de se juntar ao petista.
Para 3%, Tebet não deveria apoiar nenhum candidato no segundo turno. Outros 4% não sabem responder à pergunta.
Entre os que votaram em Tebet no domingo (2), 43% consideram que ela deveria apoiar Lula, e 36%, Bolsonaro. Outros 15% afirmaram que não deveria endossar nenhum candidato; 6% não sabem.
O instituto também perguntou ao conjunto de entrevistados quem Ciro Gomes deveria apoiar. Para 51%, seria Lula — caminho que ele adotou, seguindo decisão de seu partido. Outros 41% acreditam que ele deveria estar ao lado de Bolsonaro.
Uma parcela de 4% defende que o pedetista não deveria apoiar ninguém; também 4% não sabem.
Já entre eleitores de Ciro — que saiu do primeiro turno com a quarta posição e 3% dos votos válidos —, a opinião de 44% é a de que o ex-ministro deveria apoiar Lula. Outros 40% defendem o endosso dele a Bolsonaro. Uma fatia de 10% acha que ele não deveria se associar a ninguém; 5% não sabem.
O Datafolha ouviu 2.884 eleitores em 179 municípios entre quarta-feira (5) e hoje (7). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A primeira pesquisa Datafolha depois do primeiro turno das eleições presidenciais de 2 de outubro mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% das intenções de voto contra 44% do presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição. Os indecisos são 2%.
Considerado apenas dos votos válidos — ou seja, excluindo votos brancos, nulos e indecisos — a diferença entre os dois é um pouco maior: Lula tem 53% contra 47% de Bolsonaro.
No primeiro turno, o petista obteve 48,4% dos votos válidos e Bolsonaro, 43,2%.
Nesta primeira rodada de pesquisa do segundo turno, o Datafolha ouviu 2.884 eleitores em 179 cidades. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apostaram nos apoios recebidos depois do primeiro turno das eleições presidenciais para abrir a nova etapa da propaganda eleitoral.
Do lado petista, Simone Tebet (MDB), Ciro Gomes (PDT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ganharam espaço. Já Bolsonaro enfatizou o reforço dos governadores reeleitos e a nova configuração do Congresso como garantias de governabilidade.
Confira se o apoio recebido por Lula fará diferença na reta final da eleição.
Confira se o reforço do lado bolsonarista pode levar à reeleição do atual presidente.
A aguardada aparição pública de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Simone Tebet (MDB) era para ter acontecido na quinta-feira (6), mas a falta de consenso sobre as propostas que a senadora apresentou ao petista impossibilitou o encontro oficial.
Lula, no entanto, finalmente deu o aval às ideias de Tebet, terceira colocada no primeiro turno das presidenciais, e a senadora deve aparecer na tarde de hoje em um ato público com o petista em São Paulo.
O encontro permitirá a foto dos dois juntos — um trunfo eleitoral que a campanha de Lula deve usar para obter votos de novos eleitores no segundo turno.
Entre as propostas apresentadas por Tebet à Lula estão medidas ligadas à educação, saúde, equiparação salarial entre homens e mulheres, igualdade racial, economia e renda.
Menos de 24 horas depois da definição do primeiro turno das eleições, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciaram uma verdadeira corrida em busca de apoio para a última etapa do pleito, marcada para 30 de outubro.
Embora Bolsonaro tenha encerrado o primeiro turno com uma votação mais alta do que antecipavam as pesquisas, ele foi o primeiro presidente a tentar a reeleição que não terminou o primeiro turno à frente de todos os demais desafiantes. Em tese, ele precisa tirar uma diferença de mais de 6 milhões de votos.
E enquanto Lula lançou-se cada vez mais ao centro, em alguns momentos flertando com a centro-direita, os apoios obtidos por Bolsonaro concentram-se à direita do espectro político.
Se ideologicamente a opção parece limitada e proporciona poucas novidades em relação ao primeiro turno, do ponto de vista eleitoral, os partidos identificados com o campo conservador poucas vezes estiveram tão representados no Congresso Nacional.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colecionou uma série de apoios já no primeiro turno das eleições presidenciais. Alguns deles até inesperados, declarados por adversários do passado e até mesmo antigos desafetos.
Lula assegurou mais de 57 milhões de votos, um recorde para o primeiro turno na história das eleições presidenciais no Brasil.
Ainda assim, o petista bateu na trave e o jogo contra Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, segue aberto.
Diante disso, Lula se movimenta de modo a angariar o máximo apoio possível e confirmar, no fim de outubro, um favoritismo que lhe é atribuído desde sua ressurreição para a política.
A primeira rodada da pesquisa Futura Inteligência encomendada pelo banco Modal divulgada depois do primeiro turno mostra uma situação de empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).
