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Pequim tem optado pela diplomacia para tentar conter a invasão russa, mas nem por isso deixa de ter suas próprias armas para enfrentar as potências do Ocidente

Se existe uma guerra física entre Rússia e Ucrânia, também existe outra em curso entre China e Estados Unidos. Só que, ao invés de usar metralhadoras ou tanques, as duas maiores economias do mundo se enfrentam em outro campo: o digital.
Os soldados dessa batalha também são outros: hackers patrocinados pelo governo chinês. E, ao que tudo indica, Pequim está levando a melhor.
Pesquisa da empresa de segurança cibernética Mandiant mostrou que o grupo conhecido como APT41 comprometeu com sucesso as redes de computadores de pelo menos seis governos estaduais norte-americanos entre maio de 2021 e fevereiro deste ano.
O APT41 supostamente explorou vulnerabilidades em aplicativos da internet para obter sua base inicial nas redes do governo estadual.
Segundo a Mandiant, o APT41 faz espionagem patrocinada pelo governo em nome da China e aproveita falhas de software para explorar vulnerabilidades de segurança tornadas públicas por pesquisadores.
Além disso, os hackers também adaptaram suas ferramentas para atacar por meio de métodos variados.
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“A atividade recente do APT41 contra os governos estaduais norte-americanos consiste em recursos significativos, que vão desde novos vetores de ataque até ferramentas e técnicas pós-comprometimento”, disseram os pesquisadores.
Outros pesquisadores, incluindo os da BlackBerry, identificaram anteriormente o APT41 como “um grupo de ameaças cibernéticas patrocinado pelo Estado chinês”.
No ano passado, a BlackBerry publicou uma pesquisa que se baseia em outros relatórios sobre o APT41 e descobriu outros ataques cibernéticos que o grupo realizou.
No mês passado, o diretor do FBI, Christopher Wray, acusou o governo da China de “tentar roubar” informações e tecnologia e lançar ataques cibernéticos.
E essa não foi a primeira acusação feita contra Pequim. Em 2021, Estados Unidos, União Europeia, Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e outros aliados culparam a China pelo ataque cibernético massivo aos servidores de e-mail da Microsoft.
Zhao Lijin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, negou que a China esteja por trás desse ataque.
Na ocasião, ele disse que “a China se opõe e combate firmemente qualquer forma de ataque cibernético e não encorajará, apoiará ou tolerará nenhum ataque cibernético”.
Em setembro de 2020, o Departamento de Justiça norte-americano indiciou cinco cidadãos chineses, incluindo alguns que faziam parte do APT41, por invasões de computador que afetaram mais de 100 empresas nos Estados Unidos e no exterior.
*Com informações da CNBC
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