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O novo ETF da B3 terá o código CRPT11, com exposição a 20 ativos diferentes, incluindo moedas do metaverso, finanças descentralizadas (DeFis), NFT e, é claro, bitcoin (BTC)
O mercado brasileiro acaba de ganhar mais um fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) relacionado ao mercado de criptomoedas. Dessa vez, foi a vez da Vitreo, que em breve passará a adotar a marca Empiricus Investimentos, entrar no promissor ramo de investimentos em moedas digitais.
O novo ETF da B3 terá o ticker CRPT11, com exposição a 20 ativos do mercado de criptomoedas, incluindo moedas relacionadas ao metaverso, às finanças descentralizadas (DeFis), jogos em NFT, como o Axie Infinity (AXS) e, é claro, bitcoin (BTC).
Por volta de 16h35, o CRPT11 registrava queda de 6,44%, cotado a R$ 9,00, em linha com o momento ruim do mercado cripto.
Diferentemente dos nossos vizinhos norte-americanos, que ainda não têm à disposição um ETF de preço à vista de bitcoin, o nosso mercado é bem diversificado nesse quesito.
Já são nove fundos de índice que investem em NFTs, DeFis, Web 3.0 e mono ativos — com exposição ao BTC e ao ethereum (ETH), a segunda maior criptomoeda do mundo.
A principal diferença entre o ETF da Vitreo/Empiricus e os demais vem do índice de referência, que tem rebalanceamento mensal. Com taxa de administração de 0,75% ao ano, o CRPT11 segue a carteira do índice Empiricus Teva Criptomoedas Top 20.
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Outros ETFs são corrigidos em períodos de tempo maiores, como é o caso do HASH11 cada três meses.
No caso do CRPT11, serão 20 ativos digitais, com os seguintes pesos:
Na conversa com Vinícius Bazan, analista de criptomoedas da Empiricus e coordenador do lançamento desse novo fundo, ele destaca que o mercado brasileiro está crescendo — e nem mesmo a queda recente do bitcoin irá atrapalhar os planos.
“É difícil saber qual o melhor momento para lançar um novo produto no mercado, mas nós acreditamos que o investidor pode aproveitar os descontos das criptomoedas e investir em um ativo negociado em bolsa”
Vinicius Bazan, analista da Empiricus
Além disso, ele ressalta a importância de manter uma carteira equilibrada em ativos digitais, não ultrapassando 5% do total dos seus investimentos.
A diversificação de uma carteira pode limitar as perdas em momentos de tensão do mercado, e o mesmo acontece com as criptomoedas. Por isso, os itens que compõem o CRPT11 fornecem exposição aos mais diversos segmentos do mercado cripto.
E o peso deles no índice é de caso pensado: a maior parcela vai para bitcoin e ethereum, e o restante é dividido entre os demais projetos. “Queremos aproveitar o potencial desse mercado, mas sempre com muita segurança para o investidor.”
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