A sondagem mostra Lula com 49,3% das intenções de voto em segundo turno. Bolsonaro tem 46,0%.
Entretanto, como a margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, o resultado é considerado empate técnico.
Enquanto Lula pode ter de 47,1% a 51,5%, Bolsonaro pode ter de 43,8% a 48,2%.
A sondagem não traz estimativa de votos válidos.
O ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, classificou como eleitoreiras as recentes medidas anunciadas pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), que segundo ele, estão disfarçadas de benefícios sociais.
Em uma série de mensagens no Twitter, Meirelles questiona de onde virá o dinheiro que vai bancar benefícios como o 13º para mulheres que recebem o Auxílio Brasil e a promessa de incluir mais 500 mil famílias há cerca de 20 dias do segundo turno das eleições.
Cotado para ser ministro da Fazenda em um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Meirelles cita um estudo da Fundação Getulio Vargas que aponta que não se sabe de onde o governo de Bolsonaro vai tirar os R$ 158 bilhões para as medidas anunciadas e diz ainda que o rombo para 2023 pode ser de R$ 430 bilhões.
https://twitter.com/meirelles/status/1578377448156184580
Meirelles questionou ainda a cobrança em torno dos planos de governo de Lula e da divulgação da equipe econômica em um possível governo petista: “Não vejo uma cobrança semelhante sobre essa gastança do governo, que será desastrosa para o país qualquer que seja o presidente no ano que vem”.
Na avaliação do ex-presidente do BC, 2023 será um ano desafiador, com o mundo em recessão, inflação alta e uma guerra de forte impacto na economia que ainda não se sabe até onde vai.
A solução, segundo ele, é o Brasil recuperar a confiança do mercado internacional. Para Meirelles, a inflação está perdendo força por aqui e o Produto Interno Bruto (PIB) está crescendo por conta de medidas artificiais adotadas pelo governo.
https://twitter.com/meirelles/status/1578377465122230274
Confira a agenda dos dois candidatos à Presidência para esta sexta-feira.
O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, descartou a possibilidade de divulgar, antes do segundo turno das eleições, os nomes de ministros e membros da equipe econômica em eventual novo governo.
Ele também prometeu formar um time com “gente de fora”, e não apenas com petistas e aliados. Também comemorou o apoio à sua candidatura feito por economistas liberais.
“Quem quiser conhecer meu ministério vai ter que esperar primeiro eu ganhar eleições”, afirmou o ex-presidente em entrevista coletiva concedida ontem.
Lula tem sido cobrado por setores do mercado financeiro a anunciar seu ministro da Fazenda antes do segundo turno, como forma de sinalizar sua política econômica caso vença as eleições. Ontem, o petista buscou enterrar a ideia.
“É loucura imaginar que você pode indicar time antes. Se tenho dez economistas aqui e indico um, vou conquistar um e perder nove. Que inteligência é essa? Que loucura é essa?”, questionou o ex-presidente.
“Primeiro, eu tenho que ganhar as eleições. Quando eu ganhar as eleições, vou montar o governo e não apenas com meu partido e aliados. Tem gente de fora que vai participar”, declarou.
Logo em seguida, Lula disse ficar feliz com o apoio de economistas que trabalharam com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
“É porque essas pessoas sabem que eu sou a garantia do exercício democrático nesse país e meu adversário não é”, garantiu. “Na hora de montar o governo, é como escalar a seleção. Você vai escolher os melhores”.
As campanhas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (PL) retomaram nesta sexta-feira a veiculação de propaganda eleitoral no rádio e na televisão.
Ontem, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade o plano de mídia para a propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio durante a campanha do segundo turno das eleições.
Pelo plano de mídia aprovado, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, que disputam a Presidência da República, terão 5 minutos cada nos dois blocos diários de propaganda eleitoral.
Os horários dos blocos seguem os mesmos do primeiro turno: na TV, as propagandas irão ao de segunda-feira a sábado, das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40. No rádio, a propaganda para presidente vai ao ar de 7h às 7h10 e de 12h às 12h10.
O primeiro a se apresentar será o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por ter obtido maior número de votos no primeiro turno. A partir daí é feita a alternância com o presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição e ficou em segundo lugar.
No caso dos governadores, os blocos também são de 10 minutos, indo ao ar das 13h10 às 13h20 e das 20h40 às 20h50 na TV nos Estados onde haverá segundo turno. No rádio, o horário é de 7h10 às 7h20 e das 12h10 às 12h20.
Os candidatos também têm 25 minutos de inserções por cargo, de segunda-feira a domingo, para veicular peças de 30 segundos a 60 segundos ao longo da programação do rádio e da TV.
A propaganda será veiculada até 28 de outubro, dois dias antes do segundo turno.
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