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O banco público quer crescer ao menos 10% em 2022 e o segredo pode estar no FGTS
A Caixa Econômica Federal anunciou lucro líquido de R$ 3,218 bilhões no quarto trimestre de 2021, queda de 43% na comparação com o mesmo período do ano passado.
No acumulado o ano, o banco público lucrou R$ 17,268 bilhões, o que representa uma expansão de 31%. O aumento do crédito e das receitas com prestação de serviços contribuíram para o crescimento do lucro em 2021.
Apesar disso, a forte queda no trimestre pode ser explicada pela base de comparação, que foi inflada nos meses finais de 2020 por conta de valor recebido pelo banco com a conclusão da parceria estratégica nos ramos de seguros de vida, prestamista e previdência com a Caixa Seguridade. Por isso, no quarto trimestre de 2020 chegou a R$ 5,7 bilhões.
Em 2021, a Caixa concedeu R$ 436,5 bilhões em crédito, aumento de 3,9% em relação a 2020. A carteira de crédito ampliada da Caixa terminou o ano em R$ 867,6 bilhões, crescimento de 10,2% em 12 meses.
A expansão foi puxada por linhas como o financiamento imobiliário, o carro-chefe do banco, com avanço de 9,2%, e no crédito comercial para pessoa física, com alta de 19%. A carteira de agronegócio, novo foco do banco, disparou 113%.
A Caixa terminou 2021 com ativos que totalizavam R$ 1,452 trilhão, mostrando estabilidade em relação ao quarto trimestre de 2020.
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Se levarmos em consideração os recursos do FGTS, o banco tem sob sua administração R$ 2,674 trilhões em ativos. Já o patrimônio líquido somou R$ 111,5 bilhões, aumento de 20,2% em 12 meses.
A Caixa Econômica Federal acompanhou seus pares privados em 2021 e viu seu lucro saltar 31% na comparação com o ano anterior, graças à queda do custo de crédito e ao aumento da carteira, principalmente no ramo imobiliário, no qual é líder de mercado.
No ano passado, a Caixa concedeu R$ 140,6 bilhões em crédito imobiliário, recorde histórico e alinhado com o apetite do consumidor brasileiro pela casa própria.
O setor espera desaceleração neste ano: o financiamento imobiliário deve crescer 2%, estima a Abecip, após saltar 46% em 2021.
O banco público promete novos recordes neste ano, mas terá de enfrentar um ambiente mais difícil para as vendas de ativos (ou de parte deles).
A Caixa quer crescer mais, ao menos 10%. O segredo pode estar no FGTS: o banco público domina as concessões via programa Casa Verde e Amarela, que utiliza recursos do fundo.
O financiamento via FGTS deve crescer 30% neste ano, calcula a Abecip, enquanto os empréstimos com recursos da poupança devem cair 5%.
As ofertas de ações da Caixa Asset e da bandeira de cartões Elo, as próximas da fila, podem não avançar, em meio ao fraco apetite dos investidores por novos papéis na B3.
As despesas da Caixa Econômica Federal com pessoal somaram R$ 6,393 bilhões no quarto trimestre de 2021, queda de 2,1% em relação ao mesmo período de 2020. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, porém, subiram 6,1%.
No acumulado de 2021, as despesas com pessoal do banco público avançaram 2,2%, para R$ 23,219 bilhões. No ano passado, a Caixa foi na contramão da maior parte dos grandes bancos brasileiros (entre eles o também público Banco do Brasil), e reforçou seu quadro, com 5.656 colaboradores a mais.
A CEF encerrou o ano com 94.404 empregados, segundo informe de resultados divulgado na manhã desta quinta-feira. Em relação a setembro, eram 2.478 funcionários a mais.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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