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Clube se recupera da pandemia, registra receita bilionária e superávit sem deixar de brigar lá em cima, mas programa de sócio torcedor ainda está distante do que foi um dia
No futebol brasileiro, uma temporada como a do Flamengo em 2021 muitas vezes é vista (equivocadamente) como um fracasso. Se dentro das quatro linhas o clube não conseguiu alcançar seu principal objetivo — o de levantar uma taça — na linha financeira, o clube pode estar se consolidando em, como diria Bruno Henrique: “outro patamar”.
Apesar da frustração de não conseguir o bicampeonato brasileiro e deixar a Libertadores escapar para o Palmeiras, a nação rubro-negra pode se orgulhar de deixar o rival paulista para trás e ainda obter uma conquista inédita: a do clube do bilhão em receitas.
No total, o Flamengo alcançou R$ 1,025 bilhão em faturamento no ano passado, um avanço de 59% em relação a 2020. É sempre bom lembrar, porém, que a comparação é prejudicada pela paralisação dos campeonatos no início da pandemia da covid-19.
A direção do clube está confiante na conquista do bicampeonato, como mostram os comentários que acompanham o balanço divulgado neste mês.
“O orçamento de 2022 do Flamengo indica um crescimento na receita bruta, atingindo novamente um patamar acima de R$ 1 bilhão”, diz o documento.
A seguir eu conto em detalhes como o clube com a maior torcida do Brasil chegou ao resultado financeiro de 2021. Mas já adianto que, se depender apenas de dinheiro, o time tem todas as condições de brigar pelos títulos.
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De uma maneira geral, quando o assunto é grana, o Flamengo se recuperou bem do baque causado pela pandemia, que atingiu o futebol de maneira geral.
O clube registrou superávit de R$ 177,6 milhões, o que reverte integralmente o déficit de R$ 107 milhões registrado em 2020. Além disso, o fluxo de caixa rubro-negro ficou positivo em R$ 76 milhões, também suficiente para reverter os R$ 20 milhões que saíram da conta bancária rubro-negra em 2020.
As receitas obtidas diretamente nos jogos em que o Flamengo era mandante sofreram uma redução de 22%, indo de R$ 91 milhões para R$ 71 milhões. Mas os ganhos com patrocínios, licenciamentos e royalties registraram uma forte alta, fechando 2021 em R$ 241 milhões, um avanço de 69%.
Quando o assunto é investimento em futebol, o ano de 2021 ficou marcado por uma mudança de foco. Desde 2019, o clube vinha investindo pesado em direitos federativos, contratando jogadores importantes para atuarem com a camisa do clube.
No ano passado, todavia, isso acabou mudando bastante. Por um lado, a pandemia obrigou os clubes a realizarem uma reorganização interna, buscando reduzir custos e priorizando a promoção de atletas da base, que além de receberem salários menores, já custaram para o clube ao longo de todo o seu desenvolvimento.
Sendo assim, em 2022, o Flamengo reduziu os investimentos em direitos federativos (quando se “compra” um jogador) e voltou a ampliar os investimentos no futebol de base e na infraestrutura.
Houve redução de 25,7% no investimento em jogadores já formados, totalizando R$ 185 milhões em 2021, ao passo que houve um aumento de 160% nos investimentos em atletas da base, que totalizaram R$ 13 milhões no mesmo período.
Quando o assunto é infraestrutura, os R$ 49 milhões gastos também representam um aumento considerável, de 88%.
Em 2019, o Maracanã passou a ter sua gestão comandada por um consórcio entre Flamengo e Fluminense. No acordo, o Flamengo acabou ficando responsável pelos eventos, como jogos e shows, que acontecem no estádio. Além disso, ficou sob a batuta rubro-negra a gestão e exploração de espaços publicitários e da atividade turística.
A contratação de fornecedores e o planejamento e execução de obras e serviços de manutenção também ficaram sob a responsabilidade do clube.
Com tudo isso sob o seu guarda-chuva, o Flamengo aproveitou para investir em um gramado híbrido para o Maracanã, que sofria críticas constantes, já que o estádio abriga uma grande quantidade de jogos.
O clube usa o exemplo como mostra de que sua direção “busca atingir, em todas as áreas, padrões de excelência internacionais”.
Contudo, pode ser que em pouco tempo as coisas mudem. Uma vez que, apesar de o clube estar garantido na gestão do estádio até pelo menos novembro de 2022, existe a expectativa de que um novo processo licitatório para o Maracanã seja concluído ainda neste ano.
O número de sócios até avançou em 2021 mas mesmo assim ainda está muito distante do número que realmente importa: o de 2019. Isso porque o clube optou por simplesmente acabar com os benefícios de desconto e prioridade na compra de ingressos quando os estádios foram fechados.
O efeito foi brutal, a Nação que iniciou 2020 com mais de 125.000 associados terminou o ano com pouco mais de 50.000. Isso explica também a diferença gigantesca entre a receita obtida em 2020 e em 2021 com o programa.
Em 2021, mesmo com 60.902 sócios ou 10.510 pessoas a mais, o Flamengo arrecadou R$ 24 milhões a menos, quando comparado a 2020.
Se por um lado essa é uma notícia ruim, por outro essa pode se tornar uma receita adicional caso o clube recupere parte ou todos os associados perdidos no período.
Em resumo, os torcedores podem até cornetar a diretoria do Flamengo pela falta de títulos nas últimas competições e pela gestão do programa de sócio torcedor. Mas do ponto de vista dos resultados financeiros, o clube segue aplicando goleadas nos adversários. E, ao que tudo indica, neste aspecto, nada mudará neste ano.
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