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Roberto Campos Neto também falou sobre real digital, greve dos servidores do Banco Central e, claro, política monetária
O Banco Central (BC) está pronto para receber a responsabilidade de organizar o mercado de criptomoedas no Brasil. A afirmação foi feita no fim da manhã desta quinta-feira (23) pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, em questionamento enviado pelo Seu Dinheiro durante entrevista coletiva concedida em Brasília e transmitida pela internet.
Campos Neto qualificou o projeto de lei (PL) em tramitação no Congresso como um marco inicial. A primeira fase será regular as corretoras de criptomoedas.
Ele enfatizou que o PL foi elaborado com a participação do BC e disse estar em contato constante com a Comissão de Valores Mobiliários, mas ainda há caminho longo pela frente em termos de regulamentação.
“Os bancos centrais de todo o mundo ainda estão em fase de aprendizado [sobre as criptomoedas e as finanças descentralizadas]. Temos que fazer a regulação hoje olhando como o mercado vai ser no futuro”, explicou o presidente da autoridade monetária.
A entrevista coletiva de Campos Neto aconteceu apesar do adiamento da divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI).
Originalmente, o Banco Central deveria divulgar hoje o RTI. Entretanto, a greve dos servidores da autoridade monetária fez com que a liberação do relatório ficasse para a semana que vem.
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Diante da greve, diversos projetos e documentos do Banco Central estão em atraso.
Uma das propostas afetadas é a implementação do real digital.
Também em resposta ao Seu Dinheiro, Roberto Campos Neto limitou-se a informar que a autoridade monetária vai se pronunciar novamente sobre o cronograma do projeto do real digital depois que as operações do BC forem normalizadas.
Em relação à greve em si, Campos Neto disse que a direção do Banco Central vem tentando trabalhar em cima das exigências dos servidores, mas ainda não é possível fazer projeções quanto ao fim da paralisação.
Sem o RTI como pauta, o evento do Banco Central foi aberto para perguntas dos jornalistas.
“É um pouco atípico, mas entendemos que era importante manter a data” da entrevista coletiva, que costuma suceder a divulgação do RTI, disse Campos Neto em uma breve introdução antes de abrir espaço para as perguntas.
A intenção, segundo ele, é enfatizar a relevância de uma comunicação transparente para o BC.
A inclusão da projeção da inflação para 2024 no comunicado da última reunião de política monetária foi o primeiro tema abordado.
Como o ano de 2024 só vai entrar no chamado “horizonte relevante” do Comitê de Política Monetária (Copom) em agosto, a ênfase ao dado foi recebida com certa surpresa.
Segundo Campos Neto, a inflação de 2024 foi citada por transparência, uma vez que a “incerteza está muito acima do usual”.
Afinal, a greve dos servidores do Banco Central não adiou apenas o RTI ou a implementação do real digital.
A pesquisa Focus, que em tempos normais é divulgada semanalmente, não é publicada desde o início de maio.
Outra dúvida deixada pelo comunicado — e também pela ata do Copom — refere-se à intenção do Banco Central de trazer a inflação para “ao redor da meta” de 4% em 2023.
“Ao redor é menos que 4%”, esclareceu Campos Neto. “A gente fala de uma taxa [de juro] mais alta por um horizonte maior por considerar que isso é o suficiente para que a inflação volte a convergir e fique ao redor dessa meta”, acrescentou o presidente do BC.
No mais, tanto Roberto Campos Neto quanto o diretor de política econômica, Diogo Abry Guillen, deram respostas bastante cuidadosas, sem avançar nada além do que vem sendo abordado na comunicação oficial do Banco Central.
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