O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Credit Suisse volta a ser abalado com saída de presidente do Conselho que veio para recuperar a imagem do banco, mas foi pego violando as regras da quarentena contra a covid-19
Antonio Horta-Osorio, ex-chefe Lloyds Banking Group, ingressou no Credit Suisse com uma missão: ajudar a recuperar a imagem do banco suíço após uma série de escândalos. Nove meses depois, o português não só não cumpriu o combinado como jogou ainda mais lenha na fogueira de uma instituição financeira que quer recuperar sua reputação.
Após violar as regras de quarentena da covid-19 no ano passado, inclusive assistindo às finais de tênis de Wimbledon, Horta-Osorio renunciou no domingo (16) ao cargo de presidente do Conselho de Administração do Credit Suisse.
"Lamento que várias das minhas ações pessoais tenham levado a dificuldades para o banco e comprometido minha capacidade de representá-lo interna e externamente", disse Horta-Osorio em comunicado divulgado pelo banco.
No mês passado, uma investigação preliminar do Credit Suisse descobriu que Horta-Osório havia violado as regras da covid-19.
Ele esteve nas finais de tênis de Wimbledon em julho, em um momento em que as restrições do Reino Unido por conta da pandemia exigiam que ele ficasse em quarentena.
O banqueiro também violou as restrições suíças para a covid-19 quando, segundo a Reuters, voou até o país em 28 de novembro, mas partiu em 1º de dezembro. Sob as regras da Suíça, ele deveria ficar em quarentena por dez dias após a chegada.
Leia Também
Horta-Osorio assumiu a presidência do Conselho do segundo maior banco da Suíça em abril do ano passado com a missão de limpar a cultura corporativa após o envolvimento prejudicial da instituição com a empresa de investimentos falida Archegos Capital e a insolvente empresa financeira Greensill Capital.
Os clientes do Credit Suisse perderam bilhões depois que o banco os canalizou para produtos financeiros projetados pela Greensill, enquanto o próprio banco sofreu um golpe multibilionário com o colapso da Archegos.
O banco também se viu no centro de um escândalo de espionagem incomum que resultou na saída do CEO Tidjane Thiam.
O Credit Suisse insistiu que a revisão estratégica, anunciada em novembro e que inclui uma redução dos negócios de banco de investimento, continuará implacável.
Para dar continuidade a essa missão o escolhido foi o executivo do UBS, Axel P. Lehmann, que assume a presidência do Conselho do banco.
Para analistas, o Credit Suisse tomou a decisão certa ao remover Horta-Osório, e Lehmann foi uma escolha sábia, pois a empresa procura oferecer estabilidade.
Bruno Verstraete, sócio-gerente da gestora de ativos Lakefield Partners, com sede em Zurique, disse à CNBC que Lehmann é uma escolha que representa a estabilidade que o Credit Suisse precisa, dada a vasta experiência do executivo em gerenciamento de risco.
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas
Banco elevou preço-alvo da VALE3 para R$ 102 — o que significa um potencial de valorização de cerca de 13%, mesmo após alta recente da ação
Lucro acima do esperado dá fôlego à distribuição de proventos; confira o valor por ação e quem entra na lista
Após um ano pressionado por inadimplência e provisões elevadas, BB encerra o 4T25 com resultado acima do esperado; veja os principais números do balanço
A Azul alertou ao Cade que o atraso na saída do Chapter 11 traz “graves riscos” à saúde financeira e à própria continuidade operacional da companhia
Filho de um operário da construção civil e de uma dona de casa, Testa vem de uma família que ele mesmo classifica como humilde
Volumes caem, lucro cresce menos e cervejeira holandesa promete crescer com menos espuma daqui para frente
A Smart Fit é a quarta maior rede de academias do mundo em número de clientes. Também tem uma marca mais premium, a Bio Ritmo, e a plataforma de benefícios corporativos TotalPass
A operadora brasileira anunciou nesta manhã um acordo para comprar 51% restantes do capital da I-Systems Soluções de Infraestrutura, da qual já tinha 49% de participação. O negócio ainda depende do aval de autoridades regulatórias
Após mais um balanço recorde, Santiago Stel revelou ao Seu Dinheiro por que o banco acredita que a fase mais forte ainda está por vir
Com lucros e rentabilidade ainda pressionados, o mercado começa a discutir se o BB deixou o pior para trás ou apenas ganhou tempo
A operação acabou saindo no piso do intervalo reduzido horas antes pelo banco, a US$ 12, de acordo com a Bloomberg
Dados do quarto trimestre de 2025 servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 5 de março após o fechamento do mercado
Banco revisou estimativas para oito construtoras de média e alta renda e recomenda mais seletividade diante de juros altos e crédito restrito
A faixa indicativa, que antes oscilava entre US$ 15 e US$ 18, caiu para um intervalo entre US$ 12 e US$ 13; a expectativa atual é de uma precificação no piso
O motivo é a aprovação de urgência para a votação de um projeto que pode elevar o Ebitda da gigante petroquímica em cerca de US$ 290 milhões em 2026 — cerca de 50% do Ebitda dos últimos 12 meses
Operação em libras pode ser a primeira de uma empresa de tecnologia com prazo tão longo desde os anos 1990