Dólar a vista encerrou o dia em alta de 0,35%, a R$ 5,0916.
Bolsa hoje: Ibovespa se firma em alta na reta final do pregão; varejo dispara com queda dos juros
RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais amanheceram em queda, de olho nos fracos dados da China, divulgados na madrugada no Brasil. Os índices permanecem na defensiva antes da publicação da ata da mais recente reunião do Federal Reserve. Por aqui, o Ibovespa acompanha as disputas políticas antes do início da campanha eleitoral oficial e a reta final da temporada de balanços.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,21%, aos 113.002 pontos.
Na reta final do pregão, o Ibovespa pega carona com a forte recuperação do setor de consumo e se firma em alta, apagando os temores com a desaceleração chinesa.
As revisões para baixo para a inflação voltam a derrubar as principais taxas de juros futuros nesta tarde.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,71% | 13,71% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,67% | 11,78% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,45% | 11,56% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,45% | 11,58% |
O Ibovespa segue oscilando entre leves perdas e ganhos na última hora. De um lado, o alívio na curva de juros promove a recuperação de ativos mais ligados à economia doméstica. De outro, a queda da Vale (VALE3) e siderúrgicas impedem uma recuperação mais ampla.
A Petz (PETZ3) anunciou, nesta segunda-feira (15), um programa de recompra de até 11,6 milhões de papéis por uma quantia de até R$ 118 milhões.
Com o objetivo de “maximizar a geração de valor para os acionistas da companhia por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital”, o programa de recompra terá início hoje e se estenderá até 15 de fevereiro de 2024.
- Frankfurt: +0,15%
- Londres: +0,15%
- Paris: +0,25%
- Stoxx-600: +0,26%
Após a circulação de notícias de que o IRB Brasil (IRBR3) estuda fazer uma oferta de ações para levantar recursos, a companhia manifestou-se publicamente nesta segunda-feira (15) para esclarecer se está mesmo buscando algum dinheiro.
De acordo com reportagens publicadas no Brazil Journal e na Bloomberg, a oferta poderia movimentar cerca de R$ 1 bilhão e as conversas com bancos de investimento já estariam avançadas.
A expectativa é que o valor da ação seja fixado em R$ 1 — desconto de 56,5% se considerado o último fechamento.
Apesar da forte cautela que segue prevalecendo no mercado internacional, o Ibovespa conseguiu zerar as perdas do dia.
Há pouco, a Petrobras (PETR4) anunciou uma nova redução no preço dos combustíveis, o que deve exercer pressão de queda na próxima leitura do índice oficial de preços ao consumidor (IPCA).
Mais cedo, o boletim Focus divulgado pelo Banco Central brasileiro já havia mostrado revisões mais otimistas para a inflação, o que impulsiona as ações do setor de consumo e tecnologia.
Enquanto as commodities caem, o varejo segue em plena recuperação.
Na semana passada, os balanços trimestrais mostraram prejuízo líquido, mas os analistas detectaram melhorias operacionais importantes que indicam que o segundo semestre deve ser melhor para o setor. Além disso, as ações do grupo também acompanham um novo recuo na curva de juros.
Principal destaque do dia, a Méliuz divulga o balanço nesta noite.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,48 | 10,45% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 14,40 | 11,11% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,92 | 9,50% |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 10,68 | 8,98% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 7,76 | 8,53% |
A principal commodity energética do mundo reage aos dados fracos da economia chinesa, divulgados durante a madrugada no Brasil. Ao que tudo indica, a desaceleração da atividade por lá deve reduzir a demanda por petróleo — e as cotações seguem em queda.
Desde as máximas em março deste ano, o barril de petróleo Brent já recuou cerca de 26% com a perspectiva de desaceleração — e, possivelmente, recessão — global.
Uma nova semana começa na sombra do processo de desaceleração da economia global. Dessa vez, os sinais chegam da China, derrubando o preço das commodities e pesando sobre o Ibovespa.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 2,12 | -8,23% |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 34,42 | -4,39% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 33,31 | -4,28% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 24,78 | -4,21% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 16,00 | -4,13% |
A temporada de balanços chegou ao fim, mas os investidores ainda repercutem os dados da última semana. Empresas como Magazine Luiza (MGLU3) e Méliuz (CASH3) ampliam os ganhos recentes.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em queda de 1,26%, aos 111.343 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista era negociado a R$ 5,1102, uma alta de 0,79% após a abertura.
O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: lucro de mais de 7% em swing trade com a Lopes Brasil (LPSB3).
O Ibovespa futuro abriu em queda de 1,46%, aos 111.100 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista abriu em alta de 0,87%, cotado a R$ 5,1178.
O IBC-Br, conhecido como a prévia do PIB, acaba de ser divulgado pelo Banco Central.
O índice avançou 0,69% em junho frente a maio, uma alta cima da mediana das projeções do Broadcast, que davam conta de uma expansão de 0,38% no indicador.
Em relação ao mesmo mês do ano passado, o IBC-Br avançou 3,09%, também acima das projeções de alta de 2,60%.
- Dow Jones futuro: -0,45%
- S&P 500 futuro: -0,47%
- Nasdaq futuro: -0,28%
- Euro Stoxx 50: +0,03%
- Xangai (China): -0,02% (fechado)
- Nikkei (Japão): +1,14% (fechado)
- Petróleo Brent: US$ 93,36 (-4,92%)
- Minério de ferro (Dalian, China): US$ 104,53 (-2,88%)
Confira o Boletim Focus desta segunda-feira (15) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:
Inflação:
- IPCA para 2022: de 7,11% para 7,02% (↓)
- IPCA para 2023: de 5,36% para 5,38% (↑)
Atividade econômica:
- PIB para 2022: de 1,98% para 2,00% (↑)
- PIB para 2023: de 0,40% pra 0,41% (↑)
Dólar:
- Câmbio para 2022: permanece em R$ 5,20 (=)
- Câmbio para 2023: permanece em R$ 5,20 (=)
▪️Selic/22: permanece em 13,75%
▪️Selic/23: permanece em 11%
Bom dia! A safra de balanços do segundo trimestre de 2022 termina hoje com um saldo para lá de positivo para o principal índice da bolsa brasileira.
O Ibovespa acaba de emplacar quatro semanas seguidas em alta.
O avanço de 2,8% registrado na última sexta-feira levou o Ibovespa de volta à faixa dos 112 mil pontos — de 96 mil no meio de julho. Só na semana passada, a alta acumulada foi de 5,9%.
No que depender dos sinais vindos do exterior, o Ibovespa ficará por sua própria conta e risco nesta segunda-feira (15).
Tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, os investidores monitoram o mercado na busca por algum catalisador que justifique uma alta.
Dados vindos da China frustraram a expectativa dos analistas.
De acordo com as autoridades chinesas, as vendas no varejo e a produção industrial cresceram em julho, mas menos que o esperado.
Ainda, o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês), reduziu algumas taxas de juros de maneira inesperada e fez uma injeção de liquidez nos mercados.
Alguns analistas acreditam que a política de “tolerância zero” contra a covid-19 gerou um impacto econômico além do esperado, o que exigiu uma guinada mais intensa contra a desaceleração econômica.
Somado a isso, os investidores ainda aguardam a ata da mais recente reunião do Federal Reserve e maiores detalhes sobre a política de juros e aperto monetário dos Estados Unidos.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nos próximos dias.
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