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Com o naufrágio das empresas de tecnologia na bolsa, o grupo japonês registrou prejuízo trimestral equivalente a R$ 122 bilhões
O naufrágio das empresas de tecnologia na bolsa se refletiu mais uma vez nos resultados do Softbank. O grupo japonês que investe em startups no mundo inteiro, entre elas as brasileiras Nubank e Inter, registrou prejuízo trimestral recorde de 3,2 trilhões de ienes. Esse valor equivale a US$ 23 bilhões ou R$ 122 bilhões.
O resultado do conglomerado de Masayoshi Son foi puxado pela desvalorização dos investimentos do Vision Fund no primeiro trimestre fiscal — que vai de abril a junho.
A perda do badalado fundo que se tornou símbolo da euforia dos investidores com as empresas de tecnologia foi de 2,9 trilhões de ienes (R$ 112 bilhões).
O prejuízo do Vision Fund foi um pouco menor na comparação com o desastroso trimestre anterior. Mas o resultado do Softbank no balanço divulgado hoje acabou sendo pior em razão da desvalorização do iene no período.
Especificamente na América Latina, o fundo do Softbank amargou um prejuízo equivalente a R$ 12,4 bilhões no trimestre. A perda veio da queda do preço das ações de empresas do portfólio que são listadas em bolsa, como Inter e Nubank.
O Softbank é o segundo maior acionista do Inter, que deixou recentemente a bolsa brasileira e migrou para a Nasdaq. Agora, o banco digital possui recibos de ações (BDRs, na sigla em inglês) na B3, com o código INBR31.
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No ano passado, o fundo japonês também se tornou acionista do Nubank, ao comprar ações do banco digital na oferta inicial de ações (IPO) no fim do ano passado em Nova York. De lá para cá, as ações do Nubank acumulam queda da ordem de 50%.
Além de Inter e Nubank, o Softbank detém participações em várias startups brasileiras que se tornaram unicórnios (com valor acima de US$ 1 bilhão), como Creditas, Loggi e Quinto Andar.
As perdas bilionárias representam o reverso da moeda para o Softbank. Afinal, o grupo surfou como poucos a grande onda de valorização das startups ligadas a tecnologia.
Em meio ao longo período de juros reais negativos pelo mundo, várias empresas conseguiram captar recursos mesmo sem apresentar lucro. Mas essa realidade começou a mudar com o avanço recente da inflação, que obrigou os bancos centrais a se mexerem.
Dessa forma, o processo de aperto monetário global que acabou com o dinheiro barato levou o fundo a colocar o pé no freio em novos negócios.
O investimento no Nubank foi um dos últimos cheques gordos assinados pelo Softbank, que possui investimentos em 103 empresas na América Latina.
Para efeito de comparação, o fundo investiu apenas US$ 600 milhões no trimestre, contra US$ 20,6 bilhões no mesmo período do ano passado.
Por fim, vale sempre ponderar que a perda contábil do Softbank se refere principalmente a investimentos não-realizados. Ou seja, o prejuízo ou lucro efetivo que o grupo terá com Inter, Nubank e as quase 500 empresas do fundo dependerá do preço de venda desses ativos no futuro.
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