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Em dezembro do ano passado, o banco central russo chegou a pedir a proibição do uso de moedas digitais sob o argumento de ameaçar a estabilidade financeira
Quem te viu, quem te vê. O refrão é de uma música de Chico Buarque, mas poderia ser cantado pelo presidente russo, Vladimir Putin, para o banco central do país — que até pouco tempo atrás combatia o uso de criptomoedas como o bitcoin (BTC), mas agora dá sinais de que pode ceder aos encantos da maior moeda digital do mundo.
A mudança de ideia veio da tentativa do governo russo de atenuar o impacto das sanções ocidentais impostas a Moscou.
Uma pista de que a Rússia poderia trilhar esse caminho veio na semana passada. Na ocasião, o Ministério das Finanças russo indicou que a liberação de criptomoedas como o bitcoin para a liquidação de pagamentos internacionais ajudaria o país a mitigar as duras medidas impostas pelos EUA e seus aliados.
Potências ocidentais introduziram uma série de sanções — que vão desde a proibição de importação de petróleo e gás russo até o banimento da Rússia do sistema internacional de pagamentos Swift — para tentar acabar com a guerra na Ucrânia.
A ideia desses países é isolar a Rússia economicamente e fazer com que Putin não tenha recursos para manter as tropas em solo ucraniano.
Nesta terça-feira (31) quem sinalizou com a ideia de usar as criptomoedas para driblar as sanções não foi Putin, mas sim o banco central russo.
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"Em princípio, não nos opomos ao uso de criptomoedas em transações internacionais", disse Ksenia Yudaeva, primeira vice-presidente do Banco Central da Federação Russa.
O banco central já havia pedido a proibição de criptomoedas e, em dezembro, teria conversado com agentes do mercado e especialistas sobre a proibição de investimentos em moedas digitais para limitar os riscos de estabilidade financeira.
Em abril, a Rússia estimou o tamanho de seu mercado de criptomoedas em 10 trilhões de rublos (US$ 160 milhões).
Embora tenha manifestado estar aberto ao uso de criptomoedas para pagamentos no exterior, o banco central russo ainda é cauteloso com relação às moedas digitais.
Segundo Yudaeva, a autoridade monetária ainda vê o uso de criptomoedas no país como uma ameaça financeira.
Ela também fez questão de ressalta que os bancos agora têm ampla liquidez em moeda estrangeira, reduzindo os riscos gerais das sanções à estabilidade financeira.
Vale lembrar que além de excluir os bancos russos do Swift, a União Europeia, os EUA e outros aliados cortaram o acesso da Rússia às reservas de mais de US$ 600 bilhões em moeda estrangeira.
No início do ano, o primeiro-ministro russo, Dmitry Chernyshenko, assinou uma medida provisória, válida até o final de 2022, para regularizar o bitcoin.
A medida veio duas semanas após o Banco Central da Rússia propor uma lei para banir o bitcoin e outras criptomoedas do país, alegando que os ativos digitais são prejudiciais à estabilidade financeira.
Na ocasião, Putin afirmou que “poderia haver alguma vantagem” em adotar criptomoedas. A afirmação foi feita em janeiro, um mês antes da invasão da Ucrânia.
*Com informações de Reuters e Markets Insider
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