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O banco central norte-americano elevou a taxa de juros em 0,75 ponto percentual (pp) nesta quarta-feira (15) — o maior aumento desde 1994

Os investidores de todo o mundo ouviram o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, falar por mais de uma hora.
Crescimento econômico, mercado de trabalho, demanda e oferta — todos esses temas foram abordados pelo chefe do banco central mais importante do mundo.
Mas uma frase na coletiva que sucedeu a decisão de aumentar a taxa de juros em 0,75 ponto percentual (pp) chamou atenção de Wall Street e fez as bolsas norte-americanas dispararem.
Powell manteve viva a chance de um aumento menor, de 0,50 pp, da taxa de juros na reunião de julho — e indicou que, a partir do próximo encontro, a política monetária deve ser normalizada.
“Da perspectiva de hoje, um aumento de 0,50 pp ou 0,75 pp parece mais provável em nossa próxima reunião”, disse Powell.
Para um mercado que cogitava uma próxima alta de 1 pp, saber que uma elevação de 0,50 pp ainda está sobre a mesa, é um alívio.
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Assim que Powell deu essas declarações, o Nasdaq avançou mais de 3% e o S&P 500 renovou máxima intradiária. Já o Dow Jones, que oscilava entre perdas e ganhos, se firmou em território positivo.
Powell, no entanto, não quis se comprometer com a magnitude de um novo aumento da taxa de juros.
O chefe do Fed repetiu que o ritmo das mudanças continuará a depender dos dados recebidos e das perspectivas em evolução da economia.
“Claramente, o aumento de 0,75 pp de hoje é incomumente grande, e não espero que movimentos desse tamanho sejam comuns”, afirmou.
O Fed elevou nesta quarta-feira (15) a taxa de juros em 0,75 pp, para uma faixa entre 1,50% e 1,75% ao ano — o aumento mais agressivo desde 1994.
A decisão veio em um momento no qual a inflação nos EUA atingiu o maior nível em mais de 40 anos.
No comunicado com a decisão, o comitê de política monetária disse que está “fortemente comprometido” em devolver a inflação para a meta de 2%.
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