O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Maior desafio, segundo marqueteiros, é torná-la popular: 46% do eleitorado desconhece Simone Tebet, segundo pesquisas recentes
A escolha de Simone Tebet (MDB) para representar a chamada terceira via na eleição presidencial não se explica pela principal informação revelada nas pesquisas de intenção de voto.
Com apenas 2% da preferência, a senadora empata, dentro da margem de erro, com o ex-governador João Doria (PSDB), que chegou a 4% no mais recente levantamento do Ipespe.
Em vez da intenção de voto, a resposta que lhe favorece é outra: a rejeição mais baixa. Segundo o instituto, 37% não votariam de jeito nenhum em Tebet. Já em relação ao tucano, esse porcentual sobe para 53%.
Mas não é só. Há ao menos mais dois fatores que beneficiam Tebet na disputa direta com Doria.
O primeiro diz respeito à obrigatoriedade de partidos investirem ao menos 30% dos recursos dos fundos partidário e eleitoral em candidaturas femininas.
Com uma mulher disputando a Presidência, o MDB já dará um passo importante no cumprimento da cota, uma vez que campanhas presidenciais devem ter um teto de aproximadamente R$ 70 milhões só no primeiro turno — o partido receberá acima de R$ 417 milhões.
Leia Também
O segundo fator adicional às pesquisas diz respeito ao apoio interno conquistado ao longo dos últimos meses.
Diferentemente de Doria, a senadora tem seu nome defendido pelo presidente nacional da sigla, deputado Baleia Rossi (SP), e conta com a aprovação declarada de 20 dos 27 diretórios estaduais — essa maioria deve lhe assegurar uma posição confortável na convenção do partido, que costuma ser acirrada.
Considerado por analistas uma espécie de confederação, por abrigar dentro do mesmo guarda-chuva diferentes correntes políticas, o MDB caminha para ter, pela segunda eleição consecutiva, candidato próprio à Presidência da República.
Em 2018, a função coube ao economista Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda do então presidente Michel Temer.
Ao contrário da trajetória de conflito trilhada por Doria no PSDB, a candidatura de Tebet foi ganhando musculatura.
Se no início a pré-campanha era vista no MDB como uma estratégia para marcar posição no debate presidencial, a mesma ganhou terreno nos Estados, especialmente nos mais conservadores.
E por um motivo claro: a defesa de Simone se tornou um muro de contenção aos aliados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se reaproxima de quadros do partido, especialmente na região Nordeste.
Não por acaso o Rio Grande do Sul, onde o MDB tem tradição e força política, tornou-se a principal base da senadora de Mato Grosso do Sul.
O coordenador do programa de governo de Tebet é o ex-governador gaúcho Germano Rigotto e o ex-senador Pedro Simon, decano da sigla, é um dos mais empenhados cabos eleitorais da pré-candidata.
Com o avanço nas negociações com o PSDB e o Cidadania para o lançamento de uma candidatura única, Tebet começa a delimitar os rumos de sua campanha.
O marqueteiro já foi escolhido. Será Felipe Soutello, que comandou várias campanhas tucanas, entre elas a disputa vitoriosa de Bruno Covas à Prefeitura de São Paulo, em 2020, e também trabalhou para o então governador paulista Márcio França (PSB), em 2018.
Ao Estadão, Soutello disse que a baixa rejeição é um ativo importante da senadora, mas o desafio maior é torná-la conhecida.
Tebet será a última presidenciável a aparecer nos comerciais partidários: as inserções do MDB serão exibidas no dia 30 de junho.
"O momento agora é de apresentá-la, mostrar a trajetória política e o pioneirismo enquanto mulher em espaços de poder", disse.
De acordo com as mais recentes pesquisas Ipespe, divulgadas neste mês, a senadora ainda é desconhecida por 46% do eleitorado, ficando atrás neste quesito apenas de Luciano Bivar (União Brasil), André Janones (Avante) e Luiz Felipe d'Avila (Novo).
