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A estatal reiterou o compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo

A Petrobras (PETR4) negou nesta quinta-feira (12) que está me conversa com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre mudanças na política de preços.
"A companhia informa também que não tem conhecimento de achados de infrações à ordem econômica nos processos administrativos em curso no Cade", diz o comunicado.
Na nota, a Petrobras reitera o compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato da volatilidade para os preços internos.
O posicionamento da Petrobras (PETR4) acontece após notícias indicando as conversas sobre mudanças na política de preços estariam acontecendo no âmbito de dois inquéritos que foram abertos pelo conselho em janeiro para investigar a estatal.
Segundo a Broadcast, as investigações estão em fase avançada e há "achados consistentes" de infrações econômicas por parte da estatal, como barreiras à entrada de competidores e práticas discriminatórias de preços.
Mais cedo, o novo presidente da Petrobras (PETR4), José Mauro Coelho, não descartou a possibilidade de reajustar novamente o preço dos combustíveis.
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"Não podemos nos desviar da prática de preços de mercado", disse Coelho. E acrescentou que “em algum momento, os reajustes devem ser feitos para manter a saúde da companhia”.
Vale mencionar que o preço dos combustíveis no Brasil são reajustados conforme o mercado internacional, seguindo a política de paridade (PPI), desde 2016.
A Petrobras está a 57 dias sem mexer nos preços da gasolina e do diesel. Contudo, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), voltou a criticar os preços dos combustíveis durante o seu pronunciamento semanal nas redes sociais, na última quinta-feira (05).
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