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O convidado desta semana do Papo Cripto, William Ou, CEO da Token.com, fala sobre essa classe de investimentos que vem crescendo a cada dia

O universo da tokenização ainda é um ambiente pouco explorado no mundo: o universo de blockchains e redes descentralizadas ainda mantém o foco em criptomoedas e outros projetos do setor.
Mas, com a queda do mercado que levou US$ 1 trilhão do valor global das moedas digitais, os investidores precisaram abrir os olhos para alternativas, como os ativos tokenizados — que nada mais são do que a representação de um produto físico no universo digital.
A explicação é simples, mas utilizar a blockchain para fazer essa conversão abre uma infinidade de possibilidades, como conta o convidado desta semana do Papo Cripto, William Ou, CEO da Token.com.
Por se tratar de um processo relativamente simples, William Ou nos conta como conhecer “bons projetos” tokenizados. “Em primeiro lugar saber quem é o emissor do token e como ele garante que esse item realmente existe”.
No caso das stablecoins, as criptomoedas com lastro — que pode ser em dólar, real ou mesmo em ouro —, as empresas responsáveis pela emissão dessas moedas passam por auditorias regulares para garantir as economias equivalentes aos tokens em rede.
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Apesar da facilidade e empolgação de tokenizadoras com as infinitas possibilidades, o mercado ainda não atingiu um nível sustentável de negócio. Existe, sim, muito espaço para crescer, mas os investidores desconhecem isso.
Na visão de William Ou, a tokenização começa com ativos mais simples — como commodities, por exemplo, que já são negociadas em forma de tokens. É o caso do SOYA, a primeira criptomoeda "de soja" do mundo .
Criada pela plataforma de tokenização de commodities agrícolas e alimentos argentina Agrotoken, essa é uma forma de negociar esses produtos sem a necessidade de movimentar grandes volumes de mercadorias sem necessidade.
Se ficou com alguma curiosidade de como funciona a tokenização de ativos, não deixe de conferir o último Papo Cripto com William Ou, CEO da Token.com. Dê o play e ouça!
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