Doria, adversário direto para se tornar o nome da terceira via, é desconhecido por apenas 8% dos eleitores.
Segundo Soutello, o fato de a senadora ainda ser desconhecida de quase metade da população pode se tornar uma vantagem especialmente sobre o eleitorado feminino, que é maioria também entre os indecisos.
Para o diretor do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop) da Unicamp, Oswaldo Amaral, os números até agora não sustentam tamanho otimismo. Segundo o analista, apesar de ser mais baixa que de seus concorrentes, a rejeição de Tebet já lhe compromete.
"Ela tem 37% de rejeição. O ex-presidente Lula tem 43%. Não é tanta diferença assim, especialmente pelo fato de ela ser desconhecida."
Amaral diz que para se viabilizar como opção competitiva, Tebet precisaria o mais rápido possível "roubar" votos de Ciro Gomes (PDT) e atrair o eleitorado "nem nem" todo para si.
"Além disso, Simone terá pela frente uma dificuldade adicional, a construção dos palanques nos Estados. O MDB é muito diverso do ponto de vista regional e isso pode fazer com que as alianças regionais não reflitam o pacto nacional em torno dela", completa.
Nesse ponto, Tebet e Doria combinam. Ambos estão atrás na corrida por aliados que sustentem nacionalmente suas candidaturas e ajudem a evitar a polarização Lula versus Bolsonaro.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Levantamento também indica ritmo de forte expansão do mercado logístico, impulsionado pelo e-commerce
Mega-Sena 30 anos tem regras parecidas com as da Mega da Virada: prêmio não acumula e 90% do dinheiro é destinado a quem acertar as seis dezenas; veja os detalhes do sorteio especial
Índice acelera de 0,44% em março para 0,89% em abril, e qualitativo preocupa: alimentação e transportes pressionam; saiba o que pode acontecer com a Selic daqui para frente
Companhia avalia incorporar parte de ativo que hoje está nas mãos da controladora; entenda o que está em discussão
Lotofácil 3671 acumula e Lotomania 2917 é a única a pagar o prêmio principal na rodada de segunda-feira (27) das loterias da Caixa
De acordo com o conselheiro da Casa Branca, o nível de concentração das quatro maiores companhias reduz a concorrência e cria condições para a formação de preços
Mercado ilegal, uso sem acompanhamento médico e incidência de doenças graves acendem alerta das autoridades sobre canetas emagrecedoras como Mounjaro e Ozempic
Pensando em homenagear a mãe, britânico pretende correr 32 maratonas em 32 dias para angariar fundos para pesquisa
Mega-Sena entrou acumulada em abril e foi recuperando posições até retomar o topo do ranking de maiores prêmios das loterias da Caixa. Agora ela paga mais do que todas as outras juntas.
Ninguém levou o prêmio máximo no concurso 3.000; entenda quanto você precisa investir para aumentar as probabilidades — e por que o custo dispara
Decisões no Banco Central e no Federal Reserve (Fed) dividem atenções com IPCA-15 e PIB dos EUA; confira tudo o que irá rolar nos mercados na próxima semana
Pé-de-Meia é um programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público; pagamentos começam amanhã
O terminal é considerado estratégico, já que vai ampliar em 50% a capacidade de movimentação de contêineres do Porto de Santos, o maior da América Latina
Entre nostalgia e especulação, cartas de Pokémon deixam de ser apenas coleção e passam a circular como ativo de alto risco
A decisão de acionar a bandeira amarela na conta de luz se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios
Por se tratarem de concursos com final zero, os prêmios de Loteria em jogo neste sábado são maiores; confira os valores
Plataformas como Kalshi e Polymarket deixam de operar como investimento e passam a seguir regras de apostas; norma vale a partir de maio
Nem mesmo a campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, vai conseguir fugir da mordida do leão
Paris e Bigi estão em disputas na justiça e o Rancho de Neverland foi vendido; veja como está a herança de Michael Jackson
A Caixa Econômica Federal liderou a concessão de credito imobiliário com recursos da poupança no primeiro trimestre