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Articulações locais negociadas pelos próprios partidos da chamada terceira via dificultam o caminho de Simone Tebet para emergir como alternativa
A aliança entre MDB e PSDB, com Simone Tebet (MDB) pré-candidata à Presidência e Tasso Jereissati (PSDB) como vice, quer apresentar uma alternativa ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao presidente Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, a proposta de terceira via não encontra eco em acordos negociados pelos dois partidos nos palanques estaduais.
Levantamento feito pelo Estadão identificou 16 Estados, além do Distrito Federal, em que os diretórios de MDB e PSDB já apoiam ou negociam alianças com pré-candidatos a governador alinhados a Lula ou Bolsonaro.
Simone Tebet é do MDB e encabeça a chapa da terceira via. Entretanto, o partido está com o PT de Lula em Alagoas, Ceará, Paraíba, Pará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí e Amazonas. Emedebistas se aliaram a pré-candidatos ligados ao presidente em Roraima, Acre, Rio, Paraná e Distrito Federal.
Embora nenhum pré-candidato tucano declare apoio a Lula, o PSDB está no mesmo grupo do PT ou caminha para isso em Alagoas, Maranhão, Pará e Rio.
Em Mato Grosso do Sul, terra de Simone, o candidato do PSDB, Eduardo Riedel, disse estar "fechado com Bolsonaro". Os tucanos ainda apoiam pré-candidatos bolsonaristas no Acre e em Santa Catarina.
Fazer parte do mesmo grupo político nos Estados não significa que os diretórios do PSDB e do MDB apoiem o atual ou o ex-presidente formalmente.
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Entretanto, as articulações locais dificultam a penetração regional da chapa da terceira via, encabeçada por Simone Tebet e que tem o tucano Tasso Jereissati como vice.
De acordo com o analista político Bruno Carazza, professor da Fundação Dom Cabral, a demora da chamada terceira via em definir uma chapa para o Planalto antecipou um movimento de voto útil nos quadros das próprias legendas.
"De um lado, levou a uma definição precoce de boa parte do eleitorado entre Lula e Bolsonaro", afirmou. "De outro, (a demora) precipitou um movimento da própria classe política em se posicionar entre esses dois polos, principalmente nos Estados."
O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, afirmou que "Simone vai crescer e será a grande novidade da eleição".
Segundo ele, as alianças nos Estados não têm relação com a eleição presidencial.
"Essa não é a realidade do partido. Estão confundindo alianças regionais com apoio para presidente. Só ajuda e alimenta essa polarização que atrapalha a população brasileira."
Para o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, as desconexões entre as eleições para governador e presidente não são inéditas.
"A leitura não é tão simples. As realidades locais são mais poderosas do que alianças nacionais, e respeito os fatos. Não é exclusividade desse pleito, muito menos do PSDB", disse o dirigente do partido de Tasso, vice na chapa da terceira via.
"Infelizmente, até atingirmos uma maturidade do nosso sistema político-partidário, vamos continuar assistindo a desconexões."
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