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Para o juiz que cuidou do caso, Spencer Elden estava 20 anos atrasado para acusar de ter sido explorado pela aparição na foto

Seja no samba ou no rock, Zeca Pagodinho estava certo: camarão que dorme, a onda leva. A demora de Spencer Elden, um homem que esperou cerca de três décadas para processar a banda Nirvana, o levou a perder uma bolada de indenização.
Talvez o nome de Elden não te desperte nenhuma lembrança, mas com certeza a icônica capa de Nevermind, um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos, sim.
A memorável fotografia do bebê nu nadando em direção a uma nota de um dólar tornou-se um símbolo da banda norte-americana — e também o objeto de uma ação judicial por abuso sexual infantil.
A fotografia foi tirada em 1991 e rendeu aos pais de Spencer Elden um “cachê” de US$ 200 na época, com o Nirvana até então sendo uma banda relativamente desconhecida.
Em processo aberto no ano passado, Spencer alega que não era capaz de consentir que a imagem fosse usada na capa do álbum, e pediu US$ 150 mil em danos morais.
Elden afirma que sua aparição continuava a causar angústia e perda de ganhos ainda enquanto adulto, o que justificaria a ação judicial tardia.
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Entre os réus da ação judicial do homem, estavam o fotógrafo Kirk Weddle, os ex-membros do Nirvana, Dave Grohl e Krist Novoselic, e a viúva do cantor Kurt Cobain, Courtney Love.
O processo de Spencer Elden contra o Nirvana foi arquivado, e voltou a ser apresentado no Tribunal de Los Angeles em janeiro de 2022.
Acontece que, para o juiz que cuidou do caso, o homem estava 20 anos atrasado para acusar de ter sido explorado pela aparição na foto.
Isso porque os Estados Unidos estipulam um prazo de prescrição de até dez anos em processos por danos.
Os advogados de defesa do Nirvana afirmaram que o caso foi "sem mérito" e destacaram que Elden teria gostado de ser o "bebê do Nirvana" — afinal, anos depois, o americano reencenou a fotografia.
Apesar de a equipe jurídica de Spencer afirmar que entraria com um novo recurso contra a decisão, segundo reportagem da BBC, Elden praticamente esgotou suas vias legais, uma vez que o americano não pode reapresentar o caso.
*Com informações de BBC
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