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A guerra entre Rússia e Ucrânia gera uma série de restrições ao setor aéreo, com sanções sendo adotadas pelo Ocidente contra empresas russas
A guerra entre Rússia e Ucrânia já gera inúmeros efeitos para a economia mundial — o petróleo está nas maiores cotações em quase uma década, e analistas preveem um aumento nos preços de commodities agrícolas e alimentos. Mas um outro segmento também já começa a lidar com impactos diretos: o setor aéreo, que precisa lidar com custos mais altos e rearranjos nas rotas por causa do conflito armado no leste europeu.
A questão, no entanto, não se limita às finanças das companhias aéreas em si. Com o abalo nas relações entre Rússia e os demais países ocidentais, já se fala num risco à logística internacional, com determinados corredores permanecendo fechados — o que, no limite, pode afetar o transporte de cargas e afetar ainda mais o ritmo de atividade global.
Veja a imagem abaixo, mostrando o fluxo de aeronaves no território europeu nesta manhã de domingo (27). Com o espaço aéreo da Ucrânia fechado, há uma enorme área pela qual nenhum avião ousa passar — países e regiões vizinhas à guerra também não estão sendo acessadas:

Dada a impossibilidade de cruzar o espaço aéreo ucraniano, o fluxo de aeronaves entre a Europa Ocidental e Moscou precisa ser desviado: ou usa-se a rota ao norte, através dos países bálticos e nórdicos, ou a rota ao sul, por fora do Mar Negro — sobrevoando, assim, países como Turquia, Bulgária e Geórgia.
Isso, por si só, já representa uma ruptura relevante ao setor aéreo: ao adotarem rotas maiores, as companhias acabam perdendo eficiência. As viagens são mais demoradas, o consumo de combustível é maior e as frequências dos voos precisam ser mais espaçadas.
Além disso, com o petróleo cada vez mais caro — o barril do Brent está em torno de US$ 95, mas muitos especialistas acreditam que poderá chegar a US$ 150 no curto e médio prazo —, os gastos das companhias aéreas com combustível de aviação ficam cada vez mais salgados.
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Ou seja: a necessidade de contorno do espaço aéreo da Ucrânia faz com que as empresas usem rotas mais longas e, consequentemente, queimem mais combustível — que, por sua vez, tende a ficar cada vez mais caro por causa da guerra. Um duplo efeito negativo para o transporte global de passageiros e cargas.
Afinal, por mais que apenas algumas rotas sejam diretamente afetadas, o impacto gera um efeito em cascata para as empresas aéreas, que precisarão fazer contas. Para compensar a perda de eficiência no leste europeu, é capaz que outros trechos aéreos sejam deixados de lado, com menos voos ou com tarifas mais altas.
Esse, no entanto, não é o efeito mais preocupante para a economia global: há um risco direto de as sanções internacionais à Rússia provocarem um problema maior.
Além da já anunciada exclusão das instituições financeiras russas do Swift, o sistema interbancário internacional, uma segunda onda de sanções começa a ser adotada pelos países ocidentais: a proibição de atuação de empresas aéreas russas, entre elas a Aeroflot, a maior do país. Boa parte das nações europeias já aderiram à medida.
Há, ainda, inciativas individuais por parte de inúmeras companhias aéreas do mundo: Air France, KLM e outras disseram que, por ora, vão suspender as rotas que conectam a Rússia a outros destinos. Rompimentos de acordos de compartilhamento de voos com as aéreas russas também estão sendo colocados em prática.
É a partir daqui que os sinais de alerta mais intensos começam a ecoar para a economia global. Como o governo Vladimir Putin reagirá a esses movimentos? E se o espaço aéreo da Rússia for fechado para aeronaves da Europa e dos EUA, numa espécie de retaliação na mesma moeda — uma decisão plausível, considerando o tom adotado pelo Kremlin nas tensões militares com a OTAN?
Caso sim, precisará ser colocado em prática um rearranjo massivo da malha aérea global, já que a Rússia é o maior país do mundo em área. Boa parte das rotas entre Europa e Ásia passa, em algum momento, pelo território russo; mesmo algumas conexões entre EUA e o continente asiático, em especial a Índia, sobrevoam o país.
Nesse cenário, novamente estaremos falando em perda de eficiência do setor aéreo, com rotas mais extensas — eventualmente com mais paradas para reabastecimento —, mais gasto de combustível e tempos maiores de deslocamento, tanto de passageiros quanto de carga.
Segundo a Reuters, algumas companhias aéreas já estão em contato com o aeroporto de Anchorage, no Alasca, perguntando a respeito da capacidade logística do antigo terminal — um entreposto que era usado pelas empresas que não sobrevoavam a União Soviética durante a Guerra Fria.
E isso, é claro, sem entrar na hipótese de expansão territorial da guerra rumo a outros países, o que provocaria fechamentos ainda maiores do espaço aéreo europeu.
A resposta simplificada é: não, as empresas aéreas nacionais, como Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) não são diretamente afetadas caso esse cenário venha a se concretizar, já que nenhuma delas opera voos ao leste europeu. No entanto, há uma série de impactos indiretos que podem ser observados mesmo aqui no Brasil.
O primeiro deles diz respeito aos custos: a guerra eleva os preços do petróleo, deixando o combustível de aviação mais caro. Mas há também implicações no que diz respeito à malha internacional, especialmente no front dos acordos de compartilhamento de voos.
As empresas aéreas globais formam alianças entre si, de modo a facilitar esse tipo de acordo e ampliar a oferta de destinos aos passageiros — uma viagem para Nova York, por exemplo, pode ser comprada diretamente no site da Gol, com o primeiro voo sendo operado pela companhia brasileira e o segundo, pela American Airlines.
Dito isso, há três grandes alianças: a Skyteam (da qual faz parte a Aeroflot), a Oneworld e a Star Alliance. Não necessariamente as empresas fecham acordos apenas entre os membros de cada grupo, mas ser admitido em algum deles ajuda a estreitar relações com outros grandes nomes internacionais.
Azul e Gol não fazem parte de uma aliança específica, tendo contratos de compartilhamento de voos individuais com cada empresa aérea. Só que, em meio à crise, já começam a surgir sinais de rompimento na SkyTeam: a Delta, uma das integrantes, anunciou a suspensão dos acordos com a Aeroflot — o que pode desencadear uma onda de instabilidade dentro da aliança.
E se a Rússia banir os voos de todas as operadoras da SkyTeam, mesmo as que não adotaram qualquer restrição às aéreas do país? Nesse caso, os impactos ao setor aéreo como um todo seriam ainda maiores — e Gol e Azul podem ser impactadas no front da oferta de voos internacionais.
Tudo ainda é muito hipotético, mas são cenários que não eram cogitados há algumas semanas e que, agora, parecem estranhamente concretos, remetendo às restrições existentes durante a Guerra Fria — e que, obviamente, implicam em entraves ao desenvolvimento da economia globalizada como a conhecemos.
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