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A partir de hoje, o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) passa de R$ 4,23 para R$ 4,03 o quilo, uma queda de 4,7%

A Petrobras (PETR4) anunciou um novo corte de 4,7% no preço do gás de cozinha para as distribuidoras. A partir de hoje, o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) passa de R$ 4,23 para R$ 4,03 o quilo.
Esse é o segundo reajuste consecutivo no preço do GLP. Em abril, a petroleira reduziu o valor do quilo em R$ 0,25.
Vale destacar que, antes, os preços do gás mantinham trajetória de alta. Em julho do ano passado, o GLP subiu 6%; em outubro, teve aumento de 7,2% e, em março deste ano, de 16,1%.
Segundo a Petrobras, o preço médio de 13 kg — isto é, a capacidade do botijão de uso doméstico — passará por uma redução de R$ 2,60, ficando em R$ 52,34.
É importante lembrar que o novo preço médio de R$ 52,34 para um botijão não trata-se do valor passado ao consumidor, e sim o preço cobrado pela estatal nas distribuidoras.
Desse modo, não é possível determinar com precisão o preço final que será cobrado do consumidor, uma vez que outros fatores influenciam no valor, como tributos e as margens de lucro das distribuidoras.
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De acordo com o último levantamento divulgado pela Petrobras (PETR4), realizado entre 28 de agosto e 3 de setembro, o botijão de gás de 13 kg estava custando ao consumidor em média R$ 111,57. Segundo a estatal, ela é responsável apenas por 49,2% desse valor.
Atualmente, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Produtos) responde por 10,6% do valor passado ao consumidor. O restante do preço é de responsabilidade das distribuidoras, que leva em conta os gastos logísticos e a margem de lucro.
Além da redução no gás de cozinha, a Petrobras (PETR4) anunciou nas últimas semanas quedas na gasolina, no diesel, no querosene de aviação e na gasolina de aviação.
Os reajustes refletem as variações do mercado internacional e seguem a política de preços de paridade de importação adotada pela estatal há seis anos.
Na semana passada, o preço do barril de petróleo tipo Brent, referência no mercado internacional, caiu abaixo de US$ 90 pela primeira vez desde fevereiro.
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